sábado, 4 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Prontos para o bom combate

Bora lá no Clube da Luta hoje à noite na Célula.
Coletivo Operante ( na foto) , Luiz Meira e Sociedade Soul (ex-Gubas & Os Possiveis Budas) no retorno da festa que está fervendo as sextas de Floripa.
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quinta-feira, 2 de outubro de 2008
A vingança do Inca
Boa iniciativa a reportagem sobre o crack exibida recentemente no Jornal da Globo. Focando na recuperação mostra como o problema se alastrou da Cracolândia para todo o Brasil.
Vale a pena conferir também este post no baita blog de João Wainer, jornalista e fotógrafo. O neto de Samuel Wainer fotografou a Cracolândia e fez algumas considerações, que publicadas há mais de um ano, ainda valem, como demonstra a matéria da Globo. Um trecho:
" Nas favelas do Rio, as facções criminosas proibiram a venda de crack. Nas cadeias, o PCC fez o mesmo. Nas ruas de SP, o Estado deveria seguir o exemplo, mas não foi capaz.
O efeito da pedrinha é devastador e transforma seus usuários mini-monstros que perambulam em bandos feito almas penadas roubando e cachimbando enrolados em cobertores de feltro pelas outrora chiques ruas da Cracolândia, nas beiradas da Estação da Luz.
Faz anos que vejo nos jornais os anúncios de revitalização da Cracolândia. Urbanistas mostram seus desenhos, economistas seus cálculos e jornalistas suas análises enquanto a cada dia mais e mais crianças se acabam na pedra sobre colchonetes sujos e fétidos, a vista de todos, inclusive da policia que passa e os ignora como se nada acontecesse.
Sob efeito do crack os moleques parecem bichos. Os olhos saltam e os músculos enrijecem. Olham para os lados como se estivessem sendo perseguidos o tempo todo. Sentem incontrolável vontade de cagar, o que transforma seus “mocós” em lugares mais nojentos do que já são. O cheiro é podre".
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Kaya now
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
African pop

Um baita groove afro-beat de Fela Kuti pra curtir nesta quarta nublada de primavera.
Ouça mais Fela Kuti!
O outro lado
Relativo ao post anterior intitulado "El Bovino", comentários - de um integrante da banda na qual Fábio Dwyer tocava - trazem considerações graves, que sendo verdadeiras serão levadas em conta e retratadas. O espaço aqui é aberto, inclusive para o pessoal do El Divino. Como o comentador percebeu, não faço moderação de comentários. Escreveu o quis e foi publicado na hora.
O e-mail do Fábio quando chegou me pareceu cheio de rancor e escrito no calor da hora. Tanto que eu tentei cortar o que considerei ataque gratuito e mal-dirigido. Envolvido na emoção acabei me passando também.
O foco para mim é o seguinte: o El Divino não respeita, e nunca respeitou a maior parte dos músicos locais que lá se apresentam. É fato. Que eu pessoalmente já constatei. A ACI e a produção da segunda festa realizada na mesma noite nada tem a ver com isso. A ganância, ou vacilo na montagem de agenda, é que foi o x da questão né. Coisas que não se esperam de um lugar conceituado.
O comentarista afirma que o Fábio não saiu da banda, mas foi retirado pois foi considerado que ele ofendeu o público com a frase " situação digna de festa de bêbados em botequim de quinta categoria". Eu acho que ele apenas falou sobre o que acabei de citar: não se esperam certas atitudes num lugar desse. Quanto ao e-mail dele ter sido reescrito, desconheço o fato. O que recebi foi esse aí.
Um jornalista que estava lá me falou que a turma da festa da ACI foi varrida da pista para que o público da festa seguinte entrasse. Um dos DJs da casa se abancou nas pick-ups lotadas enquanto outros DJs ainda trabalhavam.
Um erro sério que cometi na pressa, foi ter dito " Meu amigo tomou uma atitude de nobreza, coisa que esses ditos "músicos" que se rebaixam à qualquer condição e rebaixam toda a classe não têm, se demitiu". O certo seria "os" no lugar "esses", pois eu não pretendia me dirigir diretamente aos músicos da ex-banda de Fábio (que ele não citou e eu também desconheço). Minha intenção era generalizar sobre determinado tipo de músico que todo profissional conhece bem. E contrastar a atitude de Fábio diante de indivíduos que levam a música na base do hobby e tanto prejudicam a profissão.
Minha banda foi sondada para tocar nesta festa e diante do não oferecimento de cachet, negamos. É uma opção, nem sempre válida ou correta, tocar de graça em um evento cheio de jornalistas e potencialmente promissor quanto à possibilidade de fechar alguns contratos.
Boa polêmica está aberta. Aprenderemos todos.
Pra finalizar eu queria saber quem é o comentarista 5s que disse que o conheço, tenho seu telefone e o encontro regularmente por aí. Por favor.
Continua...
O e-mail do Fábio quando chegou me pareceu cheio de rancor e escrito no calor da hora. Tanto que eu tentei cortar o que considerei ataque gratuito e mal-dirigido. Envolvido na emoção acabei me passando também.
O foco para mim é o seguinte: o El Divino não respeita, e nunca respeitou a maior parte dos músicos locais que lá se apresentam. É fato. Que eu pessoalmente já constatei. A ACI e a produção da segunda festa realizada na mesma noite nada tem a ver com isso. A ganância, ou vacilo na montagem de agenda, é que foi o x da questão né. Coisas que não se esperam de um lugar conceituado.
O comentarista afirma que o Fábio não saiu da banda, mas foi retirado pois foi considerado que ele ofendeu o público com a frase " situação digna de festa de bêbados em botequim de quinta categoria". Eu acho que ele apenas falou sobre o que acabei de citar: não se esperam certas atitudes num lugar desse. Quanto ao e-mail dele ter sido reescrito, desconheço o fato. O que recebi foi esse aí.
Um jornalista que estava lá me falou que a turma da festa da ACI foi varrida da pista para que o público da festa seguinte entrasse. Um dos DJs da casa se abancou nas pick-ups lotadas enquanto outros DJs ainda trabalhavam.
Um erro sério que cometi na pressa, foi ter dito " Meu amigo tomou uma atitude de nobreza, coisa que esses ditos "músicos" que se rebaixam à qualquer condição e rebaixam toda a classe não têm, se demitiu". O certo seria "os" no lugar "esses", pois eu não pretendia me dirigir diretamente aos músicos da ex-banda de Fábio (que ele não citou e eu também desconheço). Minha intenção era generalizar sobre determinado tipo de músico que todo profissional conhece bem. E contrastar a atitude de Fábio diante de indivíduos que levam a música na base do hobby e tanto prejudicam a profissão.
Minha banda foi sondada para tocar nesta festa e diante do não oferecimento de cachet, negamos. É uma opção, nem sempre válida ou correta, tocar de graça em um evento cheio de jornalistas e potencialmente promissor quanto à possibilidade de fechar alguns contratos.
Boa polêmica está aberta. Aprenderemos todos.
Pra finalizar eu queria saber quem é o comentarista 5s que disse que o conheço, tenho seu telefone e o encontro regularmente por aí. Por favor.
Continua...
Coisa de cinema
Já têm programação para a próxima noite de segunda-feira? Difícil né, mas venho aqui apresentar uma opção e tanto: o lançamento do primeiro longa-metragem da dupla Guilherme Ledoux e Alan Langdon, Sistema de Animação. Já comentei o filme aqui anteriormente. Agora reforço o convite pois, além claro, dos dois serem amigos queridos, até que os rapazi tem talento ô!
Tive oportunidade de assistir a pré-estréia no último FAM no CIC e fiquei, assim como a imenda maioria da platéia, muito entusiasmado com o perfil de alto nível que o Ledoux e o Alan realizaram. Só alguém tão próximo captaria aquelas imagens e conseguiria tão rico material. Obra prima da cinematografia catarinense. Podem crer. E vão lá pra ver.
Segunda, 6 de outubro no TAC - Teatro Álvaro de Carvalho, às 20h. Depois tem show com participação de uma turma de feras, incluindo o grande amigo do Toicinho, o Nenê.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Rumo à Célula

O Clube da Luta retorna após um fim de semana em que cedemos a nossa data na Célula para que os amigos da Insecta realizassem o festival Floripa Noise 2008, que foi um sucesso.
Parabéns ao lutadores que estão ajudando a colocar Santa Catarina no mapa da música pop brasileira. (Hum, esse pop aí o Zimmer acho que não gostar!)
E na volta do Clube vou estar lá com meus camaradinhas tocando com Coletivo Operante, ao lado de Luiz Meira, genial guitarrista manezinho que acompanha Gal Costa, e da Sociedade Soul, que vem a ser a antiga Gubas.
Noite de balanço total e aquelas surpresas que só o Clube da Luta traz pra você. Bora lá.
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El Bovino
O grupo El Divino é atualmente o maior conglomerado de entretenimento de SC. Realizou recentemente uma parceria com a rede espanhola de clubs Pacha. Em suas diversas casas, todas voltadas ao som que estiver sendo jabázado nas rádios e no som dos "melhores DJs segundo revista de tal" , recebe a "nata" de nossa sociedade. Pois bem.
Este grupo tão conceituado e de alto nível protagonizou um festival de desrespeito aos músicos, que quem lembra já sabe ser meio que o modus operandi por lá. Quero crer que os proprietários do grupo não sejam pessoas toscas assim. Tá na hora de botar ordem e substituir esses subalternos desqualificados, ou pagar um cursinho de boas maneiras. Gente ignóbil que só entende de $$$ mas de nada de educação e finesse.
Aconteceu de novo, agora com meu amigo Fábio Dwyer, que justamente indignado mandou um e-mail aos músicos, do qual eu reproduzo alguns trechos:
Em um segundo e-mail que me enviou, Fábio conta que mesmo preservando a banda, " o "líder" do grupo, escreveu me esculachando, me chamando de irresponsável, dizendo que eu queimei o filme da banda e fechei todas as portas da cidade pra eles".
Meu amigo tomou uma atitude de nobreza, coisa que esses ditos "músicos" que se rebaixam à qualquer condição e rebaixam toda a classe não têm, se demitiu.
Ainda acrescentou: "Estou recebendo inúmeros e-mails de solidariedades (e um de esculacho completo de quem mais deveria me apoiar) e estou vendo um racha: existem definitivamente duas categorias de músicos em Floripa: os que exigem respeito profissional (Clube da Luta e Projeto Rock, principalmente, com quem estou mais envolvido) e aqueles "músicos" que se submetem a qualquer absurdo por uns trocados, poluindo nossa "piscina" profissional. Vejo vocês do Clube da Luta e o Projeto Rock dando um duro danado pra conquistarmos o respeito e profissionalizar a área, e daí o cara que tá ali, do teu lado assume uma postura dessas..."
Com agradecimentos à Madame Celeste que deu o título do post.
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Este grupo tão conceituado e de alto nível protagonizou um festival de desrespeito aos músicos, que quem lembra já sabe ser meio que o modus operandi por lá. Quero crer que os proprietários do grupo não sejam pessoas toscas assim. Tá na hora de botar ordem e substituir esses subalternos desqualificados, ou pagar um cursinho de boas maneiras. Gente ignóbil que só entende de $$$ mas de nada de educação e finesse.
Aconteceu de novo, agora com meu amigo Fábio Dwyer, que justamente indignado mandou um e-mail aos músicos, do qual eu reproduzo alguns trechos:
Nova modalidade de desrespeito aos músicos em Florianópolis
"Venho por meio desta mensagem narrar alguns fatos revoltantes que aconteceram no último sábado à noite com minha banda aqui em Floripa. Fomos convidados por um amigo para nos apresentarmos na festa de 40 anos da ACI ( Associação Catarinense de Imprensa ) que ocorreu no El Divino Lounge, na Beira-Mar..."
"...Durante a tarde fomos passar o som, e os problemas com o El Divino começaram logo na chegada quando funcionários não queriam nos deixar entrar com o equipamento, pois a faxina foi marcada para a mesma hora que a passagem de som. Quando conseguimos entrar e montar o equipamento, ficamos sabendo que estávamos trancados ali, com um funcionário responsável mas que não tinha as chaves do local..."
"...Quando chegou a hora combinada de tocarmos, das 23h às 24h, um senhor, acho que proprietário de uma agência de propaganda local, pediu o microfone um “instantinho” antes de a banda começar. O que se seguiu foram 28 minutos de premiações, homenagens e discursos, o que reduziu nosso show pela metade. Até aí, ainda é tudo razoavelmente aceitável, a festa era para a imprensa, talvez a gentileza de comunicar isso à banda antes estivesse mais de acordo com o bom senso, mas tudo bem..."
"Começamos finalmente nosso show e surpresa: o som estava horrível, baixo e com ruídos que não estavam presentes na passagem de som, e, pelo que me foi relatado por pessoas que estavam na platéia, parece que as caixas de PA estavam funcionando com carga bem reduzida. Isso prejudicou enormemente a performance da banda e serviu pra dar aquela “queimada de filme” básica, justamente o oposto do que procurávamos, mas até aí, tudo pode ser relativizado, até a qualidade da banda poderia ser questionada por alguém que não tenha presenciado a passagem de som, etc. O problema realmente começa agora:
Tocamos até meia-noite sem sabermos que o espaço onde tocamos - numa espetacular combinação de ganância, descaso e completa falta de raciocínio lógico - havia sido locado também para outra festa. A primeira da ACI privativa, até meia-noite, depois a Festa Mural, aberta ao público e cuja área destinada aos vips era onde estavam os equipamentos da banda.
Enquanto começávamos a desmontar o palco, os equipamentos da banda começam a desaparecer. Primeiro some uma caríssima guitarra PRS. O dono estava desesperado, e quando fui ajudar a procurar a guitarra dele e ficar de olho na minha própria guitarra, vejo um rapaz que até então eu não conhecia, saindo do palco com minha guitarra nas costas. Voei em cima dele e arranquei-a do seu ombro perguntando quem ele era e onde estava a outra guitarra. Ele, um rapazinho que atende pelo nome de Alemão e parece ser uma espécie de sub-gerente, falou que estava tudo ‘no depósito’ (sem explicar onde era!) e tínhamos DEZ MINUTOS para desmontar tudo e CRUZAR A PISTA DE DANÇA, COM MAIS DE 500 PESSOAS COM TODO O EQUIPAMENTO DO PALCO! Uma bateria, caixas de retorno, mesa de som, 4 amplificadores, baixo, guitarras, etc.
Teríamos que cruzar com tudo isso um espaço que uma pessoa não carregando nada já cruzaria com bastante dificuldade. Falei que era impossível e o ‘Alemão’ respondeu “Não sou nenhum ignorante, isso é problema de vocês!” Cercado de seguranças pressionando a banda, pedi que os mesmos fizessem um cordão de isolamento para a banda passar e o Alemão falou que não!
O resultado é que, mesmo pedindo licença, com a música alta e o público já meio‘calibrado’, não conseguimos passar com o equipamento sem esbarrar em muitas pessoas, que ignorando a situação pensaram que essa decisão estúpida e surreal era da banda. Criou-se um clima bem desagradável contra a banda e quando retruquei perto do tal Alemão que aquilo era um absurdo, a resposta educada que obtive foi: “Vai cuidar dos seus bagulhos, seu palhaço”..."
"... Depois fiquei sabendo que o superior dele, um tal Sr. Ely, administrador do El Divino e uma das mentes mais brilhantes de Fpolis, foi quem deu a ordem para que vazássemos da área vip em questão de minutos. Daí, o rapaz transferiu para banda um problema administrativo da casa, o que não justifica tanta grosseria.
Não tenho nenhum prazer em ficar aqui me lamuriando, sei que todos têm seus problemas, outras bandas já passaram e passam diariamente por problemas desagradáveis nos bares e casas noturnas de Florianópolis..."
"...Imagina-se que uma festa organizada por uma agência de propaganda de destaque, para uma Associação dessa importância em uma casa noturna de luxo da cidade não vá resultar numa situação digna de festa de bêbados em botequim de quinta categoria..."
"...O nome da banda foi preservado pois não consultei meus companheiros antes de expressar minha indignação, cada um o faz à sua maneira, a minha é esta. Alguém disse que a forma como os artistas são tratados reflete a saúde de uma sociedade. Espero que tenhamos dias melhores (e cabeças melhores) pois esta cidade merece..."
Fábio Dwyer
Florianópolis, 30 de setembro de 2008
Em um segundo e-mail que me enviou, Fábio conta que mesmo preservando a banda, " o "líder" do grupo, escreveu me esculachando, me chamando de irresponsável, dizendo que eu queimei o filme da banda e fechei todas as portas da cidade pra eles".
Meu amigo tomou uma atitude de nobreza, coisa que esses ditos "músicos" que se rebaixam à qualquer condição e rebaixam toda a classe não têm, se demitiu.
Ainda acrescentou: "Estou recebendo inúmeros e-mails de solidariedades (e um de esculacho completo de quem mais deveria me apoiar) e estou vendo um racha: existem definitivamente duas categorias de músicos em Floripa: os que exigem respeito profissional (Clube da Luta e Projeto Rock, principalmente, com quem estou mais envolvido) e aqueles "músicos" que se submetem a qualquer absurdo por uns trocados, poluindo nossa "piscina" profissional. Vejo vocês do Clube da Luta e o Projeto Rock dando um duro danado pra conquistarmos o respeito e profissionalizar a área, e daí o cara que tá ali, do teu lado assume uma postura dessas..."
Com agradecimentos à Madame Celeste que deu o título do post.
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Nesse circo quem é que é o palhaço?
Essa peguei no Flagrantes do Cotidiano, através do Carlos Damião.
Foto de santinho do candidato mais divertido do horário eleitoral gratuito, o palhaço Chupetão e seu candidato a prefeito. Será contrapropaganda?
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
The Blues is Alright

E amanhã nossa diva trash Zuleika Zimbabwe traz novamente ao Blues Velvet o La Gonga, o show de calouros da Zuleika.
Vou participar como guitarrista da banda que acompanhará a estrela da noite e os calouros que serão analisados por um turma da pesada: Marcos Espíndola, Lígia Gastaldi, Fábio Brüggemann, Karin Serafin e Ricardo Tromm.
Bora lá.
domingo, 28 de setembro de 2008
Passinho pra cá, passinho pra lá...
Recebi essa do amigo Ramiro Pisseti. Versão Bollywood para o clássico Thriller de Michael Jackson.
sábado, 27 de setembro de 2008
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Panorama
O site Technorati, um agregador e ferramenta de busca de blogs da qual participo, publicou uma interessante pesquisa sobre a blogosfera.
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