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sábado, 24 de abril de 2010

Mais Ilha 70

Acabo de assistir o último episódio da trilogia Ilha 70, produzido pela Vinil Filmes e veiculado na RBS TV. Um belo trabalho pra cidade se ver e olhar para seu passado próximo, alimentando as mentes criativas do presente.

E já se fala num Ilha 80. Eu já disse antes que o material pesquisado rende no mínimo outros cinco documentários.

Seguem mais imagens de arquivo dos acervos de Beto Stodieck e Ricardinho Machado, gentilmente cedidas pela produção.

A famosa capa do jornal Rock, Surf & Brotos
Dois gênios catarinas, Hassis e Meyer FilhoO começo da Ilha de Nossa Senhora dos Aterros,como gosta de chamar o Fábio BrüggemannFigueiredo e Bornhausen tomam um café no Senadinho em novembro de 1979O jornalista, visionário e agitador Beto Stodieck

sábado, 17 de abril de 2010

Ilha 70 arrepiando o almoço de sábado


 acervo Beto Stodieck
O segundo episódio de Ilha 70 arrebentou. O garimpo que a equipe da Vinil Filmes realizou rendeu material para pelo menos mais uns cinco documentários. Pudemos ver os freaks ilhéus de Palhostock contando as peripécias e o afluxo de hippies de todo Brasil para a região. Os aterros e o crescimento urbano. Pérolas como o áudio do show da banda A Comunidade Contraversão em Palhostock, tocando N.I.B do Black Sabbath numa onda latina. E o que é aquele comercial do Ceisa Center?




Imagine por onde vagueiam os pensamentos dos protagonistas da época assistindo isso tudo. E imagine o efeito daquela efervescência nas mentes criativas de hoje.

Ilha 70 relembra um período onde o mundo fervilhava e mostra a resposta da juventude de Floripa. Emociona ao mesmo tempo que nos ajuda a compreeender melhor o presente da cidade. Imperdível.


acervo Luc Costa

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O Lobo não é bobo

Muito boa a entrevista com Lobão exibida no último domingo no programa Estúdio SC. O lupino tagarela engoliu facinho a entrevistadora.

E não é de hoje que ele dá um banho em cima dos entrevistadores. Procurando o vídeo deste programa olha só o que eu achei.

Não se engane pelo título "Cacau entrevista Lobão". Na real o músico toma o microfone no primeiro momento e arrepia geral no camarim pós-show. Cenas imperdíveis.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Põe na tela Amarelo!


O sempre alerta Cassiano Ferraz viu Cacau Menezes no P 12 no último fim de semana e não perdeu a oportunidade de registrar a adesão do colunista mais amado e odiado de Santa Catarina.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Ói-ói-ó rapazi




O fusca do Tio Juca pegou fogo no morro que liga a Barra da Lagoa à Praia Mole, ali pertinho da casa do Valdir Agostinho. Os bombeiros chegaram mas não tinham água no carro deles, é mole? Será que o dinheiro pra pagar o líquido foi todo para a publicidade do governo do Estado?

Tio Juca para quem não sabe é pai do Gazu, do Moriel e do Jerry, músicos da banda Dazaranha e também é a inspiração para o nome da banda Tijuquera.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Quantos lados tem uma Moeda Verde?

Falando em ocupação urbana desordenada, Cacau Menezes colocou no ar hoje em seu espaço do Jornal do Almoço, imagens da favela do Siri, em Ingleses. A região é o lado B da propaganda que mostra a nossa cidade como o paraíso. Tem que ter alguém para carregar os tacos de golfe não é?

Mas o que eu queria mesmo falar, é que Cacau também mostrou umas fotos enviadas por um telespectador que flagrou um barraco construído num terreno baldio no Kobrasol. Tá lá no blog dele também.

Sorry mas o amigo Aleph já tinha dado o furo no seu blog, o Bruxismo. Com um viés todo dele e bem interessante. Saca só.



Hoje à tarde encontrei esta bela residência em um dos poucos terrenos livres aqui no Kobrasol. Enquanto prédios altos nascem da noite para o dia, este cavalheiro parece ter resolvido seu problema de moradia com uma solução simples e ecológica. Eu havia passado pelo local um pouco mais cedo e fiquei encantado pela arquitetura da edificação. Cheguei a pensar que era uma obra de arte, uma instalação dessas milionárias que costumamos ver nas bienais. Voltei lá hoje à tarde e falei com o proprietário, o cavalheiro de costas, que preferiu não mostrar seu rosto na foto. Pedi a ele para documentar sua obra e ele permitiu sem contestar. Ainda me deu a honra de uma rápida entrevista:

Bruxismo: Ótima a sua casa, hein?
Proprietário: Sim, sim.
B: É inacreditável a quantidade de materiais de qualidade que as pessoas jogam fora. E não chove dentro dela?
P: Não. Coloquei plástico em cima.
B: Ninguém te incomodou aqui até agora?
P: Não.

Minha última pergunta dizia respeito aos curiosos, como eu, que irremediavelmente iriam incomodá-lo em relação à arquitetura de sua obra, nada mais. Afinal o terreno estava livre, sem uso e já entulhado com a matéria-prima que ele utilizou. Nada mais justo do que montar seu belo mosaico. Nem todo mundo está preparado para soluções tão imediatas assim e provavelmente ele deve estar se esquivando dos impostos e outras prisões do sistema. Mas ele não deve dar muita importância para essas coisas, como percebi em sua resposta para a última pergunta.