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sábado, 20 de fevereiro de 2010
Direto pra cabeça
Uma versão ao vivo no estúdio de Compacto por Curumin. Gravada no Daytrotter Studio em Rock Island, Illinois nos EUA em 18 de julho de 2009.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
É pela ponte, pela ponte...
E já ouviram o novo disco do meu amigo Wado? Atlântico Negro tá todinho disponível para download no site oficial do músico catarinense-alagoano.
Em entrevista para Marcos Espíndola, publicada ontem no DC, ele falou um pouco mais sobre as ligações afetivas com Florianópolis e Santa Catarina.
Ex-morador do famoso Condomínio Itambé no bairro da Trindade, Wado trouxe algumas lembranças do fundo do baú canceriano e as transformou na canção "Hercílio Luz", um dos destaques do novo álbum.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Neotropicalismo
Lucas Santtana soltou mais uma música na rede. A regravação de "Amor em Jacumã", de Dom Um Romão e Luiz Carvalho, que saiu originalmente no LP Hotmosphere, gravado por Dom Romão nos EUA.
Neotropicalismo total. Me lembrou do disco londrino de Gil, de 71, e do Transa. Bebeu nessa fonte e misturou a adubada certeira de Buguinha que psicodeliza a faixa magistralmente.
A turma envolvida é da pesada. Buguinha Dub na co-produção, Curumin, batucando um violão e Ricardo Dias Gomes no baixo.
Mais detalhes sobre a história dessa climática gravação no Diginóis.
Lucas Santtana - Amor em Jacumã
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domingo, 25 de janeiro de 2009
O cantor das multidões
Trecho de 8 minutos de um documentário com Orlando Silva, o cantor que teve seu auge de 1935 a 1942.
Sensacional!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Bandolim em brasa
Que música maravilhosa. Dedicada aos amigos Yan Boechat e Fábio "Mutley" Bianchini, Flamenguista de Pepeu Gomes.
O cara tem um fraseado absurdo que é o mix de Jacob do Bandolim com Jimi Hendrix. É um clichê quando se fala do genial músico novo baiano.
No carnaval de 1998 eu soube que Jorge Ben faria um show na Passarela Nego Quirido num trio elétrico e fui lá.
Chegando perto da entrada escutei a banda quando começou o show e fiquei impressionado com uma guitarra solo esmerilhando no samba-funk-rock. Tocando as 6 cordas de uma PG , projetada e fabricada pelo próprio Pepeu, ele em pessoa.
Jorge Ben, a Banda do Zé Pretinho e Pepeu Gomes que ficou o show inteiro parando vez ou outra pra tocar pandeiro e cantar. Uma farra só.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Chocrível
O jornalista e acadêmico norte-americano Thomas Fawcett autor do excelente blog The Corner - baseado em Austin, Texas - criou um site dedicado ao soul brasileiro o Brazil Soul Power.
Lá estão diversas entrevistas com músicos como Carlos Dafé, Hyldon, Luiz Vagner, Gérson King Combo e "o bom" Eduardo Araújo que conta um pouco sobre seu disco A Onda É Boogallo, produzido pelo Tim Maia que versionou para o português vários clássicos do soul e defendeu um levadinho legal antes de se tornar "o cara" do funk/soul brasileiro. O álbum é considerado um marco da soul music em terra brasilis.
Na foto do arquivo pessoal de Eduardo Araújo, ele fazendo um som com Stevie Wonder.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Elza aderiu
Ontem tive uma noite memorável. Após mais uma edição do Lero-lero Musical na Livraria Saraiva - onde fui agraciado com uma singela homenagem pelos serviços prestados à causa e participação - estive no CIC onde vi e ouvi a genial Elza Soares. Que energia minha gente! Aos 71 anos estava serelepe e fez o teatro chacoalhar ao som de sua voz rouca e cheia de sentimento acompanhada da nata dos músicos de Florianópolis e - no fim dos show- das velhas guardas de 3 escolas de samba da Capital.
No camarim, eu e o Zé Pereira fomos recebidos pela cantora que se entusiasmou com o Clube da Luta. Segundo Elza tá todo mundo na luta. Disse ela ainda que deveríamos tê-la avisado antes do show pois ela teria dado um grande recado no palco. Enfim, valeu demais. Ainda pudemos dar um beijo naquela face abençoada.
E não acabou. Ainda no embalo da boa música e vibrações positivas partimos em caravana rumo à Lagoa para assistir o show de Curumin e continuar nossa viagem na linha evolutiva da música popular brasileira.
Chegando ao John Bull, local do show, ouvi as melhores impressões possíveis sobre a apresentação da Samambaia Sound Club que abriu a noite e deixou o Curumin nos cascos. Vai ser funk assim lá na casa do chapéu. O cara manda ver na bateria e canta com muito suingue. Aquela cruza malandra de Trio Mocotó com Stevie Wonder. Nosso grupo, formado por este que vos escreve, Júlia Eleguida, Zé Pereira, Shei, Alexandre Luz e o Gil ( proprietário do Blues Velvet) se esbaldou e caiu na dança.
Em grande momento o BNegão, que havia se apresentado no mesmo local na noite anterior, deu uma canja excelente em Caixa Preta - faixa do álbum Japan Pop Show de Curumin onde o rapper carioca deu uma palha - e pegou a guitarra para mandar tudo pro espaço em Funk Até o Caroço. O reduzido público não se intimidou e caiu no groove.
Vacilões, se liguem que no sábado o Curumin faz um show extra no Vecchio Giorgio.
UPDATE: Maquinhos Espíndola tascou em seu blog um relato da jornalista Maristela Amorim que estava no camarim e, junto com o fotógrafo Fernando Willadino, registrou o momento em que eu e o Zé encontramos Elza.
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quarta-feira, 3 de setembro de 2008
"Eu fico louca"
Em 1978 a atriz Elizângela gravou descompromisadamente a música Pertinho de Você, composta, produzida e arranjada pelo seu amigo, o produtor Hugo Bellard. A proto-lambada foi um hit instantâneo assim que Hugo conseguiu lançá-la pela gravadora RCA, depois de ouvir muitos não.
O disco viria a se transformar no compacto simples mais vendido da história da música brasileira, com mais de 1 milhão de discos vendidos no Brasil e exterior.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Petisco Sonoro

O músico carioca Marcelo Frota (Momo), integrante do Fino Coletivo, mandou uma prévia de seu novo álbum solo - Buscador - disponível em seu perfil no MySpace. São 3 faixas do disco que sai na próxima terça, 22 de julho. As 10 músicas do segundo trabalho solo de Momo estarão disponíveis no site da Trama Virtual, no MySpace e em SMD.
O álbum dá continuidade aos tons invernais de A Estética do Rabisco, disco de estréia que saiu em 2007 pela Dubas Música / Universal, e além dos elogios na imprensa brasileira, entrou pra a lista de melhores discos de 2007 segundo o crítico da Down Beat e Chicago Reader, Peter Margasak. Foi ainda indicado como uma das revelações de 2007 na revista Muziq – Jazz Magazine – Paris – pelo crítico musical Dan Yvnek.
Com uma roupagem calcada no folk e pitadas de progressivo e psicodelia, o novo trabalho remete a uma sonoridade setentista - o compositor, cantor e violonista é fã dos primeiros discos de Fagner, Belchior e Clube da Esquina e foi produtor musical do projeto Álbum Duplo - Clube da Esquina, realizado no SESC Pompéia em 2007, que contou com participação de Beto Guedes.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Emite acordes dissonantes
Programa Arquivo N da Globonews que fala sobre os 40 anos do disco Tropicália. Ficou meia boca mas vale a pena ver pela entrevista com Tom Jobim.
O mestre sempre arguto mandou essa: " No Brasil você pode matar, pode roubar, só não pode dizer a verdade".
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Discoteca Básica - Jorge Ben - A Tábua de Esmeralda (1974)
Em Tábua de Esmeralda, Jorge manda brasa e castiga o violão e a garganta num clima espontâneo de festa no estúdio, com seu canto chorado e suíngue malandro de samba 4/4. O mestre do samba-rock-afro-soul faz balançar com levadas tortas e letras que misturam ocultismo e textos alquímicos com celebrações. Discaço.
Nego véio
Primeira parte de uma entrevista com o guitarreiro Luis Vagner Dutra Lopes,um dos pais do samba-rock e compositor de inúmeros sucessos gravados por Demetrius, Ronnie Von, Wilson Simonal, Bedeu, Wando, Bebeto, Vanusa, Jorge Ben e inúmeros outros. O cara é uma máquina de compor.
Luís Vagner canta paca e suinga maravilhosamente no violão de nylon bluesy. O entrevistador é o jornalista Toninho Spessoto.
E de brinde:
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Love is All We Need
terça-feira, 13 de maio de 2008
Teatralidade
O irriquieto camarada Jean Mafra está de malas prontas para ir ao Rio de Janeiro. Junto com seu comparsa Jaguarito Canhota De Ouro, ele se apresenta na próxima segunda, 19 de maio, na Rua do Mercado, em frente ao espaço/teatro Casa do Mercado, ao lado dos músicos Arturo “Bandini” Cussen e da atriz (e cantora) Paula Braun. O show acontece na festa de encerramento da temporada da peça Onde Você Estava Quando Eu Acordei? de Sidnei Cruz, que tem a trilha sonora e direção musical do vocalista da Samambaia Sound Club.Aqui uma palhinha da trilha: Poema, bilhete,manifesto, canção .
Jean, se tu voltar de avião traz um sanduíche de pernil do Cervantes pra mim.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Atividade

Sexta apresentamos uma composição nova que chicletou no ouvido de nós quatro enquanto foi sendo feita. Chama Guiomar. É um samba-funk-rock-beatlenesco que conta uma história bem humorada de um encontro frustrado. Do limão a limonada. Noite de balanço, suíngue e aquele astral todo que só na Célula e com o público atento e participante do Clube da Luta você pode encontrar. Plus a discotecagem chique e efervescente. Bora lá.
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Um pilantra renascentista

A história da música brasileira nunca teria sido a mesma sem Carlos Imperial. O "Gordo" jogou nas 11. Foi ator, cantor, compositor, produtor, apresentador de TV, disc-jóckei, jornalista, colunista, cineasta, roteirista, e o diabo a quatro.
Dos anos 50 aos 80, Imperial esteve em todas. Ajudou a lançar Roberto Carlos e Erasmo, Wilson Simonal e Fábio. Compôs e produziu músicas para Tim Maia, Elis, Clara Nunes, Jair Rodrigues, e uma miríade de artistas . Foi parceiro de Ataulfo Alves, Eduardo Araújo e outros tantos.
Era enturmado com o pessoal da Bossa Nova mas lançou o rock no Brasil e nos anos 60 criou um estilo que chamou de Pilantragem, cujo maior representante foi Wilson Simonal, ex-secretário do Gordo.
A vida de Imperial ilustra perfeitamente aquela frase famosa de Chico Science: "Diversão levada à sério". Segue um texto dele sobre a Pilantragem:
“Nascimento, mudanças e apogeu da Pilantragem”
O negócio aconteceu assim: Simonal me pediu para inventar uma nova jogada. Sugeri então em transformar o samba em compasso quaternário, pois assim o cantor ficaria mais à vontade para se mostrar. Bolamos o estilo e eu compus então a primeira música de Pilantragem: “Mamãe passou açúcar ni mim”. Peruzzi foi chamado e bolamos que, como o Iê-Iê-Iê estava na onda, o negócio tinha que ser com guitarras. Criamos então o Samba-Jovem e nós definíamos: “Batida de samba e môlho de Iê-Iê-Iê”. Aí entrou Cesar Camargo Mariano na jogada com o seu Som 3 e começou a bolar novos arranjos. Nonato Buzar, amigo antigo e compositor de música tradicional, juntou-se a mim para fazermos músicas juntos. Fizemos “Carango”, que Buzar achava horrível e deprimente. Um dia propôs-me: “Se você acha que a música é realmente sensacional e que vai dar muita grana, me dá 100 contos agora que ela fica sendo só sua”. Foi um custo para convence-lo de que o samba-jovem ia dar pé. Quando “Carango” estourou e Buzar recebeu uma grana violenta como meu parceiro, foi correndo para casa e jogou fora tôdas as músicas sertanejas e dias depois veio a safra de “Uni-du-ni-tê”, “Vesti azul”, etc.
Eu, Simonal e Cesar Mariano trabalhávamos juntos na TV Record e a palavra que mais usávamos era Pilantragem. Tudo era Pilantragem e resolvemos oficializar a mudança do Samba-Jovem para Pilantragem. Eu compus então, “Nem vem que não tem”, cuja letra define bem o sentido da Pilantragem. Cesar Mariano fêz os arranjos (Toninho na Bateria e Sabá de Baixo para dar o môlho) e Simonal gravou como se estivesse tomando banho: completamente à vontade. No início da música, Simonal, com aquela voz de Pila (falar com os lábios fazendo bico) disse: “Vamos voltar à Pilantragem”. Estava definitivamente lançada a Pilantragem como música, arranjo e filosofia (veja letra de “Nem vem que não tem”).
Pilantragem é a apoteose da irresponsabilidade consciente.
*Texto retirado da contracapa do disco “Pilantrália”
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Leia o livro
Absolutamente ducaralho este vídeo do Tim.
Ganhei no Natal a biografia do mestre do funk-samba-soul escrita pelo Nelson Motta. É imperdível mesmo. Li em 2 dias. O amigo de Tim o coloca em seu lugar de direito dentro da música brasileira: entre os melhores de todos os tempos.
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
O Retorno
O que será, que será? Que andam suspirando pelas alcovas? O certo é que o Clube da Luta Floripa retorna em janeiro de 2008 com tudo. Com sede própria, na Célula Cultural Mané Paulo, no bairro Joaõ Paulo, mais conhecido como Saco Grande e com a participação de 6 bandas no Planeta Atlântida.
2008 desponta com a promessa de ser o melhor ano da história da música pop feita em Floripa e SC.
sábado, 24 de novembro de 2007
Tim Maia é o cara

A recém-lançada biografia de Tim Maia, escrita por Nelson Motta, chegou às livrarias. Intitulada Vale Tudo - O som e a Fúria de Tim Maia a história do gordoidão merecia mesmo ser contada e ninguém melhor do que o jornalista e agitador cultural, amigo pessoal do mestre do soul-funk brasileiro.
E o lançamento conta com um hotsite bem legal onde dá para ouvir dezenas de músicas do Tim, ver várias fotos e de lambuja ler alguns capítulos do livro. Chega lá.
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