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sábado, 7 de fevereiro de 2009

Falso moralismo


Genial este texto que pesquei lá no Matias, que pescou no Cardoso, que pescou daqui onde há uns links bem interessantes.

A resposta que Michael Phelps deveria dar à sociedade norte-americana.

Dear America,

I take it back. I don’t apologize.

Because you know what? It’s none of your goddamned business. I work my ass off 10 months a year. It’s that hard work that gave you all those gooey feelings of patriotism last summer. If during my brief window of down time I want to relax, enjoy myself, and partake of a substance that’s a hell of a lot less bad for me than alcohol, tobacco, or, frankly, most of the prescription drugs most of you are taking, well, you can spare me the lecture.

I put myself through hell. I make my body do things nature never really intended us to endure. All world-class athletes do. We do it because you love to watch us push ourselves as far as we can possibly go. Some of us get hurt. Sometimes permanently. You’re watching the Super Bowl tonight. You’re watching 300 pound men smash each while running at full speed, in full pads. You know what the average life expectancy of an NFL player is? Fifty-five. That’s about 20 years shorter than your average non-NFL player. Yet you watch. And cheer. And you jump up spill your beer when a linebacker lays out a wide receiver on a crossing route across the middle. The harder he gets hit, the louder and more enthusiastically you scream.

Yet you all get bent out of shape when Ricky Williams, or I, or Josh Howard smoke a little dope to relax. Why? Because the idiots you’ve elected to make your laws have, without a shred of evidence, beat it into your head that smoking marijuana is something akin to drinking antifreeze, and done only by dirty hippies and sex offenders.

You’ll have to pardon my cynicism. But I call bullshit. You don’t give a damn about my health. You just get a voyeuristic thrill from watching an elite athlete fall from grace–all the better if you get to exercise a little moral righteousness in the process. And it’s hypocritical righteousness at that, given that 40 percent of you have tried pot at least once in your lives.

Here’s a crazy thought: If I can smoke a little dope and go on to win 14 Olympic gold medals, maybe pot smokers aren’t doomed to lives of couch surfing and video games, as our moronic government would have us believe. In fact, the list of successful pot smokers includes not just world class athletes like me, Howard, Williams, and others, it includes Nobel Prize winners, Pulitzer Prize winners, the last three U.S. presidents, several Supreme Court justices, and luminaries and success stories from all sectors of business and the arts, sciences, and humanities.

So go ahead. Ban me from the next Olympics. Yank my endorsement deals. Stick your collective noses in the air and get all indignant on me. While you’re at it, keep arresting cancer and AIDS patients who dare to smoke the stuff because it deadens their pain, or enables them to eat. Keep sending in goon squads to kick down doors and shoot little old ladies, maim innocent toddlers, handcuff elderly post-polio patients to their beds at gunpoint, and slaughter the family pet.

Tell you what. I’ll make you a deal. I’ll apologize for smoking pot when every politician who ever did drugs and then voted to uphold or strengthen the drug laws marches his ass off to the nearest federal prison to serve out the sentence he wants to impose on everyone else for committing the same crimes he committed. I’ll apologize when the sons, daughters, and nephews of powerful politicians who get caught possessing or dealing drugs in the frat house or prep school get the same treatment as the no-name, probably black kid caught on the corner or the front stoop doing the same thing.

Until then, I for one will have none of it. I smoked pot. I liked it. I’ll probably do it again. I refuse to apologize for it, because by apologizing I help perpetuate this stupid lie, this idea that what someone puts into his own body on his own time is any of the government’s damned business. Or any of yours. I’m not going to bend over and allow myself to be propaganda for this wasteful, ridiculous, immoral war.

Go ahead and tear me down if you like. But let’s see you rationalize in your next lame ONDCP commercial how the greatest motherfucking swimmer the world has ever seen…is also a proud pot smoker.

Yours,

Michael Phelps

Cabeça feita

Dia 3 de maio próximo veremos a TFP catarinense dar chiliques com certeza. O festival de falso moralismo vai ser bonito. As vovós dessa gente já estão assando biscoitinhos.

Está sendo programada a realização da Marcha da Maconha na capital catarinense.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Spinning Wheel




Hemp for Victory dizia o governo dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial para incentivar a plantação da erva milenar.

domingo, 12 de outubro de 2008

Enlightenment



“O que é isso, Mamãe?” perguntou Jackie. “Você e o papai estão fumando um cigarro?”

“Não, querida,” disse sua mãe. “Isto é um baseado. É feito de maconha.”

“Maco-o-o quê?” perguntou Jackie, sonolenta.

“Maconha,” seu pai sorriu, “é uma planta.”

“Que tipo de planta?”

“Bem...” disse sua mãe, “que tal andarmos de bicicleta amanhã, e eu te conto tudo sobre essa planta. Combinado?”

“Combinado,” disse Jackie...


Trecho e ilustração do livro It's Just a Plant, " uma história para crianças sobre a maconha".

sábado, 9 de agosto de 2008

Natural Mystic



Hoje Gilberto Gil faz show no Clube 12 de Agosto no Centro de Florianópolis. O mesmo lugar onde se apresentou em 1976 com os Doces Bárbaros.

Na época o folclórico delegado Elói, mirando o colunista e agitador Beto Stodieck que produziu o show, prendeu Gil com maconha em seu quarto no hotel Ivoran.

O vídeo acima é trecho do documentário "Doces Bárbaros" de Jom Tob Azulay.

Meus amigos direitistas que usufruem de incentivos fiscais, não sejam casquinhas e repitam comigo: " O Gil é massa!".

Via Vitrola.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Fez a horta na varanda

Dois juízes federais de Buenos Aires absolveram um homem que havia sido processado por ter uma plantação de maconha na varanda de seu apartamento na capital argentina.

Na decisão divulgada nesta terça-feira (10), os juízes Eduardo Farah e Eduardo Freiler consideraram inconstitucional que o réu (cuja identidade não foi revelada) fosse punido por ter seis vasos com a planta Cannabis sativa para uso pessoal, concordando com o argumento da defesa de que a plantação não atentava contra a "saúde pública".

Farah e Freiler entenderam, segundo a imprensa argentina, que este cultivo não é crime porque o homem não planejava comercializar o produto e atuava no "âmbito de sua privacidade".


Via G1.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Cosmos

"Eu bebo moderadamente, já usei drogas e eu gosto da maconha. Eu tenho uma visão diferente dos americanos sobre ela.

O pai da minha melhor amiga, Sasha, era o astrônomo Carl Sagan. Ele era o maior fumador de erva do mundo e era um gênio.

Eu nunca fui uma grande fumadora mas eu penso que a visão da América sobre a maconha é ridìcula. Fala sério! Se todas as pessoas fumassem o mundo seria um lugar melhor.


Eu não digo ficar chapada o dia inteiro. Acho que se for usada inapropriadamente, a maconha pode bloquear a criatividade e te deixar muito ensimesmado".


A atriz Kirsten Dunst no jornal britânico The Sun, em abril de 2007.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Don't look back in anger

Os bem-intencionados Trabalhistas da Inglaterra estão apoiando a reclassificação da maconha de uma droga classe C para classe B, aumentando a repressão e as punições contra os usuários, o que contraria a política que o mesmo partido vinha mantendo e que estava diminuindo o número de usuários.

O primeiro-ministro Gordon Brown desconsidera com esta guinada, o comitê criado por ele próprio para assessorá-lo no assunto.

O contrasenso é apontado por inúmeros comentários no site do partido, dos quais destaco um do filiado que se apresenta como Douglas:
"Esta mudança me impeliu a cancelar minhas doações anuais ao partido e está me fazendo considerar seriamente minha filiação, esta política de "editoriais do Daily Mail" me lembra dos anos "Tory" de Thatcher e Major. Gordon Brown está se revelando um bufão em não ouvir os especialistas e eu acredito que este estilo vai resultar em duas coisas: um próximo governo conservador e ele irá para a história como o pior primeiro-ministro trabalhista de todos!"


Eu achei isso tão legal. Daí pensei cá comigo se os nossos principais partidos já entraram na era Web 2.0 e também estão abertos ao diálogo em seus sites e abrem os comentários nas notícias e artigos. O que constatei foi o seguinte:


Tá maus.