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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Batalha campal 2


O Diário Catarinense deu uma grande bola dentro com a publicação de um site especial sobre a Novembrada, onde reúne bastante material sobre a revolta popular contra a ditadura que completou 30 anos no dia de ontem.

Nas mesmas ruas onde na semana passada palhaços brigavam com balões cheios d'água e farinha, há 30 anos o povo de Floripa - que tão pacatamente vem aceitando desmandos, atos corruptos e conluios entre governo, imprensa, sindicatos e empresários - naquela ocasião revoltou-se. 

Na foto, um dos raros momentos de descontração da visita do presidente João Baptista Figueiredo à Florianópolis: uma pausa para um café no Ponto Chic, onde recebeu o título de membro do "Senadinho".

A partir dali a coisa só piorou e após muita pancadaria  a estada do presidente-milico acabou literalmente numa chuva de merda quando uma demonstração de um biodigestor deu chabu.

O episódio foi registrado pelo diretor Eduardo Paredes em 1998 no curta-metragem Novembrada com Lima Duarte muito bem como protagonista no papel do general que perguntado por uma criança o que faria se tivesse que viver com um salário mínimo, respondeu que "daria um tiro na cabeça."

O detalhe sórdido e escroto na comemoração dos 30 anos do episódio foi o infeliz comentário do Luis Carlos Prates no Jornal do Almoço. Como bem provocou o camarada Alexandre Gonçalves no Twitter "'E se um comentarista catarinense no JA de Porto Alegre dissesse sobre a Revolução Farroupilha o mesmo que o Prates disse sobre a Novembrada?"

Queria mesmo ver um, ou uma, catarina falar em horário nobre para a sociedade rio-grandense sobre a guerra perdida e transformada nessa aberração que é o MTG.

terça-feira, 3 de março de 2009

Ditabranda

Mais uma certeira do Latuff.

No próximo sábado haverá um ato público às 10 da manhã - em frente ao prédio da Folha de São Paulo, na Alameda Barão de Limeira, 425 - em protesto ao insulto à memória das vítimas da ditadura militar e aos professores Fábio Konder Comparato e Maria Victoria Benevides.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

A casa vai caindo

Num post intitulado É hora de rever a Lei da Anistia, Pedro Dória escreveu um texto claro, direto e na veia sobre o assunto levantado recentemente pelo ministro da Justiça Tarso Genro.

É bem simples. Tortura não é um crime anistiável.

Confiram lá um pouco do resultado da entrevista do jornalista com a professora Flávia Piovesan da PUC-SP, autoridade em direito internacional, com ênfase em direitos humanos.