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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Reincidente


Carlos Damião acaba de informar que a Polícia Federal deflagrou uma nova operação contra fraudadores da legislação ambiental. A Operação Dríade, que está sendo chamada por aí de Moeda Verde 2, vai cumprir 38 mandados de busca e apreensão e 14 de prisão. O foco da investigação está em Biguaçu, onde fica sediada a empresa Inplac de Fernando Marcondes de Mattos. E adivinha quem tá de novo no rolo?

Damião informa ainda que o filho de um vereador agrediu o jornalista Ozias Alves Júnior, editor do jornal Biguaçu em Foco, com uma tijolada.

A Esquerda Festiva torce para que ele esteja bem. Ozias é uma figuraça. Inteligente, articulado, apoiador da música catarinense, roqueiro e um poliglota que sabe inclusive tupi-guarani e esperanto. Conheci-o quando frequentávamos os bancos do curso de jornalismo da UFSC.

Leia mais aqui.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Moeda no ventilador





Essa é a primeira página do relatório final sobre a Operação Moeda Verde entregue pela delegada Júlia Vergara para a Justiça ( cortesia do blog De Olho na Capital). E César Valente, que passou o último fim de semana debruçado sobre as 743 páginas do documento, publicou novos trechos e uma excelente entrevista com a procuradora da República Analúcia Hartmann. Segue um aperitivo:


Como conciliar desenvolvimento e meio ambiente?

O ideal é que, em vez de procurar briga, tentar passar qualquer coisa e construir qualquer coisa, que se procurasse ajudar o governo do estado e os municípios a fazer alguma coisa que seja realmente boa pra todo mundo e para o futuro. Que não seja uma coisa só para o lucro imediato. Uma exploração sustentada mesmo, no sentido de aproveitamento hoje e manutenção, para o futuro, dos mesmos recursos naturais.

E tem que pensar nessa concertação entre poderes e população. Porque é muito difícil imaginar desenvolvimento sustentável e miséria. E na verdade esses equipamentos turísticos que não levam em consideração a população tradicional, acabam gerando bolsões de miséria que inviabilizam o turismo de qualidade, criando um círculo vicioso.