Baita festa rolou no Clube da Luta na sexta. Neno Miranda, Tijuquera +2 ( Andrey e Neno), John Bala Jones e Da Caverna. Esta última subiu no palco com os três integrantes peladões com meias no pau. Tocaram duas músicas, o hit Fuck-Fuck e a nova Descalço e Sem Meia e foi isso. Confiram um trecho com o perdão pelo péssimo aúdio.
O pessoal da Cachorro Grande, que gravou um programa da MTV neste mesmo dia no Mercado Público e no Vecchio Giorgio com Maltines e Aerocirco, chegou à tempo de assistir os irmãos Zimmermann e curtir o baile animado do DJ Zé Pereira que se estendeu noite adentro.
O baterista Gabriel me contou que a cachorrada ficou impressionada com a qualidade das bandas que viu aqui em Santa Catarina. A gente já sabia né. Mas logo o Brasil, quiçá o mundo vai conhecer melhor a mistura dese caldeirão.
Casa cheia de gente bonita, alegre, apreciando a música, os amigos, a alegria de viver e coisas mais. Gastão Moreira tava com um sorriso de orelha à orelha: " Que público massa, só curtindo, dançando, sem briga".
Assim é o Clube da Luta Floripa. Nossa luta é outra. E toda sexta é celebrada na Célula.
Mostrando postagens com marcador john bala jones. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador john bala jones. Mostrar todas as postagens
domingo, 27 de julho de 2008
sexta-feira, 25 de julho de 2008
É como eu sempre digo...

...Bora lá.
A noite de sexta que movimenta a música autoral numa festa. Só sonzera a R$5 pra quem chega até às 23 horas. Depois é dez pila.
Abertura com nosso querido "anti-traidor do movimento" Neno Miranda - atualmente vivendo em Sampa + Tijuquera quebrando a casa com as participações do Andrey e do Neno + John Bala Vicious + Da Caverna que deve fazer uma apresentação curta e grossa com música nova, de acordo com nossas fontes internas.
Chegue cedo e entre no clima. Antes, durante e principalmente depois de tudo isso temos o baixo nível do proibidão DJ Zé Pereira. Get down on it!
Marcadores:
amigos,
ativismo,
clube da luta,
clube da luta floripa,
da caverna,
festa,
florianópolis,
john bala jones,
música,
música catarinense,
neno miranda,
tijuquera
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Memória da música pop catarinense
Com a devida autorização de seus autores o blog Esquerda Festiva traz para a internet um documentário histórico. O retrato de uma cena musical que sacudiu Floripa e Santa Catarina nos anos 90, da qual participei como idealizador, guitarrista e compositor da banda Phunky Buddha.
O vídeo Sete Mares Numa Ilha, lançado em 1999, foi parte de uma tese de doutorado da psicóloga social Kátia Maheirie que - junto com o jornalista André Gassen - analisou as reais conexões entre os "sete mares" da Ilha de Santa Catarina e a tentativa de se estabelecer uma cena a partir do trabalho de bandas com propostas diversas. Participam Dazaranha , Iriê, Stonkas y Congas, Tijuquera, Phunky Buddha, Primavera nos Dentes e Rococó. Esta última se tornaria o John Bala Jones.
Algumas lições para hoje, boas risadas e cenas levemente constrangedoras, incluindo o tombo de skate de Jorge Gómez que o afastou do contrabaixo por umas semanas.
Para situar um pouco.
No início dos anos 90 surgiu no atual bairro João Paulo em Florianópolis - então conhecido como Saco Grande - a banda Dazaranha que priorizou o repertório autoral e influenciou toda uma turma que gravitava pelo antológico Boulevard da Lagoa, pelo centro de artes da Udesc, festas no Morro do Badejo, Luau na Mole, Berro D'água, L'Equinox, Fly, Barulho do Mar e por outros pontos da boemia underground numa noite menos segmentada do que a atual.
Várias bandas surgiram tocando suas composições e logo havia um público cativo para muitas delas. Um bom exemplo do qual posso falar com propriedade foi o que se pode considerar o primeiro show oficial da Phunky Buddha. Numa noite em que fomos a única atração no Barzil na Lagoa da Conceição, estiveram presentes 470 pagantes. E na época só tocávamos nossas músicas e apenas um cover ou outro pelas apresentações que logo aconteciam por todo o interior do Estado e no Paraná.
E assim era com todas as bandas entrevistadas por Katita e Gassen. Como lembrou o Marcinho da Costa num papo outra noite no Célula, "naquele tempo a gente recebia uma porrada de telefonema para contratar shows e hoje só correndo atrás".
As bandas tocavam quase todos fins-de-semana em bares, eventos e festas. Esboçou-se um movimento mas não havia interação entre músicos, respaldo da mídia e a internet em seus primórdios era acessível para poucos.
Atualmente há um renascimento sobre bases mais sólidas. Santa Catarina é certamente um dos segredos mais bem guardados da música brasileira. Há uma efervescência nas ruas. Iniciativas pipocam pelo Estado. Em cada região alguns jovens empreendedores buscam consolidar um circuito para a música autoral catarinense. Esta é a nossa luta. Clube da Luta, Marcos Espíndola, Mundo 47, Válvula Rock, Célula, Barba Ruiva, Insecta, JB Pub, Tra-lá-lá, Devassa/Rocket/RaveMetal, Fancaria, Curupira, Psicodália, Rural Rock, Sol da Terra, Tschumistock e Transitoriamente
são alguns dos muitos outros festivais, bares, espaços culturais, músicos, jornalistas, produtores, blogueiros, fotógrafos, ativistas e entusiastas que movimentam o cenário.
Um agradecimento ao Jeco Thompson que me deu uma cópia digitalizada pois eu só tinha o original em VHS.
Divirtam-se. Lembrando que clicando na cruzinha você assiste o vídeo em tela cheia.
.
Marcadores:
amigos,
andré gassen,
dazaranha,
documentário,
iriê,
john bala jones,
kátia maheirie,
phunky buddha,
primavera nos dentes,
rococó,
tijuquera
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Porradaria
Marcadores:
aerocirco,
ativismo,
capim madeira,
célula,
célula cultural mané paulo,
clube da luta floripa,
john bala jones,
música,
música catarinense
Assinar:
Postagens (Atom)
