Essa peguei lá do Tio César que com seu peculiar senso de humor fala sobre a última sandice do governador. LHS assumiu pra valer o seu lado " O Sul é meu país'.
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terça-feira, 14 de abril de 2009
Pirou o cabeção!
Essa peguei lá do Tio César que com seu peculiar senso de humor fala sobre a última sandice do governador. LHS assumiu pra valer o seu lado " O Sul é meu país'.
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Eu vejo coisa e não morro
Confiram lá no blog do César Valente os absurdos ligados à inauguração do teatro Pedro Ivo no Centro Administrativo da SC-401. É de rir, pra não chorar.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Farinha do mesmo saco
Do César Valente sobre a greve de motoristas e cobradores. Assino embaixo. Pelegada!
Também acho que não dá pra facilitar, quando se negocia com prefeitura, sindicato de patrões e sei lá mais quem. Mas o prejuízo que os motoristas e cobradores causam a cada um dos usuários, que são tão vítimas quanto eles, é inexplicável, indesculpável e deveria ser inesquecível.
Anotem nos caderninhos o que sofreram hoje, pra que quando alguém inventar de colocar veículos de transporte coletivo automatizados, sem motorneiros e cobradores, a população não fique morrendo de pena nem se coloque do lado dos “coitadinhos”.
Lembrem-se que, ao planejar as lutas deles (que até podem ser legítimas e necessárias), nada fizeram para evitar o dano à parte mais fraca e sofrida. Que deveria ser tratada melhor, para apoiar a luta, para testemunhar que eles merecem ser melhor pagos.
Com tamanha insensibilidade política e humana, eles se igualam àqueles a quem acusam de maltratá-los. Farinha do mesmo saco. Se merecem.
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Extra!Extra!
Olha só a bomba que César Valente publicou:
Vocês sabem que as notas que estão aqui são, normalmente, aquelas publicadas na coluna De Olho na Capital, na página 3 do jornal Diário do Litoral, o DIARINHO. E lá, como em todo jornal de papel, o espaço é finito. Num blog não é, basta rolar a tela e continuar escrevendo.
Por isso, tive que dar, no jornal, a seguinte explicação:
“Recebi ontem uma cópia do livro “A descentralização no banco dos réus”, em que Nei Silva, da revista Metrópole, entrega as negociatas que fez com o governo LHS. Um escândalo. Depois de muito pensar, decidi deixar o espaço da coluna para as boas memórias de 1968. O escândalo ficou pra amanhã.”
É possível que, com esta decisão, tenha deixado de publicar primeiro, ou pelo menos junto com outros colegas, alguma coisa sobre esta bomba que acaba de estourar no colo do governo. Mas pensei cá com os meus botões: escândalo tem todo dia. Este não será o último. E entre recordar um tempo em que estávamos unidos em lutas que pareciam mais dignas e cortar o material para caber a lama do dia, preferi manter o espaço todo para 1968.
Como a coisa é muito quente, provavelmente não conseguirei esperar até amanhã. E isso beneficiará os leitores do blog, que talvez tenham aqui notas sobre isso hoje, ao longo do dia, à medida em que for preparando o material do jornal. Uma inversão: em vez de ler aqui o que foi antes enviado para o jornal, lerão primeiro aqui o que depois será mandado para lá.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Dá-lhe Tio César!

"Achar que torturar e matar bandido resolve algum problema é idéia que nasce da mesma cabeça de jerico que acha que só merece viver quem concorda com o que a gente pensa".
César Valente em seu blog/coluna do Diarinho hoje
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Moeda no ventilador

Essa é a primeira página do relatório final sobre a Operação Moeda Verde entregue pela delegada Júlia Vergara para a Justiça ( cortesia do blog De Olho na Capital). E César Valente, que passou o último fim de semana debruçado sobre as 743 páginas do documento, publicou novos trechos e uma excelente entrevista com a procuradora da República Analúcia Hartmann. Segue um aperitivo:
Como conciliar desenvolvimento e meio ambiente?
O ideal é que, em vez de procurar briga, tentar passar qualquer coisa e construir qualquer coisa, que se procurasse ajudar o governo do estado e os municípios a fazer alguma coisa que seja realmente boa pra todo mundo e para o futuro. Que não seja uma coisa só para o lucro imediato. Uma exploração sustentada mesmo, no sentido de aproveitamento hoje e manutenção, para o futuro, dos mesmos recursos naturais.
E tem que pensar nessa concertação entre poderes e população. Porque é muito difícil imaginar desenvolvimento sustentável e miséria. E na verdade esses equipamentos turísticos que não levam em consideração a população tradicional, acabam gerando bolsões de miséria que inviabilizam o turismo de qualidade, criando um círculo vicioso.
sábado, 27 de outubro de 2007
Gente que faz...merda
Tio César tá cuspindo fogo essa semana. Sensacional os últimos posts onde o jornalista do Diarinho nos dá as quentinhas do governo LHS.
Transcrevo um destes posts sobre o Edson Machado, aquela alma refinada que ocupou o mais alto cargo cultural no governo do Estado.
Putz. Eu fiquei intôchicado.
Transcrevo um destes posts sobre o Edson Machado, aquela alma refinada que ocupou o mais alto cargo cultural no governo do Estado.
"Sabe aquele Edson Machado, de cabelo lustroso, que nada fez pela cultura da capital quando “dirigiu” a Fundação Catarinense de Cultura?
Pois eu era um daqueles tolos idiotas que achava que ele tivesse saído do governo em desgraça. Claro, porque, por atos e omissões, ele foi um dos principais responsáveis pela a disseminação da idéia de que LHS não gosta de Florianópolis (no mínimo porque, ao colocar o rapaz à frente a FCC, LHS já deixou bem claro que a capital não é prioridade).
Pois bem, eis que ele reaparece agora, no Japão, em alto estilo: “negociando” com o Tokyo Ballet uma apresentação no Festival de Dança de Joinville de 2009 e, coisa pouca dentro da megalomania reinante, “em outras 14 cidades catarinenses e da América do Sul” (fosse eu um jogador, apostaria que Florianópolis não está nessa relação).
O moço ocupa a turística função de “diretor de Relações Internacionais” da secretaria de Articulação Internacional (cujo secretário é o Quirido). Exceto pelo fato de estarmos pagando as passagens, diárias e salários do prestigiado diretor, diria que é melhor que ele fique numa função onde provavelmente causará menos danos a Florianópolis, do que onde estava. Embora o ideal fosse mesmo livrar o contribuinte (ou pelo menos o contribuinte da capital) de mais esse peso".
Putz. Eu fiquei intôchicado.
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