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segunda-feira, 16 de março de 2009

"Eu sou Dário Berger doente"



Fiz uma brincadeirinha com as gravações da última sensação do momento - o Tenente Coronel Newton Ramlow fazendo campanha pro Dário Berger, dentro do quartel e no horário de serviço - mais um pouquinho de uma animado bate-papo entre o prefeito e o então vereador Juarez Silveira.

Se dizem que Floripa é a ilha do reggae, aí está. Divirtam-se.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Wasted land

O ano termina com notícias alarmantes. Começo a pensar que Floripa tem somente duas saídas: a ponte e o aeroporto.

Nossa terra foi vendida e saqueada. Não há Ministério Público, não há Tribunal de Contas, não há Câmara de Vereadores e, principalmente, não há vergonha na cara dos governantes eleitos e sabedoria na maioria do eleitorado.

Que nojo!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

"Hey Al Capone, vê se te emenda..."

- CASAIS. Governador Luiz Henrique da Silveira embarcou, quinta-feira, num avião em Roma, encerrando férias na Europa, com a mulher Ivete e o casal Iolanda e Fernando Marcondes de Mattos.

Via Cacau Menezes

quarta-feira, 16 de abril de 2008

O outro lado da moeda



Vários e-mails chegaram informando que a Floram vai demolir amanhã, quinta-feira, o famoso Bar do Chico no cumprimento de decisão judicial.

Não é primeira, nem a segunda, vez que tentam acabar com o reduto que é um dos pontos mais tradicionais da praia do Campeche.

Faço coro com o bróda Espíndola: "... Ainda que a demolição do Bar do Chico esteja amparada pela força de uma decisão judicial (que em tese é cega e não deveria fazer distinções entre o bangalô ou o palacete), eu gostaria de ver então os já citados Il Campanário, o Costão do Santinho e seu campo de golfe, o KM 7 do senhor Leandro Adegas, o Colégio Energia e todas aquelas provas materiais erguidas (e já quase concluídas) por essa quadrilha, amanhã, no chão!".

Na foto de Felipe Obrer, o seu Chico.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Moeda no ventilador





Essa é a primeira página do relatório final sobre a Operação Moeda Verde entregue pela delegada Júlia Vergara para a Justiça ( cortesia do blog De Olho na Capital). E César Valente, que passou o último fim de semana debruçado sobre as 743 páginas do documento, publicou novos trechos e uma excelente entrevista com a procuradora da República Analúcia Hartmann. Segue um aperitivo:


Como conciliar desenvolvimento e meio ambiente?

O ideal é que, em vez de procurar briga, tentar passar qualquer coisa e construir qualquer coisa, que se procurasse ajudar o governo do estado e os municípios a fazer alguma coisa que seja realmente boa pra todo mundo e para o futuro. Que não seja uma coisa só para o lucro imediato. Uma exploração sustentada mesmo, no sentido de aproveitamento hoje e manutenção, para o futuro, dos mesmos recursos naturais.

E tem que pensar nessa concertação entre poderes e população. Porque é muito difícil imaginar desenvolvimento sustentável e miséria. E na verdade esses equipamentos turísticos que não levam em consideração a população tradicional, acabam gerando bolsões de miséria que inviabilizam o turismo de qualidade, criando um círculo vicioso.

domingo, 28 de outubro de 2007

Eita!



O Diário Catarinense publica matéria hoje com trechos do relatório final da Operação Moeda Verde, entregue pela delegada Júlia Vergara para a Justiça.

Num trecho do documento ela afirma, sobre a Lei da Hotelaria, que: "De acordo com os áudios interceptados, o Projeto de Lei Complementar foi apresentado por Dário Berger com o intuito de atender os interesses de Fernando Marcondes de Mattos, proprietário do Costão do Santinho". E por aí vai.

O relatório contém diálogos imperdíveis. Adorei um em que o ex-vereador Juarez Silveira reclama para um assessor do prefeito que magoou por ter ficado de fora da entrega de R$ 500 mil, supostamente pagos por Marcondes para Dário, após ter feito toda a liga." A gente combina uma coisa, a gente fala. Aí vêm os caras aqui de manhã cedo. Levaram uma Mercedes completa, uma (Mercedes) ML e mais uma (Mercedes) C 200".


Para investigar essa ligação entre Dário e Marcondes, a delegada pediu ao juiz da Vara da Fazenda da Capital Zenildo Bodnar, a quebra do sigilo telefônico do prefeito e do empresário.

E não sei quanto a vocês mas eu estava curioso para saber onde o atual secretário Municipal Ildo Rosa, ex-delegado da PF, entrou nessa.

Segundo a delegada Júlia Vergara tudo indica que Rosa vazou informações privilegiadas para Juarez, após a prisão do mesmo quando vinha do Uruguai com o porta-malas cheio de birita contrabandeada.

E toda essa investigação pode até dar em nada, judicialmente, como afirmou o César Valente. Mas o estrago tá feito e a campanha de 2008 vai ser interessantíssima..

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Tá ruim



E a notícia do dia era o já esperado indiciamento do prefeito Dário Berger pela Polícia Federal no caso Moeda Verde. As coisas realmente não andam fáceis para ele. O prefeito da Capital foi enquadrado em quatro crimes: formação de quadrilha, advocacia administrativa, corrupção passiva e falsidade ideológica.

Dário acaba de mudar do PSDB para o PMDB, numa manobra patrocinada pelo governador LHS.O antes prefeito da vizinha São José é um erro na história de nossa cidade. Que essa página vire logo.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Cheio de vontades




O prefeito chorão tá bem encrencado. O mandato de Dário corre sério risco de ser abreviado por conta da tal Lei da Hotelaria.

Resumindo, ele montou a lei que beneficiaria os hoteleiros, que deixariam de pagar uma bolada de impostos para o município. As distorções no projeto são tão grandes que em alguns casos aconteceria a bizarra situação do município ficar devendo(?!) aos hoteleiros. Parece que o principal beneficiado seria Marcondes de Mattos, dono do Costão do Santinho preso na Operação Moeda Verde e que dizem, mas eu não afirmo, financiou a campanha para deputado do primeiro-irmão Djalma Berger. Este por sua vez foi aquele que se utilizou da Justiça para censurar a coluna Sem Cortes lá no site do Paulo Alceu, citado no post anterior.

E olha só este petisco oferecido via blog do Vieirão: uma ligação telefônica grampeada pela PF na Moeda Verde, mostra um diálogo entre o prefeito e o ex-vereador Michel Curi.



Michel: - Eu tô aqui com o doutor Marcondes e o Juarez…
Dário: - Certo!
Michel: - Na minha visão essa lei não ajuda a hotelaria de praia.
Dário: Tá!
Michel: - Em nada.
Dário: - Então… então faz a alteração que tem que fazer! […]
Michel: - E o exercício fiscal, né?!
Dário: - É. Agora é o seguinte: ele tá aberto. Inclusive, disse pro Juarez, é… pra gente fazer alteração que seja necessário pra atender, dentro de um certo equilíbrio, né? […] Mas eu tenho muita vontade aí… de… atender o doutor Marcondes […] O que vocês fizerem aí tá bom pra mim, tá?
Michel: - Tá, tá. Um grande abraço…