Muito boa a entrevista com Lobão exibida no último domingo no programa Estúdio SC. O lupino tagarela engoliu facinho a entrevistadora.
E não é de hoje que ele dá um banho em cima dos entrevistadores. Procurando o vídeo deste programa olha só o que eu achei.
Não se engane pelo título "Cacau entrevista Lobão". Na real o músico toma o microfone no primeiro momento e arrepia geral no camarim pós-show. Cenas imperdíveis.
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quarta-feira, 29 de abril de 2009
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Ziriguidum

Esse dialógo verídico acabou de ser travado no ar para toda Santa Catarina, ou boa parte do Estado. Acabei de assistir o início da cobertura do desfile das escolas de samba de Florianópolis na RBS.
Nos intervalos comerciais durante o horário nobre e esta noite toda o telespectador está sendo bombardeado com a super produzida propaganda oficial da Prefeitura sobre as "melhoras" da reforma ainda não-concluída da passarela Nego Quirido.
A apresentadora Márcia Manfro destacada para cobrir "gente importante, celebridades e as pessoas que fazem Santa Catarina" recebeu no camarote da emissora Dário Berger, LHS, Gilmar Knaesel e Gean Loureiro, nesta ordem.
O pupilo de LHS, sempre desenvolto, articulado e cheio de ziriguidum, afirmou que "nós somos um mini-Rio de Janeiro".
O pessoal lá no cadeião do Estreito aprovou a comparação.
Deu minha gente. Já desliguei a TV e vou pra galera.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
“O limite da notícia é a verdade”
O jornal Diarinho completou 30 anos e publicou na edição do final de semana uma entrevista com a editora-chefe Samara Toth Vieira da qual destaquei um trecho:
"...ele é altamente informativo, é um prestador de serviços nato, é esteticamente bonito e atrativo, tem uma linguagem agradável, é polêmico, divertido, enfim, um jornal que tem muito ‘sal’".
Lendo me lembrei de uma aula do professor Nilson Lage no curso de Jornalismo da UFSC onde ele falava de um certo jornal que de catarinense só tem o nome. Dizia Lage que tal jornal era um jornal para "cardíacos". Bem sem sal mesmo pra não ferir nenhuma susceptibilidade, se é que me entendem.
Com agradecimentos ao mestre César que disponibilizou a entrevista com a diretora do Diarinho na íntegra aqui.
Vale muito a pena conferir o que pensa a herdeira de Dalmo Vieira sobre Jornalismo e Santa Catarina.
"...ele é altamente informativo, é um prestador de serviços nato, é esteticamente bonito e atrativo, tem uma linguagem agradável, é polêmico, divertido, enfim, um jornal que tem muito ‘sal’".
Lendo me lembrei de uma aula do professor Nilson Lage no curso de Jornalismo da UFSC onde ele falava de um certo jornal que de catarinense só tem o nome. Dizia Lage que tal jornal era um jornal para "cardíacos". Bem sem sal mesmo pra não ferir nenhuma susceptibilidade, se é que me entendem.
Com agradecimentos ao mestre César que disponibilizou a entrevista com a diretora do Diarinho na íntegra aqui.
Vale muito a pena conferir o que pensa a herdeira de Dalmo Vieira sobre Jornalismo e Santa Catarina.
terça-feira, 8 de abril de 2008
220
Esse é velha mas é boa. O jornalista Lasier Martins da RBS de Porto Alegre - um tipo de Prates do Jornal de Almoço da matriz - toma um choque na Festa da Uva de Caxias do Sul. Aqui na versão funk.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Boa dica
Descobri lá no blog Coluna Extra, do amigo Alexandre Gonçalves - que não é ex-baterista do Phunky Buddha é um homônimo- o link para o Media Center da RBS. E o monopólio oferece de graça a possibilidade de assistir ao vivo os canais TvCom de SC e do RS, o Canal Rural, além de ter arquivos de diversas matérias de seus telejornais.
Ah, e tem um detalhe. Nos canais ao vivo há uma câmera postada na cabeceira das pontes Colombo Salles e Pedro Ivo. Como vocês podem ver aqui, o site informa que estamos vendo imagens da ponte Hercílio Luz (!?).
Bem, coloquei uma janela com essa imagens ao vivo das pontes na barra ao lado aqui do blog.
Ah, e tem um detalhe. Nos canais ao vivo há uma câmera postada na cabeceira das pontes Colombo Salles e Pedro Ivo. Como vocês podem ver aqui, o site informa que estamos vendo imagens da ponte Hercílio Luz (!?).
Bem, coloquei uma janela com essa imagens ao vivo das pontes na barra ao lado aqui do blog.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Procuradores enfrentam o monopólio da RBS
Direto do RS Urgente.
Quem leu o brilhante texto de Jaques Mick para o Observatório da Imprensa, em que ele conta os bastidores da negociação de compra pela RBS do jornal A Notícia, fica com a impressão de que o modus operandi do grupo gaúcho é bem semelhante ao de uma famosa organização italiana.
Procuradores da República entrarão com uma ação na Justiça Federal em Santa Catarina contra o grupo RBS, informa matéria de Raquel Casiraghi, da Agência Chasque. Eles acusam a empresa da prática de monopólio e de ter mais de duas emissoras no Estado, o que é ilegal. A RBS, segundo os procuradores, também desrespeita a legislação que estipula que as TVs cedam espaços em suas programações para iniciativas locais. Segundo Celso Três (foto), Procurador da República em Tubarão, a idéia da ação surgiu após a RBS comprar, em agosto de 2006, o jornal A Notícia, de Joinvile. Com o negócio, a empresa passou a dominar ainda mais o mercado de jornais em Santa Catarina, o que, na avaliação do procurador Celso Três, é prejudicial à população. Além do A Notícia, a RBS é proprietária dos jornais Diário Catarinense e Jornal de Santa Catarina. Situação semelhante ocorre no Rio Grande do Sul, onde a RBS é proprietária dos jornais Zero Hora, Diário Gaúcho, Pioneiro e Diário de Santa Maria.
O procurador disse à Agência Chasque: “Como em qualquer lugar o monopólio da mídia é terrível, é pior do que o monopólio em qualquer outro setor. Ele evidentemente trás danos ao consumidor. Quando falamos em mídia a situação é pior ainda, já que tratamos do princípio da pluralidade que está na Constituição. Não existe democracia sem imprensa livre, mas a liberdade de imprensa pressupõe a pluralidade, não existe liberdade de imprensa tendo um monopólio”.
Os procuradores querem anular a compra do jornal A Notícia, fazendo com o que o mesmo volte para antigo proprietário ou seja vendido para terceiros. Além disso querem alterações no sistema de televisão da RBS. Segundo Celso Três, a empresa possui seis emissoras em Santa Catarina, quando a lei permite até duas. Ele apresentou um exemplo dos efeitos negativos do monopólio midiático: “na última eleição em Santa Catarina passamos a campanha inteira ouvindo da RBS que sequer teria segundo turno, através do Ibope. Ocorreu o segundo turno, em que a RBS afirmava que a diferença entre os dois candidatos era de mais de vinte pontos percentuais, e no final, a diferença foi de 5%. Todo mundo sabe que a indução maciça eleitoral em favor de um ou outro candidato influi diretamente no eleitorado. E para resolver isso não adianta impedir as pesquisas, querer tirar do ar a emissora, a questão está justamente em permitir a pluralidade”.
Quem leu o brilhante texto de Jaques Mick para o Observatório da Imprensa, em que ele conta os bastidores da negociação de compra pela RBS do jornal A Notícia, fica com a impressão de que o modus operandi do grupo gaúcho é bem semelhante ao de uma famosa organização italiana.
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