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quinta-feira, 19 de março de 2009

Nosso herói


No último fim de semana meu camaradíssimo Yan Boechat esteve em Floripa e levei-o ao Clube da Luta. Durante a noite ele me contou uma passagem hilária do nosso querido Mutley, Mumu, ou Fábio Bianchini como queiram.

Disse Yan que esteve em presença de Mumu bebendo num lupanar da Paulicéia Desvairada. Eis que o mito Paulo César Pereio adentra o local tulmutuando o recinto. Após um papo muito chato, Mutley expulsou Pereio no grito e então continuaram a beber em paz.

Tudo isso só pra me redimir do atraso e comentar que Mumu lançou seis canções no MySpace com a algunha de Gambitos.

Ele juntou uma pá de velhos amigos da nobreza roqueira de Floripa e registrou as músicas no estúdio do Amexa.

Destaco a bela Summer Glory com seu clima sixtie ensolarado.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Frase da semana




"Foi tipo Tieta voltando para Santana do Agreste"

Fábio "Mutley" Bianchini comentando o show do CSS no festival Planeta Terra.

sábado, 29 de setembro de 2007

Quem responderá?

Nada como uma sacudida para acordar hein. Fábio Bianchini que andava meio apático, sem comentar muito os fatos locais, estava dando saudades do titular da Contracapa. Pois essa semana ele mandou muitíssimo bem na nota em que comenta o absurdo fechamento dos bares com música ao vivo na Lagoa. Disse ele:


A operação conjunta da Susp, Floram, Corpo de Bombeiros, Delegacia de Jogos e Diversões e Ministério Público que fechou vários bares da Lagoa da Conceição, na última terça-feira, é resultado da operação Silêncio Padrão, de todos esses órgãos, que em outubro deve ser intensificada ao receber a adesão da Vigilância Sanitária. O delegado e gerente de fiscalização de jogos e diversões, Arilto Zanelatto, explica que as interdições tiveram diferentes motivos: em alguns bares, foram por falta do alvará acústico, emitido pela Floram. Em outras, faltou o habite-se da prefeitura.

Ao longo da semana, os empresários regularizaram suas licenças e quase todos já tinham autorização para funcionar novamente, mas sem música ao vivo. Para essa, é preciso o alvará, para o qual é necessário o habite-se. O problema é que 90% é área de preservação permanente, onde, teoricamente, nada poderia haver sido construído, e os terrenos não têm escritura pública, são de posse. Assim, em Florianópolis, existem os alvarás ex-ofício, provisórios, e aí ninguém tem muita certeza de nada. Outra questão é que, para a emissão do habite-se, os estabelecimentos devem ter seis metros de afastamento da via pública (a rua) e estacionamento.

Cláudio Silva, do Drakkar, pergunta: se o problema é o habite-se, não o laudo acústico (que está em ordem), por que pode funcionar sem música, mas não com música? É estranho mesmo.

No fechamento da coluna, era aguardada uma reunião dos órgãos competentes para decidir o que será feito disso tudo. É uma série de questões sérias e importantes: se os bares com música não podem ficar na Lagoa, que sempre foi seu reduto, para onde vão? Ou não têm vez em Florianópolis? Se não tiverem, que tipo de turismo e cultura queremos na Ilha? O negócio é só boi-de-mamão e resort? As perguntas são sinceras, não são retóricas, não.