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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Todos os caminhos levam à Lagoa

Preparei um set de pornochanchada/soul/funk/eletro/ rock para hoje à noite na festa do Teatro- Udesc no Art Chopp, um barzinho super aconchegante que fica ao lado do Vecchio Giorgio na Lagoa.

Já soube que serei o segundo DJ a se apresentar e devo entrar à meia-noite, portanto amigas e amigos vamos lá que quero botá-los pra chacoalhar e se divertir à pampa.

Depois dessa festinha sigo para o John Bull onde participo da comemoração de 10 anos do Quarteto Banho de Lua. Entrei na banda em 1999 e permaneci até 2001. Turma da pesada. Butch, Sérgio Negrão,André Seben, Adriano Barvik, Richard Bondan e Luciano Bilu foram os músicos com quem dividi shows memoráveis tocando clássicos do rock, soul e jovem guarda.

Na noite festiva eles trazem o novo parceiro, Marcelo Nova, do Camisa de Vênus, que recentemente fez uma tour com o Quarteto como banda de apoio.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Babacaço



O fato lamentável ocorreu na última sexta no Vecchio Giorgio e virou pauta até do Cacau Menezes, que tem uma birra com o protagonista.

O cara chegou no bar e diante da recusa da banda Funkzilla em estender o show mediante uma quantia em $$$, foi ao dono que aceitou R$10000 em cash, mais um caro relógio, para que o grupo nunca mais tocasse lá.

A história veio à tona através da colunista Juliana Wosgraus, que não citou nomes. Mas logo surgiram os personagens e local.

O protagonista é herdeiro do Bradesco. Gente finíssima.

sábado, 29 de setembro de 2007

Quem responderá?

Nada como uma sacudida para acordar hein. Fábio Bianchini que andava meio apático, sem comentar muito os fatos locais, estava dando saudades do titular da Contracapa. Pois essa semana ele mandou muitíssimo bem na nota em que comenta o absurdo fechamento dos bares com música ao vivo na Lagoa. Disse ele:


A operação conjunta da Susp, Floram, Corpo de Bombeiros, Delegacia de Jogos e Diversões e Ministério Público que fechou vários bares da Lagoa da Conceição, na última terça-feira, é resultado da operação Silêncio Padrão, de todos esses órgãos, que em outubro deve ser intensificada ao receber a adesão da Vigilância Sanitária. O delegado e gerente de fiscalização de jogos e diversões, Arilto Zanelatto, explica que as interdições tiveram diferentes motivos: em alguns bares, foram por falta do alvará acústico, emitido pela Floram. Em outras, faltou o habite-se da prefeitura.

Ao longo da semana, os empresários regularizaram suas licenças e quase todos já tinham autorização para funcionar novamente, mas sem música ao vivo. Para essa, é preciso o alvará, para o qual é necessário o habite-se. O problema é que 90% é área de preservação permanente, onde, teoricamente, nada poderia haver sido construído, e os terrenos não têm escritura pública, são de posse. Assim, em Florianópolis, existem os alvarás ex-ofício, provisórios, e aí ninguém tem muita certeza de nada. Outra questão é que, para a emissão do habite-se, os estabelecimentos devem ter seis metros de afastamento da via pública (a rua) e estacionamento.

Cláudio Silva, do Drakkar, pergunta: se o problema é o habite-se, não o laudo acústico (que está em ordem), por que pode funcionar sem música, mas não com música? É estranho mesmo.

No fechamento da coluna, era aguardada uma reunião dos órgãos competentes para decidir o que será feito disso tudo. É uma série de questões sérias e importantes: se os bares com música não podem ficar na Lagoa, que sempre foi seu reduto, para onde vão? Ou não têm vez em Florianópolis? Se não tiverem, que tipo de turismo e cultura queremos na Ilha? O negócio é só boi-de-mamão e resort? As perguntas são sinceras, não são retóricas, não.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Palhaçada



Lamentável a blitz espalhafatosa que fechou diversos bares da Lagoa da Conceição na tarde da última terça. Entre eles o Drakkar, Confraria do Chopp, Vecchio Giorgio, Jinga Bar e Espaço Cultural Sol da Terra.

Numa cidade que se pretende Capital Turística do Mercosul não é primeira vez que vemos uma atitude retrógrada, autoritária e muito conveniente ( para quem mesmo?) como essa. Vide o caso do antigo bar Underground que sofreu dura perseguição de um delegado que tinha o irônico nome de Gentil.

Meu amigo Vina, guitarrista da banda Da Caverna, resumiu bem a situação num comentário lá no site Tô Puto. Disse ele:

"Nossos governantes estão envelhecendo e perdendo sua capacidade de ereção e descontando suas frustrações no povo..."


Hoje fiquei sabendo que o Drakkar já está funcionando normalmente. O Clube da Sinuca, ao contrário do que foi divulgado, não entrou na lista dos bares fechados na operação da Prefeitura e segue com sua programação musical.