"Dário tem afirmado que está “desgostoso”, “desanimado”, “cansado” e “sem ânimo” para governar com as dificuldades impostas pela oposição em Florianópolis. Acha-se injustiçado e perseguido".
Oposição? Que oposição?
"Dário tem afirmado que está “desgostoso”, “desanimado”, “cansado” e “sem ânimo” para governar com as dificuldades impostas pela oposição em Florianópolis. Acha-se injustiçado e perseguido".
E se o Tribunal de Justiça, o TRE e o Ministério Público mantiverem-se em silêncio nos próximos dias, o melhor a fazer é contratar um bom seguro de vida (que cubra todo tipo de “acidente”). Ou uma boa transportadora de mudanças.
"A partir deste sábado, nenhum candidato a prefeito, vice-prefeito ou a vereador poderá ser detido nem preso, a não ser em flagrante. O salvo-conduto, previsto no artigo 235 do Código Eleitoral, assegura pelo menos 15 dias de liberdade para Dário Berger. Até a eleição, em 5 de outubro, ele não corre o risco de acabar atrás das grades por conta dos desmandos cometidos durante suas gestões em São José e em Florianópolis. Deve ser por isso que sua coligação chama-se “O Trabalho Continua”.
Dos sete candidatos a prefeito da capital, o neopeemedebista é o único com ficha suja. Segundo a Associação dos Magistrados do Brasil, o responsável pelo atual desgoverno da capital responde a cinco processos por improbidade administrativa – três no município vizinho, dois em Florianópolis. Basta clicar aqui, escolher SC no campo “UF” e Florianópolis no campo “município” para conferir a lista. Pelo número da ação civil pública, é possível também conhecer detalhes dos processos no site do Tribunal de Justiça.
As informações que o eleitor irá encontrar demonstram o jeito peculiar e pouco ortodoxo do réu lidar com a coisa pública. Há desde locação de imóvel sem condições físicas adequadas para instalação de Centro de Saúde em São José (064.07.017074-0) até a promoção de um motorista de Florianópolis com primeiro grau incompleto para fiscal de serviços públicos (023.06.355556-8). Sobre esse último caso, o juiz Luiz Antônio Zanini Fornerolli registrou nos autos que “a nomeação indevida é de escrachada má fé”. “Proveio de favorecimento em razão do ofício desempenhado pelo prefeito, quiçá banhado no interesse ‘politiqueiro’”, completou.
Na sentença, Berger foi condenado a pagar “multa civil de 40 vezes o valor da remuneração que recebia à época”, além de ficar “proibido de contratar com o Poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos”. Claro que ainda cabe recurso, mas os advogados do prefeito vão ter de rebolar para justificar o indefensável.
Isso sem falar da recente condenação, por parte do Tribunal de Contas da União (TCU), dos irmãos Dário e Djalma Berger a devolverem cerca de R$ 500 mil aos cofres públicos. O motivo? Irregularidades encontradas pelos técnicos do TCU em obras de infra-estrutura viária em São José no período em que o mais velho era prefeito e o mais novo, secretário municipal de Obras, como superfaturamento nos contratos e, pasme, a não comprovação da realização das obras contratadas.
É esse o cidadão que está pedindo seu voto para se reeleger prefeito".



Michel: - Eu tô aqui com o doutor Marcondes e o Juarez…
Dário: - Certo!
Michel: - Na minha visão essa lei não ajuda a hotelaria de praia.
Dário: Tá!
Michel: - Em nada.
Dário: - Então… então faz a alteração que tem que fazer! […]
Michel: - E o exercício fiscal, né?!
Dário: - É. Agora é o seguinte: ele tá aberto. Inclusive, disse pro Juarez, é… pra gente fazer alteração que seja necessário pra atender, dentro de um certo equilíbrio, né? […] Mas eu tenho muita vontade aí… de… atender o doutor Marcondes […] O que vocês fizerem aí tá bom pra mim, tá?
Michel: - Tá, tá. Um grande abraço…
Estranho
Porque será que a prefeitura, comandada pelo prefeito Dário Berger, solicitaria ao Deter o aumento de tarifa do transporte coletivo da Região Metropolitana de Florianópolis? Esta na Resolução nrº 004/2007 publicada no Diário Oficial onde o Deter acolhe a solicitação da prefeitura da Capital. Esse papel não seria dos empresários? Qual o interesse? E tem essa responsabilidade?