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terça-feira, 17 de março de 2009

Síndrome de vira-lata



Recomendo a leitura deste post do Biscoito Fino. Vários bons links e algumas boas verdades sobre FHC e o que ele representa.

"Satélite dos EUA, sem tomar iniciativas Sul-Sul, o Brasil do tucanato ainda nos brindava aquele patético espetáculo: nosso presidente falando, com muitas limitações, a língua forânea de um chefe de estado estrangeiro em território nacional, sempre que o visitante era anglo-, franco- ou hispanofalante. Eu morria de vergonha daquilo triplamente: como cidadão brasileiro, como sujeito político e como professor de línguas.

A limitação colonizada da nossa direita falou em “problemas” para a política externa brasileira por Lula não saber idiomas. Como se o papel de um presidente fosse ser poliglota, e não ser presidente e representar a experiência de um povo. Como se o Brasil não tivesse uma das Chancelarias mais equipadas linguisticamente do planeta. Como se um chefe de estado russo, chinês ou sul-africano aceitasse falar outra língua que não a sua para conduzir negócio de estado
".


A foto é do fotógrafo oficial da Casa Branca, Pete Souza, descendente de açorianos.

2010 vem aí e é nosso dever não deixar essa corja retornar ao poder para continuar a subserviência.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Yes we can dance



Uma canção emblemática da campanha e da posse de Obama e uma das que estão no meu Top Ten do Stevie Wonder: Signed, Sealed, Delivered.

Homenagem aos 50 anos da Motown.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Eleições no Império combalido

Quer acompanhar a eleição norte-americana? Eu recomendo o blog do professor Idelber Avelar, O Biscoito Fino e a Massa.

Na madrugada de terça para quarta a cobertura será em tempo real.

E vale a pena ler o texto sobre Obama que Idelber publicou na revista Fórum.

Eu imagino que só um atentado feito pelos republicanos - que culpariam os "terroristas" e dariam um golpe - possa impedir Obama de ser o primeiro negro presidente dos EUA.

Se é bom pra nós não sei mas pro mundo será maravilhoso o fim da era Bush e do mandato republicano militarista-corporativo.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Magoou

O soulman Sam Moore, que formava a dupla Sam & Dave, está indignado com o uso de sua canção "Hold On, I'm Coming" (Se Segura que Eu tô Chegando), pela campanha de Barack Obama para a Casa Branca. O cantor escreveu a seguinte carta para o comitê de campanha do político:

I am Sam Moore the lead voice of the duo Sam and Dave whose recording of “Hold On I’m Comin” your campaign has been using at your rallies.

Unfortunately, I have been contacted by various media outlets because of a story on yesterday’s Newsweek blog about how my signature song as part of Sam & Dave was blasting for 18,000 adoring admirers of yours at a rally in Dallas and how the crowd was singing along and even spontaneously changed the words to “Hold On Obama’s Comin”. Questions have included: Why do I want you to be President? Have we met yet? Am I honored that my song was selected to be so important to the Obama for President Campaign?

I have had no choice but to set the record straight and I have begun explaining that the song was being performed at your rallies without my permission or my endorsement of you as my choice as a candidate for President and that I was writing this to you asking you to not continue including my material at your events.

I must request that you instruct your team to cease and desist from playing the song as I was not asked if I minded that my performance, as well as my name and the little bit of fame I enjoy, was associated to your bid to win the nomination of your party as their candidate for President of The United States of America, our wonderful country.

I have not agreed to endorse you for the highest office in our land.

I reserve my right to determine who I will support when and if I choose to do so.

My vote is a very private matter between myself and the ballot box. My endorsement and support of a candidate, because I do carry some celebrity, makes is quite a different matter changing a private act to a public statement, something I wouldn’t do without considerable thought.

I therefore must stand firm on being given the respect and courtesy of being asked if I mind having my talent, name and fame associated to you or any other candidate running for office, for that matter.

I do wish you well in your quest for the nomination. Having been hit with rocks and water hoses in the streets, in the day with Dr. King as part of his artist appearance and fund raising team, it is thrilling, in my lifetime, to see that our country has matured to the place where it is no longer an impossibility for a man of color to really be considered as a legitimate candidate for the highest office in our land.



sábado, 28 de junho de 2008

Obama grooves

"Se eu tivesse um herói musical, teria de ser Stevie Wonder. Quando cheguei na época de me envolver com a música, Stevie estava naquela jornada com Music of My Mind, Talking Book, Fulfillingness' First Finale e Innervisions, e então Songs in the Key of Life. São a série de cinco álbuns mais brilhante jamais vista." Barack Obama em entrevista para o editor da Rolling Stone, Jann S. Wenner.