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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Petisco Sonoro



O músico carioca Marcelo Frota (Momo), integrante do Fino Coletivo, mandou uma prévia de seu novo álbum solo - Buscador - disponível em seu perfil no MySpace. São 3 faixas do disco que sai na próxima terça, 22 de julho. As 10 músicas do segundo trabalho solo de Momo estarão disponíveis no site da Trama Virtual, no MySpace e em SMD.

O álbum dá continuidade aos tons invernais de A Estética do Rabisco, disco de estréia que saiu em 2007 pela Dubas Música / Universal, e além dos elogios na imprensa brasileira, entrou pra a lista de melhores discos de 2007 segundo o crítico da Down Beat e Chicago Reader, Peter Margasak. Foi ainda indicado como uma das revelações de 2007 na revista Muziq – Jazz Magazine – Paris – pelo crítico musical Dan Yvnek.

Com uma roupagem calcada no folk e pitadas de progressivo e psicodelia, o novo trabalho remete a uma sonoridade setentista - o compositor, cantor e violonista é fã dos primeiros discos de Fagner, Belchior e Clube da Esquina e foi produtor musical do projeto Álbum Duplo - Clube da Esquina, realizado no SESC Pompéia em 2007, que contou com participação de Beto Guedes.

terça-feira, 24 de junho de 2008

On Jack Tall Back?


Pintaram na rede algumas das músicas do novo álbum do Beck que deve sair no dia 8 de julho. Produzido por Danger Mouse, o disco promete.

Ouça em streaming a faixa Orphans.

Coisa que meu povo gosta.



Foto : Chad Wadsworth

sexta-feira, 20 de junho de 2008

O sonho não acabou


Sonhos lúcidos. Albert Hoffmann. Renascimento Psicodélico. O repórter Bruno Torturra Nogueira, da revista Trip, foi conferir o Fórum Mundial Psicodélico onde centenas de pessoas se reuniram para "fortalecer o que eles acreditam ser a renascença do movimento. Uma sólida e coesa retomada das pesquisas e das políticas relacionadas a
essas substâncias depois de 40 anos de sombras. Na visão desse povo reunido em Basel, a experiência psicodélica é cada vez mais necessária. Relativizar a percepção como forma de buscar mais lucidez. Mergulhar em estados descritos como sonho para despertar uma sociedade caminhando ao abismo."


O encontro de cientistas, filósofos, místicos, músicos, políticos e psicodélicos em geral aconteceu em Basel, na Suíça. E lá, no meio da viagem, o repórter encontrou nada menos que o papa do dub Lee "Scratch" Perry. Travaram o seguinte diálogo:

– Com licença. Lee Perry?
– Simmm.
– O que o senhor faz por aqui?
– Eu moro aqui, my friend.


Imperdível. Leia mais.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Pirou o cabeção

Em 2001 produzi um inesquecível show com as bandas Pipodélica e Mopho no Havana Bar, tradicional ponto que eu gerenciava na época.

Mais de 300 pessoas lotaram os três andares do antigo casarão na Rua Saldanha Marinho, centro de Florianópolis. No térreo onde estava o palco minúsculo, platéia e bandas eram uma massa indistinta. Mojitos e chopps fluiam incensantemente de mão em mão. A vibe era de "uma pessoa só".

Tudo ficou tão tranquilo que pude me dar o luxo de esquecer que estava trabalhando e curti os dois shows de cabo a rabo.

Na última sexta estávamos eu, Xuxu e o Márcio Leonardo lembrando desta noite e de como a gente pirou nessa banda doida que é a Mopho.

A rapaziada desceu o Brasil dentro de um carro apertado com os equipamentos para divulgar seu primeiro CD lançado pelo grande Calanca, da Baratos Afins, que também seria responsável pelo Simetria Radial da Pipodélica.

Chegaram aqui e logo depois de uma esfumaçada introdução, a rapaziada buena onda me deu uma cópia do CD e após uma audição, o álbum do quarteto psicodélico de Maceió entrou no meu rol dos maiores discos do rock brasileiro. Peguei o violão e tirei uma música que me encantou de prima. Coincidentemente a Pipodélica a colocou no seu repertório. Chama-se "Não Mande Flores" e você pode ouvir aqui:

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Barulhinho Bom


A Pipodélica colocou na rede um hotsite para disponibilizar um disco virtual: Infinito, uma coletânea de versões gravadas pelo grupo de músicas " consagradas de outros artistas/bandas - cada uma com sua história - gravadas por nós e posteriormente usadas por diferentes pessoas em CD, k7, em filme".

Na lista tem Beatles, Kraftwerk, Ultraje a Rigor, Jorge Ben, Cartola e Odair José. Este último tem a sua "A Viagem" gravada com humor, sotaque, guitarra 12 cordas, psicodelia. "Quero que você seja livre de fato, seja dona dos seus próprios atos" canta o Batata com altas vibe "fragrância do movimento".