Via Strange Maps.
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domingo, 24 de agosto de 2008
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Blogueiro federal
O delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz , que levou para trás grades o banqueiro Daniel Dantas, está com um blog.
Foto : Celso Junior/Estadão
domingo, 27 de julho de 2008
Noites cariocas
23h58 - Chegada alvissareira à redação. Ninguém na sala de escuta. Mal sinal.
0h00 - Conversa pelo rádio com o ‘motora da madruga’. “A chapa esquentou no Morro Azul, cumpadi”, ele me avisa.
0h01 - Um minuto de plantão e já sei. O crime do Morro Azul (bom título para um livro policial juvenil, hein?) vai me custar um passeio pela comunidade, que, revoltada com a morte de um rapaz no pé do morro, achou por bem incendiar carros, espalhar lixo, interditar ruas e depredar lojas pelo Flamengo. Pra marcar uma posição, sabe? Aparentemente, a culpa é da polícia. Pela morte do rapaz, sim. Mas e quem paga pelos carros incendiados, vitrines quebradas etc.? Ninguém quer saber de conversa. O negócio é ação, reação, destruição.
0h11 - Leio e “corto pelo pé” a notícia sobre morte e descontrole social no Flamengo. É, tá ruim pra todo mundo. Depois, vou até o morro ver qual é. Contra a vontade, obviamente.
0h50 - Os homens se preparam para rebocar o carro da polícia, que se chama viatura e está bloqueado no morro. A comunidade está indócil. “Assassinos e covardem, mataram um trabalhador”, repete uma mulher. Um motorista de ônibus, copo de cerveja na mão, chama um PM pro pau. O PM, fuzil em punho, olha pro cara, furioso. O carro da polícia desce o morro, rebocado. Vaias para o carro. Alguém atira uma garrafa de cerveja. A viatura não tem uma janela intacta.
1h10 - A imprensa (falada, escrita e televisada) invade a 9ª DP, no Catete. Lá dentro, um garoto de 21 anos está apavorado. Ele viu a morte do rapaz e prestará depoimento como testemunha. Acho que ele preferia não ter visto nada.
1h17 - A aglomeração da imprensa na porta da DP atrai a curiosidade de quem passa em frente. Um rapaz com um violão na mão e um capacete de obras na outra passa entre jornalistas e policiais, tentando adivinhar, com o olhar, o que está acontecendo. Cinegrafistas e fotógrafos se acotovelam atrás de um registro da testemunha em pânico. Passa um carro e o motorista grita: “urubus!”. Um repórter grita de volta: “Porra, eu sou tricolor!”.
1h42 - Rodinha da imprensa em frente à delegacia. Alguém lembra que o morto era manco, cego de um olho e já havia sido vítima de bala perdida. “Ô, vida severina”, lamenta uma repórter. Outro conta de um lendário jornalista, em ação no morro horas antes, interrogando a viúva. “Desculpe, mas seu marido era manco da perna esquerda ou direita?”
2h05 - O rapaz do violão e capacete passa de novo. Observa mais uma vez a confusão. Pareceu ter ido embora sem matar a curiosidade.
2h38 - Outra testemunha, uma senhora, deixa a sala da delegada de plantão se queixando: “Se eu soubesse, tinha ficado na minha terra”. Ela e a mãe do rapaz apavorado (que ainda não testemunhou) começam a conversar. “Nessas horas é melhor ser surdo e não ver nada.”
2h48 - As senhoras desfiam um impressionante rosário de lamentos e denúncias contra os policiais. Histórias sem fim de abuso, desrespeito e ilegalidade. “A quem a gente pede socorro?”, uma delas pergunta para os repórteres. Vontade de me enfiar num buraco.
2h53 - Reparo numa placa na entrada da delegacia. “9ª DP - Delegacia Legal. Inaugurada em abril de 2002. Governador: Anthony Garotinho. Chefe da Polícia Civil: Álvaro Lins.” Isso explica muita coisa, não? Um repórter comenta: “Falta outra placa em cima dessa. Com a palavra ’Procurados’.”
2h58 - As duas senhoras continuam sua conversa. Uma diz: “Os policiais acham que são deuses, tiram a vida de qualquer um. Não quero que nenhum mortal tire a minha vida. Só Deus. Quero viver que nem a Dercy Gonçalves.” “Ih, menina, ela morreu hoje…”
3h05 - A delegada avisa que não vai falar com a imprensa. A imprensa decide ir tomar um café na padaria. O rapaz apavorado ainda não testemunhou.
3h15 - O fotógrafo honra a raça na padaria. “Eu quero um sanduíche de presunto e queijo.” “Ah, você quer um misto?” “Não, eu quero sanduíche de presunto e queijo. Odeio misto.” E a atendente: “Tá bom. Ô Válter, faz um misto!”
3h36 - No Largo da Cruz Vermelha, duas motos quase batem. O carona de uma delas grita alguma coisa para o piloto da outra moto e enfia a mão por dentro da camiseta, como se fosse sacar uma arma. O que gerou o comentário no carro: “Esses caras ficam brincando assim, passa a polícia e metralha todo mundo, agora que eles estão nessa de atirar antes de perguntar.”
3h40 - De volta à redação.
4h43 - Um passeio pela redação deserta pra espantar o sono. Se eu tivesse uma lanterna, seria o próprio zelador do museu.
4h49 - Uma ronda telefônica pelas delegacias. “Alô, é da 19ª? Alguma coisa aí pra gente?” “Não, tá tudo calmo, graças a Deus.” “Valeu. Alô, é da da 23ª? Tá tudo calmo por aí?” “Até agora sim, graças a Deus.” “Um abraço.” A cidade é uma calmaria desde que a polícia criptografou sua freqüência de rádio.
5h00 - Toca o telefone. “Ih, fodeu.” É o cara do plantão de uma TV. “É isso mesmo? Tá tudo calmo agora?” “Parece.” “Que bom.” “Nem me fala.”
5h14 - Vou ao banheiro.
5h16 - Bem melhor agora.
5h26 - Navegando. Parti do Arrastão (fundamental) e aportei de cara no download (CC) de ‘Mídia, Máfia & Rock’n'Roll’, do Cláudio Júlio Tognolli (editora do Bispo). Direto ao capítulo 8, sobre jornalismo cultural e ‘De como os cadernos do gênero estão cada vez mais escravos das assessorias de imprensa’.
5h35 - Envio, a quem de direito, pequeno relatório sobre meu passeio ao morro e à DP e volto ao texto do Tognolli.
6h02 - Ainda navegando. E contando os minutos. Faltam 58.
6h07 - “Surfar a crista da onda das ofertas de catálogos culturais, dos guias, é estar conectado visceralmente à torrente, ao fluxo. Não queremos mais tão-somente a arte que nos gera efeitos; queremos sentir o efeito de estar no fluxo, eis aí a mais nova leitura da frase “O meio é a mensagem”, de Mc Luhan.” Às seis da manhã, isso fez todo o sentido. Mas pode ser o sono. (p.144)
6h08 - Tem missa na TV.
6h18 - Soooooono, muito sono. E mais um cafezinho.
6h29 - Caralho-merda-puta que pariu, a porra do tempo não passa! (minha sincera homenagem à Dercy)
6h33 - Telefono pra um colega de infortúnio. “É isso, então?” “É isso mesmo.” Pelo menos pra gente fez sentido.
6h48 - Faltam 12 minutos pra alforria e me vem um poliça contar que está pra começar uma mega ultra uber operação de apreensão de balões “de grande porte”… em São Gonçalo? Um abraço!
6h53 -Liberdade! Com sete minutinhos de troco. Agora é só subir o post e cantar pra subir. Bom dia a todos e até uma próxima. Ou não, de preferência.
Por Calaza no Raios Triplos.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Estréia
Mais um amigo adentra o mundo blogueiro. É o Gabriel Rocha que está a partir de agora dando seus toques sobre quadrinhos no Quadriteca.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
quarta-feira, 16 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Extra!Extra!
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Ignorância
Aqueles que confundem o não-essencial como sendo essencial
E o essencial como sendo não-essencial,
Abrigando pensamentos incorretos,
Jamais chegam ao essencial.
Dhammapada 1 | 11
Via Samsara
terça-feira, 8 de julho de 2008
Complexo de vira-lata
Esta aqui é do weden , um dos mais sagazes comentaristas do blog do Nassif.
Os tempos mudam mas a ignorância continua sendo o ingrediente mais abundante do Universo. Os imbecis pobres de espírito seguem comprando suas opiniões formatadas pelo supermercado midiático.
Ontem, sentado numa mesa junto a alguns integrantes da classe média conservadora da Tijuca ouvi por pelo menos meia dúzia de vezes a expressão "povinho de merda".
Como não tinha argumentos (e nem queria argumentar), fiquei anotando, num guardanapo de bar, como se comporta um autêntico vira- latas rodrigueano.
Pesquei 10 características típicas.
1. Use a expressão "povinho de merda", sempre quando for necessário.
2. Faça comparações com líderes (por exemplo, compare os salários do Brasil e dos EUA, e desconsidere o PIB 10 vezes maior deste último)
3. Torne exclusivo do Brasil males que também ocorrem em outros países
4. Silencie sobre nossos progressos.
5. Aponte como único aspecto favorável do nosso povo a descendência imigrante em algumas regiões do país. Desde que seja da Europa germânica, do leste, ou Japão.
6. Esqueça os problemas dos outros emergentes. Aliás, só lembre dos outros emergentes, naquilo em que estão melhores que nós.
7. Aponte o nosso 'pendor à diversão e à preguiça" (use o samba e o futebol como exemplos) e "nossa aversão ao trabalho".
8. Exagere nosso "comodismo" e fale que na Argentina "isso já tinha dado em panelaço".
9. Diga que nossa música é primitiva, batuqueira.
10. Conte a piada da conversa com Deus sobre as desgraças geológicas e climáticas em outros países. E acentue a sentença final: "Mas você vai ver o povinho que vou colocar lá". Não importa que outros já tenham ouvido esta piada. O importante não é fazer rir. Mas fazer chorar.
Os tempos mudam mas a ignorância continua sendo o ingrediente mais abundante do Universo. Os imbecis pobres de espírito seguem comprando suas opiniões formatadas pelo supermercado midiático.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Não P(h)ode
Imperdível o último post do blog do Vieirão. Constrangedor e vergonhoso no mínimo.Mostra bem o porquê do processo de cassação que tramita no TSE. Dá-lhe dinheiro público em publicidade para estampar a família e os agregados nas capas de revistas e jornais.
Na imagem a primeira-filha, que sofre de uma falta de talento proporcional à sua cara de pau, bem tratada pelo Photoshop.
Peguei essa dica no blog do César Valente, onde um anônimo bem humorado escreveu algo pertinente:
"Afinal é ou nao é gastança do nosso dinheiro em causa propria?
patrocinar holofotes para filhinha em revista, patrocinar show da filhinha,ir a show da filhinha na zoropa com nosso dinheirinho,tudo pela filhinha patricinha e todos por S.C.
Ai póóóóóde né.
Bajula a mulher do prefeito com anuncio da prefa, ai póóóóde.
Bajula o secretario com anuncio do governo ai póóóóde.
Bajula o Litrao com anuncio do governo ai póóóóde.
E na muringa nao vai agua?
Melhorar os salarios dos policiais ai nao póóóóde.
Melhorar os salarios dos professores ai nao póóóde.
Melhorar os salarios da saude ai nao póóóde.
Recuperar as escolas que estao sucateadas ai nao póóóóde.
Melhorar as condiçoes dos hopitais ai nao póóóde.
Cuidar melhor da nossa cultura ai nao póóóóde.
Mas patrocinar a vinda de uma universidade lá das zoropa ai póóóde.
Andar de aviao de rosca pra cima e pra baixo, lá do palacio da agronomica até a 401 ai póóóóde.
Mas melhorar as condiçoes da 401 ai nao póóóóóóde.
Proteger os " amigos " envolvidos em situaçoes nada normais diante de nossas leis ai póóóóóóde.
Liberar de fiscalizaçao da fazenda os " amigos " lá de joinville ai póoóóóóóde.
Patrocinar a Vera fisher com
500nhentao ai póóóóde.
Contratar serviço de decoraçao Natalina a 200zentao ai póóóde.
Se for pro bem da naçao " tudo por S.C." ai póóóóde....."
sábado, 3 de maio de 2008
Abuelita
Com a mudança gráfica aqui no blog, também incluí nos links um blog muito legal. É o A Mis 95 años de Maria Amelia, uma senhorinha espanhola muy simpática que tem 96 anos e é socialista.Aos completar 95, o neto a presenteou com um blog e desde então ela não parou.
terça-feira, 25 de março de 2008
Vai que é tua

Caiu na rede é peixe né mermão? O novo disco dos Racounters já está rolando por aí.
E trago um bônus, cortesia do blog The Leather Canary: uma versão de It Ain't Easy de David Bowie, ao vivo na Rádio BBC.
Luís Nassif X Veja

Um dos fatos do ano sem dúvida é a série de reportagens que o jornalista e blogueiro Luís Nassif está publicando sobre a revista Veja .A extensa pesquisa do jornalista levantou uma série de perguntas não respondidas que mexem fundo nesse vespeiro fedorento que se tornou a revista semanal mais encontrada em todos os consultórios do Brasil.
Fato também importante é o silêncio que a grande mídia dedica ao assunto.
Hoje Nassif reproduziu parte de uma interessante entrevista com Ivana Bentes, jornalista e diretora da Escola de Comunicação da UFRJ. Seguem alguns trechos:
"A Veja veio para explicitar um pensamento conservador reativo que existia sem visibilidade porque as pessoas tinham vergonha de se posicionar dessa forma. Ela apresenta um jogo forte sendo feito e para isso lança mão de manchetes sensacionalistas, de uma constante criação de pautas. O que Nassif faz, em sua análise, é indicar a explicitação de uma linha editorial que existia de uma forma velada".
"É claro que todo mundo que leu a Veja, porque muita gente deixou de lê-la, tinha essa impressão de uma linha editorial conservadora. No entanto, o Nassif veio explicitar uma constatação em vários meios. A revista é muito estudada nos cursos dentro da linha de um jornalismo construído. Desse modo, é importantíssimo o que o Nassif vem fazendo, além de muito corajoso, pois está sendo criminalizado, interpelado judicialmente".
"É preciso haver um movimento de apoio a ele, de apoio a uma analista contra uma corporação. Levar essa questão às escolas de comunicação e às mídias independentes é muito importante, além da divulgação desse dossiê. E, veja você, o Nassif é um economista que escreve em jornais e conseguiu por meio de um blog uma repercussão enorme no meio comunicacional. Perceba só o poder que apenas um indivíduo, sem uma relação com nenhum meio da grande imprensa, tem contra uma grande corporação".
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Estréia

O irriquieto compositor Tom Zé agora solta o verbo também na blogosfera. Confira aqui o Blog do Tom Zé.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
I, me and myself
O Buda descreveu o que chamamos de "eu" como um conjunto de elementos agregados de mente e corpo, que funcionam de maneira interdependente, criando a aparência de mulher ou homem. Nós, então, nos identificamos com essa imagem ou aparência, fazendo dela "eu" ou "meu", imaginando que ela tem alguma auto-existência inerente.
Por exemplo, acordamos de manhã, olhamos no espelho, reconhecemos um reflexo e pensamos "OK, sou eu de novo". Então, adicionamos todo tipo de conceito a essa sensação de "eu": sou mulher ou homem, tenho tantos anos, sou uma pessoa feliz ou infeliz, e a lista continua.
Quando examinamos nossa vivência, contudo, vemos que não há nenhum ser central a quem ela se refere. Em vez disso, são simplesmente fenômenos vazios se desenrolando. Vazios no sentido de que não há ninguém particular por trás dos fenômenos surgindo e mudando.
Um arco-íris é um bom exemplo disso. Vamos para fora após uma tempestade e sentimos aquele momento de deleite quando surge um arco-íris no céu. Na maioria das vezes, simplesmente curtimos a visão sem investigar a natureza do que está acontecendo. Mas quando olhamos mais profundamente, se torna claro que não há nenhuma coisa chamada "arco-íris", separada das condições particulares do ar, umidade e luz.
Cada um de nós é como esse arco-íris: uma aparência, uma aparição mágica, surgindo de nossos vários elementos de mente e corpo.
Joseph Goldstein
Via Samsara.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Quantos lados tem uma Moeda Verde?
Falando em ocupação urbana desordenada, Cacau Menezes colocou no ar hoje em seu espaço do Jornal do Almoço, imagens da favela do Siri, em Ingleses. A região é o lado B da propaganda que mostra a nossa cidade como o paraíso. Tem que ter alguém para carregar os tacos de golfe não é?
Mas o que eu queria mesmo falar, é que Cacau também mostrou umas fotos enviadas por um telespectador que flagrou um barraco construído num terreno baldio no Kobrasol. Tá lá no blog dele também.
Sorry mas o amigo Aleph já tinha dado o furo no seu blog, o Bruxismo. Com um viés todo dele e bem interessante. Saca só.
Mas o que eu queria mesmo falar, é que Cacau também mostrou umas fotos enviadas por um telespectador que flagrou um barraco construído num terreno baldio no Kobrasol. Tá lá no blog dele também.
Sorry mas o amigo Aleph já tinha dado o furo no seu blog, o Bruxismo. Com um viés todo dele e bem interessante. Saca só.
Hoje à tarde encontrei esta bela residência em um dos poucos terrenos livres aqui no Kobrasol. Enquanto prédios altos nascem da noite para o dia, este cavalheiro parece ter resolvido seu problema de moradia com uma solução simples e ecológica. Eu havia passado pelo local um pouco mais cedo e fiquei encantado pela arquitetura da edificação. Cheguei a pensar que era uma obra de arte, uma instalação dessas milionárias que costumamos ver nas bienais. Voltei lá hoje à tarde e falei com o proprietário, o cavalheiro de costas, que preferiu não mostrar seu rosto na foto. Pedi a ele para documentar sua obra e ele permitiu sem contestar. Ainda me deu a honra de uma rápida entrevista:
Bruxismo: Ótima a sua casa, hein?
Proprietário: Sim, sim.
B: É inacreditável a quantidade de materiais de qualidade que as pessoas jogam fora. E não chove dentro dela?
P: Não. Coloquei plástico em cima.
B: Ninguém te incomodou aqui até agora?
P: Não.
Minha última pergunta dizia respeito aos curiosos, como eu, que irremediavelmente iriam incomodá-lo em relação à arquitetura de sua obra, nada mais. Afinal o terreno estava livre, sem uso e já entulhado com a matéria-prima que ele utilizou. Nada mais justo do que montar seu belo mosaico. Nem todo mundo está preparado para soluções tão imediatas assim e provavelmente ele deve estar se esquivando dos impostos e outras prisões do sistema. Mas ele não deve dar muita importância para essas coisas, como percebi em sua resposta para a última pergunta.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Quem sabe, sabe
"Pessoas bem resolvidas usam a técnica do cavalo e simplesmente espantam as moscas que as importunam com uma chicotada do rabo. Nem viram a cabeça para ver de que cor a mosca era".
Rosana Hermann lá no seu blog, o Querido Leitor.
Rosana Hermann lá no seu blog, o Querido Leitor.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Antes tarde do que mais tarde
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