segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Hello crazy people!

The Big Boy Show (2004), de Leandro Petersen e Claudio Dager é um curta-metragem que traça a trajetória e influência de Big Boy, o cara que revolucionou o rádio brasileiro.



domingo, 14 de dezembro de 2008

Seo Francolino

E pra não dizer que a Fundação Municipal de Cultura deixou passar totalmente em branco o centenário de Franklin Joaquim Cascaes será lançada amanhã às 20 hs no Cineclube Nossa Senhora do Desterro, no CIC, o documentário Franklin Cascaes.

Produzido por Edina de Marco, José Rafael Mamigonian e Norberto Depizolatti, o filme de 30 minutos
faz parte da Série Alma de Artista, projeto da Fundação Franklin Cascaes.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Morro do Baú


O amigo Dauro Veras esteve esta semana no Morro do Baú em Ilhota, local que foi devastado pelas chuvas, e fez fotos incríveis como essa e relata o que viu/ouviu.

Chocrível



O jornalista e acadêmico norte-americano Thomas Fawcett autor do excelente blog The Corner - baseado em Austin, Texas - criou um site dedicado ao soul brasileiro o Brazil Soul Power.

Lá estão diversas entrevistas com músicos como Carlos Dafé, Hyldon, Luiz Vagner, Gérson King Combo e "o bom" Eduardo Araújo que conta um pouco sobre seu disco A Onda É Boogallo, produzido pelo Tim Maia que versionou para o português vários clássicos do soul e defendeu um levadinho legal antes de se tornar "o cara" do funk/soul brasileiro. O álbum é considerado um marco da soul music em terra brasilis.

Na foto do arquivo pessoal de Eduardo Araújo, ele fazendo um som com Stevie Wonder.

Tríplice lambança

Repercute bastante no meio cultural o texto de Ademir dos Santos que republiquei aqui. E pasme, acabo de ler no blog do Cacau que está em andamento uma reforma administrativa onde o prefeito Dário Berger, à exemplo de seu mentor, vai unir as pastas de Cultura, Esporte e Turismo.

Spinning Wheel




Hemp for Victory dizia o governo dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial para incentivar a plantação da erva milenar.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Caia na estrada e perigas ver


A noite de sábado foi feita para dançar e nesse embalo vou discotecar ao lado de Speed Paulera na Hits The Road lá no Blues Velvet. Amanhã a partir das 23 hs.

Tou preparando um mix esperto de funk, soul, eletro e rock. Uma pedrada só. Bora lá chacoalhar.

Rapidinhas musicais

* Hoje, como toda sexta, tem Clube da Luta na Célula com Luciano Bilu, Os Berbigão e Damadera.

* Sábadão o Clube se estende para Biguaçu onde os locais da Jeremias Sem Cão recebem Os Berbigão, Odes & Sodas e Ilha de Nós. A farra é no Antigo Camping São Miguel, entrada no trevo do Hotel Miramar. Beira do mar, fogueira, Djs e festa garantida.

* Tijuquera está no Rio de Janeiro gravando seu próximo CD que bebe das águas jamaicanas. E hoje às 19 hs eles se apresentam ao vivo na rádio Oi FM. Dá para ouvir pela internet neste endereço. Basta clicar na opção Rio de Janeiro.

* O réquiem da nossa querida banda Pipodélica, Não Esperem Por Nós, foi indicado, e como diz Mino Carta já é de conhecimento até do mundo mineral, como um dos melhores discos do ano pelo Matias.

Amadeirado



Fotoclipe da música Calma Aí do Coletivo Operante. Uma criação da Cambalhota Productions.

"Só seu Francolino é quem sabia..."

Vilson Rosalino, superintendente da Fundação Franklin Cascaes - que deixou passar em branco o centenário daquele que batizou a Fundação Municipal de Cultura e maior pesquisador da cultura açoriana do litoral catarinense - tomou uma cacetada e tanto do Ademir dos Santos, funcionário da FFC que escreveu o seguinte texto "produzido com base em conclusões de reuniões e encontros informais com os atores culturais de Florianópolis", extraído do blog Sambaqui na Rede:

"Uma apreensão crescente toma conta do mundo da cultura de Florianópolis: o Sr. Vilson Rosalino quer permanecer mais quatro anos à frente da Fundação Franklin Cascaes !

Não bastasse a gestão medíocre e autoritária que desenvolveu nos últimos anos, reconhecida pela quase totalidade dos agentes culturais como um desastre; apesar de ter interrompido o diálogo com praticamente todos os segmentos culturais; além de despertar o desprezo da quase unanimidade dos funcionários por sua empáfia e prepotência, e de não contar com o respaldo de mais de meia dúzia de pessoas, ainda assim, não poupa esforços para se manter no cargo!

Este fenômeno humano, cuja contribuição à cultura para a cidade foi a participação em um grupo teatral nos anos 80 e a adaptação de uma lei de incentivo à cultura transposta para Florianópolis em 1991, quando vereador, na Superintendência da Fundação Franklin Cascaes se constituiu na maior decepção dos agentes culturais que o apoiaram e dos próprios companheiros do PPS que o indicaram. Ninguém poderia imaginar que um militante oriundo das fileiras do Partido Comunista Brasileiro, reconhecido pelas suas tradições humanísticas e democráticas, se tornasse um gestor tão autoritário, tacanho e mesquinho.

A atual gestão da Fundação sob o seu comando é, disparadamente, a pior dos 21 anos de existência desta entidade! A participação dela na vida cultural da Cidade tornou-se insignificante, uma sombra, se comparada ao que já foi no passado, na administração de Salim Miguel ou mesmo da Professora Lélia Nunes Pereira, por exemplo.

Inseguro, sem criatividade, preocupado mais em cortar gastos do que em ampliar os recursos quando se trata de projetos culturais, com o seu empenho, Florianópolis se tornou a capital do Brasil com o menor orçamento destinado à cultura. Sem liderança alguma para motivar quem quer que seja, o atual Superintendente, coadjuvado pelo seu Coordenador Administrativo Financeiro e algumas outras conivências, implantou uma gestão baseada na intimidação, no autoritarismo stalinista em relação aos funcionários e na ausência completa de diálogo com os segmentos culturais. O que de bom a Fundação (entenda-se o corpo técnico) produziu, produziu apesar deles!

Entretanto, tudo o que era possível para prejudicar os funcionários foi feito: desde o impedimento de participação em cursos de aprimoramento oferecidos pela própria Prefeitura, ao congelamento das gratificações; da transferência de pessoas com atestado de saúde ou padecendo de doença grave, à mudança de período de férias para que o funcionário não usufruísse dias de feriados a mais; ameaças, grosserias, tratamentos desrespeitosos tornaram-se freqüentes, resultando em abalos emocionais e, inclusive, em afastamentos da Fundação.

Os funcionários, que em outros tempos constituíam uma equipe em permanente interação, que trabalhavam satisfeitos, não recebem a menor consideração (são vistos como malandros, não confiáveis, incompetentes, sabotadores (!), etc., etc...). Assim como os cargos comissionados, tornaram-se meros tarefeiros, para os quais a discussão, a crítica, a criatividade estão proibidas. Não se promove o diálogo, a participação; cumpre-se ordens!

O autoritarismo e a centralização são de tal ordem que nestes últimos quatro anos nenhuma reunião geral de avaliação foi convocada pela Superintendência! Os setores trabalham de forma fragmentária, não sabendo um do que ocorre no outro! Os funcionários muitas vezes tomam conhecimento da programação cultural da Fundação pelos jornais! Nenhuma discussão pública sobre qualquer aspecto da cultura foi promovida pela Fundação! Ninguém sabe qual é a política cultural da Franklin Cascaes, quais suas metas e prioridades. O órgão municipal de administração da cultura aboliu o jornal que vinha sendo produzido desde a sua criação! Não possui um único boletim informativo!

Os artistas e produtores culturais da cidade em momento algum participaram de qualquer fórum para tratar da cultura em Florianópolis. Como constituem, entretanto, uma categoria de difícil mobilização, padecem individualmente de dificuldades enormes para serem atendidos, para poderem viabilizar os seus projetos, manifestando com pesar às pessoas em quem confiam a situação lastimável em que se encontra a gestão da cultura da capital do Estado.

Os funcionários, os artesãos, os artistas, os intelectuais, os produtores culturais são unânimes na avaliação do retrocesso, da mediocridade, da quase anulação do papel de uma fundação de cultura que esta superintendência e alguns assessores conseguiram efetivar em Florianópolis.

É quase inacreditável que alguém, tendo prejudicado tanto a cultura local, que não conte mais com o apoio de seus antigos companheiros de partido, que se encontre praticamente isolado, que não tenha e nem alavanque votos (pelo contrário), ainda assim, não poupe esforços para continuar sua desastrosa e nefasta gestão. Talvez só recorrendo aos estudos freudianos mais cavernosos ou às páginas kardecistas mais densas sobre espíritos obsessores, poder-se-ia tentar entender tal postura.

O fato de ter permanecido no cargo até agora é resultante de uma singular (e irrepetível, espera-se) conjunção de fatores que inclui equívocos, enganações e dissimulações, conveniências e carências, falta de mobilização dos setores culturais, omissões diversas ( incluindo a dos funcionários) e, com certeza, algumas forças obscuras, próprias deste universo cheio de mistérios e bizarrices.

Como nos tempos atuais estão em desuso as práticas exorcistas, o que todos esperam é que o Prefeito Dário Berger, cuja administração no seu conjunto recebeu, com a reeleição, uma aprovação contundente (apesar dos prejuízos causados por alguns dos seus colaboradores), no seu segundo mandato não permita a continuidade de pessoas incompetentes, destemperadas, incapazes de tratar com cortesia outros que não sejam autoridades; de pessoas que ao invés de motivar, utilizam métodos administrativos retrógrados e coercitivos, próprios dos regimes ditatoriais; de pessoas inaptas para criar sinergia e tornar Florianópolis uma cidade com uma vida cultural efervescente, democrática, que valorize as nossas tradições, estimule nossas potencialidades e esteja em sintonia com o que de melhor se produz em nível da cultura universal.

Para isto se faz imprescindível, além da mobilização da sociedade civil e dos segmentos culturais, o apoio dos órgãos de imprensa e dos formadores de opinião que acreditam no potencial de nossa terra e de nossa gente e compreendem a importância da cultura na melhoria da qualidade de vida da cidade, como fator de inclusão social e prosperidade econômica".


Primórdios



The Budos Band com "Origin of Man". Mais uma produção da Daptone Records. Coisa fina

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Quarta Especial



Logo mais à noite estarei no Blues Velvet acompanhando Zuleika Zimbabue no Cabaret Inferno, um espetáculo de música, teatro e entretenimento. O repertório novo tá superlegal. Vai de Madonna à Roberto Carlos, passando por Beatles e Carly Simon.

E a noite começa mais cedo se você der uma passada na Fundação Cultural Badesc, na Visconde de Ouro Preto, 216 (na frente do Floph) onde o inquieto amigo Fábio Brüggemann comemora os 15 anos de sua editora , a Letras Contemporâneas, com os lançamentos de Como Viver Sem Perguntar?, do próprio, e Relatos de um Corvo Sedutor, de Péricles Prade.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Sacou?



Nada mais que Elis Regina e Chico Anysio no programa Elis Especial de 1971. Sensacional.

Parte 2
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Superfantástico


"Isso que vocês estão fazendo em Florianópolis é muito bacana porque o mercado independente se torna mais forte quando os artistas trabalham juntos, unidos por um objetivo, neste caso, da música autoral"

Jairzinho Oliveira no blog que a banda Samambaia Sound Club estreou recentemente.

Chose de loque




"...Não acredito que a arte antecipe o futuro, ou seja lá o que isto for. O artista é apenas um investigador da vida e do mundo, construindo objetos verbais, visuais, táteis, sonoros - seus meios de conhecimento. Contumaz. O que o aproxima dos loucos.

O "futuro" está aqui e em todo lugar. Em sua obsessão investigativa, o artista, em algumas ocasiões, toma veredas e desvios, que nem mesmo ele sabe onde vão dar. Descobre-se em alguns lugares incógnitos, não-presenciados pelo vulgo, mas que estão aí, em toda parte. Isso deita luz sobre a aura de incompreendido que o cerca; às vezes, o condena. Mais tarde (anos, décadas ou mais), os outros acabam também chegando lá (ou aqui), por outros meios. Chamemos esses lugares de sítios-futuros ou sítios-indevassados, se for conveniente assim. E cola-se, no artista, o broche de visionário - no extremo, bruxo. Ele é apenas irremediavelmente inquieto.

O que caracteriza a personalidade artística, para além das esquisitices que lhe atribuem, é a obsessão. Um comportamento que, às vezes, lhe entrega, de bandeja, a excelência. É quando o artista pode ser feliz. O caçador finalmente diante da caça rendida e possuída. Não é de surpreender que alguns artistas sejam também compulsivos em procedimentos prosaicos de sua vida cotidiana: gula, alcoolismo, sexo etc. Atitudes que freqüentemente acabam matando-o ou imobilizando-o.

A arte não é visionária; ela se faz daquela curiosidade que nos transporta ao espaço-tempo para o todo presente - o que está na cara de quem busca ver e vê"...

Do filósofo Luiz Felipe Pondé, via Dilema Paulistano.


Propaganda primata



De Satansgoalie.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Pontinha



E caiu na rede o clipe que Antônio Rossa,Marcela Machado e a banda Da Caverna produziram para a música Eu Quero Ficar com Você lançado na última sexta na Célula durante o Clube da Luta.

Eu e outras figuras carimbadas do pop rock nativo fizemos umas pontas na divertida historinha estrelada pelos irmãos Zimmermann ao lado da Gabi Monteiro.

A noite de lançamento ferveu na casa lotada onde se apresentaram ainda Andrey e a Baba e Ilha de Nós. Circulando pela festa cheia de beldades de várias tribos estava o superintendente da Fundação Franklin Cascaes, Vilson Rosalino.

A Célula e sua festa mais concorrida estão se consolidando. Com menos de um ano de funcionamento, a sede do Clube da Luta acaba de ser eleita a melhor casa de música ao vivo de Florianópolis pela revista Veja Santa Catarina e ganhou um destaque na revista de bordo da Gol, editada pela equipe da Trip.

domingo, 7 de dezembro de 2008

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

É primavera!



Um delicioso Vento Sul acordou e limpou o céu de Floripa.

Parece que finalmente a primavera chegou.

Imagem: femme fatale