sábado, 31 de janeiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Hoje
Noitada de rock com Da Caverna e Os Berbigão na Célula.O Clube da Luta SC se firmou como uma das grandes festas desse verão. Toda sexta um povo eclético, elegante e afim de se divertir tem lotado a Célula e vibrado com a música autoral e o baile animado que rola até altas.
Bora lá!
Frases
Nélson Rodrigues ( 1912-1980)
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Oui
Nascida em 1947 em Paris no mesmo dia que o beatle John Lennon, 9 de outubro, France Gall - na realidade Isabelle Geneviève Marie Anne Gall - foi criada numa família de músicos e cedo adentrou o showbizz.
No início de sua carreira cantou muito material próprio o que a diferenciou da maior parte de seus contemporâneos que regravavam versões de hits americanos e ingleses.
Curtam aqui Laisse Tomber Les Filles lançada em 1964 quando ela tinha 17 anos e que foi seu quarto single. A música composta por Serge Gainsbourg injetou uma certa profundidade no pop adolescente de então.
Fato bizarro - De 1966 a 1972 a cantora desenvolveu uma carreira na Alemanha. E eis que encontro no You Tube um vídeo dela com uma versão em alemão de A Banda de Chico Buarque. Ficou assim "Zwei Apfelsinen im Haar" ou " Duas Laranjas na Cabelo".
Meme Me
Pois e agora? Alexandre Gonçalves me convocou para um meme e aqui vou eu inspirado no post dele. Seis fatos aleatórios sobre mim.
1. Nasci em Três Rios, Rio de Janeiro no mesmo hospital onde Roberto Carlos foi socorrido após um grave acidente com o carro que ele dirigia em turnê pelo interior no início de carreira. Nele ficou uma cicatriz no pescoço, em mim não sei o que ficou. Com 2 meses meus pais voltaram para Santa Catarina e vivi em Itajaí até os 8 anos quando vim morar em Florianópolis.
Tempos atrás peguei um táxi aqui em Floripa e conversando com o motorista perguntei se ele era do Rio pelo sotaque. Ele disse que sim. Depois emendou: - Na realidade sou de uma cidade do interior que você nunca deve ter ouvido falar. Adivinha onde era?
Mostrei minha carteira de identidade e ele ficou pasmo.
2. Sempre li muito rápido. Leio em média 100 páginas por hora. Não consigo evitar. Comecei a ler com 5 anos aprendendo com minha vó que era professora. Iniciei devorando a biblioteca da casa dela. Hoje leio até bula.
3. Aprendi a tocar guitarra sozinho aos 15 anos. Recebi alguns toques, comprei livros e revistas e fui atrás. Plugava a guitarra num aparelho 3 em 1 e tocava junto com discos de Eric Clapton, Jimi Hendrix e vários bluesmen.
4. Uma vez estava numa madrugada com meu primo Marcos no bar Ilhéu no Centro de Floripa. A gente bebeu bastante assim como um cidadão que desceu a escada na minha frente quando íamos embora. Ele abriu a porta do carro, eu olhei e reconheci Antônio Cabrera, o palhaço Zás Trás.
Naquela emoção da embriaguez cumprimentei-o e disse que era seu fã. Ele abriu um sorriso e me deu um abraço me chamando de "amiguinho" que era como ele tratava os telespectadores do seu programa de TV. Trocamos algumas palavras.
Me despedi e fui caminhando embora quando de repente ele chamou...Hey amiguinho!... olhei pra trás e ele fez o mesmo cumprimento que fazia quando o programa chegava ao fim: agitava as duas mãos e dava tchaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuu!!!!!!!
5. Embora não tenha muita técnica eu dou meus passos sempre que o espírito está alegre, a música empolgante e a companhia boa. É como eu digo aos amigos: "Eu não sei dançar, mas eu danço".
6. Outra vez cheguei na Rodoviária de Sorocaba lotada numa tarde de domingo e não consegui um bilhete para São Paulo onde pegaria outro ônibus de volta pra Floripa. Sem mais um puto no bolso - ou no banco - eu já tinha comprado a passagem SP-Floripa e pra chegar lá tinha um bilhete para um horário em que chegaria após a partida.
Daí que fui à luta e consegui trocar com um cara que estava embarcando num Cometa naquela hora. Ele aceitou esperar um pouco mais e eu pude chegar em São Paulo a tempo.
Mas a Raposo Tavares tava cheia pra caramba e o trânsito lento. Desembarquei quase na hora no terminal da Barra Funda. Corri com uma mochila de 15 quilos nas costas e comprei um bilhete de metrô. Peguei o trem contando os minutos e acariciando a passagem dentro do bolso. Desembarquei na Sé e troquei de linha em direção ao Terminal do Tietê.
Chegando na Rodoviária disparei atrás do portão de embarque, corri uns 300 metros, desci uma escada e meu ônibus estava fechando a porta e partindo! Acenei para o motorista que parou e abriu a porta. Enfiei a mão no bolso e cadê a passagem?
Pedi pro motorista esperar e subi a escadaria de novo com aquela mochilona, desesperado. Chego no hall e vem um homem em minha direção. Ele só disse o seguinte: - Taqui o que tu buscava. Me entregou o bilhete, eu agradeci muito e dei meia volta e enfim embarquei no ônibus para Floripa.
Mas como nem tudo são rosas e eu já tinha encontrado dois anjos benfeitores no mesmo dia, quando cheguei no meu assento percebi que teria que passar as próximas 11 horas ao lado de um cara que ocupava quase os dois assentos com seu corpanzil flácido.
1. Nasci em Três Rios, Rio de Janeiro no mesmo hospital onde Roberto Carlos foi socorrido após um grave acidente com o carro que ele dirigia em turnê pelo interior no início de carreira. Nele ficou uma cicatriz no pescoço, em mim não sei o que ficou. Com 2 meses meus pais voltaram para Santa Catarina e vivi em Itajaí até os 8 anos quando vim morar em Florianópolis.
Tempos atrás peguei um táxi aqui em Floripa e conversando com o motorista perguntei se ele era do Rio pelo sotaque. Ele disse que sim. Depois emendou: - Na realidade sou de uma cidade do interior que você nunca deve ter ouvido falar. Adivinha onde era?
Mostrei minha carteira de identidade e ele ficou pasmo.
2. Sempre li muito rápido. Leio em média 100 páginas por hora. Não consigo evitar. Comecei a ler com 5 anos aprendendo com minha vó que era professora. Iniciei devorando a biblioteca da casa dela. Hoje leio até bula.
3. Aprendi a tocar guitarra sozinho aos 15 anos. Recebi alguns toques, comprei livros e revistas e fui atrás. Plugava a guitarra num aparelho 3 em 1 e tocava junto com discos de Eric Clapton, Jimi Hendrix e vários bluesmen.
4. Uma vez estava numa madrugada com meu primo Marcos no bar Ilhéu no Centro de Floripa. A gente bebeu bastante assim como um cidadão que desceu a escada na minha frente quando íamos embora. Ele abriu a porta do carro, eu olhei e reconheci Antônio Cabrera, o palhaço Zás Trás.
Naquela emoção da embriaguez cumprimentei-o e disse que era seu fã. Ele abriu um sorriso e me deu um abraço me chamando de "amiguinho" que era como ele tratava os telespectadores do seu programa de TV. Trocamos algumas palavras.
Me despedi e fui caminhando embora quando de repente ele chamou...Hey amiguinho!... olhei pra trás e ele fez o mesmo cumprimento que fazia quando o programa chegava ao fim: agitava as duas mãos e dava tchaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuu!!!!!!!
5. Embora não tenha muita técnica eu dou meus passos sempre que o espírito está alegre, a música empolgante e a companhia boa. É como eu digo aos amigos: "Eu não sei dançar, mas eu danço".
6. Outra vez cheguei na Rodoviária de Sorocaba lotada numa tarde de domingo e não consegui um bilhete para São Paulo onde pegaria outro ônibus de volta pra Floripa. Sem mais um puto no bolso - ou no banco - eu já tinha comprado a passagem SP-Floripa e pra chegar lá tinha um bilhete para um horário em que chegaria após a partida.
Daí que fui à luta e consegui trocar com um cara que estava embarcando num Cometa naquela hora. Ele aceitou esperar um pouco mais e eu pude chegar em São Paulo a tempo.
Mas a Raposo Tavares tava cheia pra caramba e o trânsito lento. Desembarquei quase na hora no terminal da Barra Funda. Corri com uma mochila de 15 quilos nas costas e comprei um bilhete de metrô. Peguei o trem contando os minutos e acariciando a passagem dentro do bolso. Desembarquei na Sé e troquei de linha em direção ao Terminal do Tietê.
Chegando na Rodoviária disparei atrás do portão de embarque, corri uns 300 metros, desci uma escada e meu ônibus estava fechando a porta e partindo! Acenei para o motorista que parou e abriu a porta. Enfiei a mão no bolso e cadê a passagem?
Pedi pro motorista esperar e subi a escadaria de novo com aquela mochilona, desesperado. Chego no hall e vem um homem em minha direção. Ele só disse o seguinte: - Taqui o que tu buscava. Me entregou o bilhete, eu agradeci muito e dei meia volta e enfim embarquei no ônibus para Floripa.
Mas como nem tudo são rosas e eu já tinha encontrado dois anjos benfeitores no mesmo dia, quando cheguei no meu assento percebi que teria que passar as próximas 11 horas ao lado de um cara que ocupava quase os dois assentos com seu corpanzil flácido.
Mundo bizarro
Um dos mais bizarros filmes que assisti, Os Trombadinhas ( 1979) foi dirigido por Anselmo Duarte - ganhador da Palma de Ouro de Cannes com O Pagador de Promessas - e tem o roteiro assinado por Carlos Heitor Cony junto com Pelé, que também foi o produtor.
Muita ação, aventura e diálogos como esse:
(Receptadora pega em flagrante e caída no chão olha pra cima) : - Mas você é o Pelé?
(Pelé) : - Não, eu sou o Jô Soares, sua piraaaaaaaaanha!
Rapidinhas
- Samambaia Sound Club chacoalha a Lagoa hoje no Vecchio Giorgio em mais uma noitada da temporada que a banda está fazendo no bar. Bora lá.
- E falando em chacoalhar, Rafael Rubim de volta à Ilha traz de Porto Alegre a festa Lei da Groovidade onde o negócio é soul, funk & derivados cobrindo o groove dazantigas até à atualidade. Toda terça de fevereiro também no Vecchio Giorgio. Começa dia 3 com os DJs Fred, Rubim e o convidado Zé Pereira ( aka Gstv Mntr).
- Cinema ao ar livre e digrátis toda quinta às 21 hs no Espaço Cultural Sol da Terra. O músico e agitador Airton Perrone está realizando o projeto Cine Bar que traz clássicos do cinema brasileiro. Hoje Alma Corsária de Carlos Reichenbach.
- Yeah! O Muxtape está de volta com uma proposta de ser uma plataforma minimalista para bandas assim como o MySpace só que num visual mais limpo.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
To be
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Yes we can dance
Uma canção emblemática da campanha e da posse de Obama e uma das que estão no meu Top Ten do Stevie Wonder: Signed, Sealed, Delivered.
Homenagem aos 50 anos da Motown.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Governo 2.0
Vale a pena conhecer o novo site da Casa Branca, que entrou no ar um minuto após a posse do presidente Obama, e também o blog gerenciado pelo diretor de Novas Mídias da Casa Branca, Macon Philips.
O governo Obama chegou lá com uma ajuda grande de seus amigos internautas e sua experiência pode influenciar governos mundo afora e tornar a política bem diferente.
“Publicaremos todas as novas leis no site por cinco dias e deixaremos os usuários comentarem antes de o Presidente sancioná-las” escreveu Macon.
A diminuição da distância entre o presidente e os cidadãos pode ser algo incrível. Esperemos pra ver.
O governo Obama chegou lá com uma ajuda grande de seus amigos internautas e sua experiência pode influenciar governos mundo afora e tornar a política bem diferente.
“Publicaremos todas as novas leis no site por cinco dias e deixaremos os usuários comentarem antes de o Presidente sancioná-las” escreveu Macon.
A diminuição da distância entre o presidente e os cidadãos pode ser algo incrível. Esperemos pra ver.
Here comes the Sun
Amanhecer na praia do Campeche após uma festa e tanto no Clube da Luta na última sexta.
E agora eu vou dormir por que já decorei a melodia toda do Tecendo o Saber. Boa noite pra quem é de noite e bom dia pra quem é de dia.
domingo, 25 de janeiro de 2009
O cantor das multidões
Trecho de 8 minutos de um documentário com Orlando Silva, o cantor que teve seu auge de 1935 a 1942.
Sensacional!
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Rapidinhas
* O mestre Dudu do Banjo se apresenta na próxima quinta , 29 de janeiro, no teatro do SESC Prainha em Florianópolis com a banda Papadu, formada por ele e seus filhos Ícaro, na bateria e percussão e Emanuel no baixo e guitarra.
Seu Dudu aos 73 anos continua mandando brasa no banjo na guitarra e
na simpatia.
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* Tijuquera , ao lado do Skank, se apresenta hoje no Rio de Janeiro no Oi Noites Cariocas realizado no Píer Mauá. Com transmissão ao vivo pela web no site oficial.
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* A engraçadíssima e trágica peça La Muñequita, dirigida por Renato Turnes, volta para uma temporada no TAC. Hoje, amanhã e domingo às 21 h.
No sábado tem um after e tanto na Paulera na Boneca , festa do criativo Paulo Vasilescu, um dos destaques do elenco, lá no Blues Velvet. Dj Paulera e Dj Gstv Mntr mandando som.
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*Clube da Luta All Stars toca junto com a Samambaia Sound Club no Floripa Tem que acontece na Célula no sábado.
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* Também no sábado a terceira edição da festa Bomba! vai ferver o Hi-Fi na Trindade com os Djs Ka-Hara e Cevallos da festa Neon de Porto Alegre e os locais Ledgroove e Roctiv.
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* E hoje, assim como todas as sextas, tem Clube da Luta na Célula. No ringue SC X RS os gaúchos Móica lançando seu disco solo e a banda Bruxa Roots, formada pelo carismático morador dos Ingleses Rafael Malenotti ( Acústicos & Valvulados), Nando Endres ( Comunidade Nin-jitsu), Júlio Porto ( Ultramen) e Didi Gloor ( Tequila Baby) .E quem os recebe para o bom combate é a prata da casa Aerocirco. Uma noite de sangue, suor e rock.
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Lucy In The Sky With Diamonds
No sábado estive no Planeta Atlântida, trabalhando na equipe técnica da Aerocirco, que se apresentou no palco Voador ao lado de Zeca Baleiro, Mallu Magalhães e o Tributo a Tim Maia.
Márcio Costa abriu os trabalhos apresentando a chegada do Clube da Luta na área e às 20:30 h Aerocirco atacou o primeiro acorde distorcido esquentando o palco alternativo do evento.
Logo juntou uma muvuca em frente ao palco com muitos fãs cantando TODAS as músicas. Realmente foi bonito. A galera sentou a mão e ferveu o começo daquela noite que seria longa e terminaria com este blogueiro enfiando os dois pés, e as mãos, na lama.
Zeca Baleiro veio depois com uma banda afiada com metais em brasa e que executou muito bem o repertório eclético do maranhense. Povo animadíssimo lotou a frente do palco.
Em seguida Mallu Magalhães também veio cercada de ótimos músicos e atraiu uma multidão maior ainda. E ela é uma menina gente fina mas muito tatibitati. A concentração dela com a banda antes de entrar no palco parecia uma reunião de escoteiros almofadinhas. Um clima assim "olá amiguinhos". Nada podia ser menos rock.
Destaco ainda a presença do grupo Tholl, de Pelotas, que realizou a tarefa de costurar as apresentações e encantou. Com muito profissionalismo, técnica, figurinos impecáveis, graça e leveza levaram o sonho para o palco.
A primeira dessas fotos que fiz foi psicodélica. Cheguei perto do palco pela lateral e as luzes e sons se fundiram na minha cabeça, fiquei por um momento em um estado alterado de consciência e sentia aqueles pedaços de papel laminado como se fossem neve caindo em mim. Loucura meu!
E o destaque negativo vai para a falta de respeito, de noção e de planejamento de quem coloca um stand ao lado do palco com um sistema de som bombando pagode, axé e sertanejo universitário alto, mas muito alto mesmo, com as caixas cuspindo um som distorcido e fisicamente incômodo. A perda de sensibilidade das pessoas é uma coisa incrível. O lugar tava cheio de gente dançando aquele som podre. E digo isso tecnicamente falando não entrando no mérito do gosto musical.
O som alto prejudicou todos os artistas que tocaram no palco Voador. Aerocirco, Zeca Baleiro e Mallu Magalhães deixaram bem claro o desconforto com essa grande falha da produção.
Gypsy King
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