sábado, 13 de junho de 2009
Terrir é o melhor remédio
Renato Turnes saiu consagrado do FAM 2009. Seu curta-metragem Ângelo, O Coveiro levou 4 prêmios na noite de ontem.
Onde é que é a festa hoje?
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Truculência
Let's get together
Manja só o sexy single Show Me Heaven com uma letra apelativa no melhor sentido da palavra e um groove contagiante de baixo distorcido.
Todos os caminhos levam à Lagoa
Preparei um set de pornochanchada/soul/funk/eletro/ rock para hoje à noite na festa do Teatro- Udesc no Art Chopp, um barzinho super aconchegante que fica ao lado do Vecchio Giorgio na Lagoa.Já soube que serei o segundo DJ a se apresentar e devo entrar à meia-noite, portanto amigas e amigos vamos lá que quero botá-los pra chacoalhar e se divertir à pampa.
Depois dessa festinha sigo para o John Bull onde participo da comemoração de 10 anos do Quarteto Banho de Lua. Entrei na banda em 1999 e permaneci até 2001. Turma da pesada. Butch, Sérgio Negrão,André Seben, Adriano Barvik, Richard Bondan e Luciano Bilu foram os músicos com quem dividi shows memoráveis tocando clássicos do rock, soul e jovem guarda.
Na noite festiva eles trazem o novo parceiro, Marcelo Nova, do Camisa de Vênus, que recentemente fez uma tour com o Quarteto como banda de apoio.
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Só começando
A véspera de feriado tá cheia de bons programas e a ronda da noite começa às 21 hs lá no TAC com o show gratuito da Felixfônica que lança seu CD.
Beleza efêmera
O artista neo-zelândes Peter Donnelly criando belos e intricados desenhos na areia da praia.
Depois aparece algo assim:
Foto: Current
terça-feira, 9 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
Paredão online
Rapaziada amiga, por motivo de força maior não estarei aqui mas mandem brasa no chat. Só entrar aí e cair no papo.
Acompanhamento do Paredão Contracapa ao vivo na rádio Atlântida aqui, a partir das 20 hs.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
"My life is like a train ride in fields of blue"
Koko Taylor se foi. Nascida Cora Walton na cidade de Memphis, Tennessee, em 28 de setembro de 1938, ela ganhou o apelido Koko dos garotos da vizinhança por gostar muito de chocolate.
Começou a cantar na igreja aos 15 anos e em 1953 mudou-se para Chicago onde acabou cruzando seu caminho com o do grande compositor e baixista Willie Dixon que a levou para a gravadora Checker, uma subsidiária da Chess Records.
Fiquem com este grande dueto dela com o mentor Willie Dixon e uma funkeira que conta com ninguém menos do que Buddy Guy na guitarra.
Koko Taylor & Willie Dixon - Insane Asylum
Koko Taylor - Yes It's Good For You
quinta-feira, 4 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
Todas as tribos
Em setembro de 1994 eu estudava Jornalismo na UFSC onde conheci esses dois freak brothers que são o Frank Maia e Emerson Gasperin, editores do Fútio Indispensável, um fanzine supimpa que marcou época.
Emerson, ou melhor, o Tomate chamou a mim e Fábio "Mutley" Bianchini para cobrir a segunda edição do festival Junta Tribo , que tinha como subtítulo: cerveja, barulho e terra. E como tinha terra vermelha lá em Campinas.
Eu fui. E foi uma experiência e tanto que se tornou marco divisório.O que vi e ouvi foi indescritível e a maioria das histórias são impublicáveis. O local do show era uma feira medieval com tudo o que um quadro de Hyeronimus Bosch tem direito.
Fiquei hospedado numa sala de aula da Unicamp dividida com o Planet Hemp e outras bandas. Já conhecia o pessoal da Wry, lá de Sorocaba onde eu ia bastante e passei a conhecer o Concreteness, Brincando de Deus, Little Quail, Relespública, Câmbio Negro, Loop B, Garage Fuzz, algumas bandas que me lembro.
No terceiro dia, cansadaço fui pousar na casa dos meus amigos Chico Saraiva e Eduardo Ribeiro, onde deu pra tomar um bom banho e tirar aquela terra vermelha entranhada.
Ontem encontrei através da comunidade do orkut esta matéria da EPTV falando sobre o festival que marcou o cenário independente brasileiro.
Soul ladies
Quando morrer quero encontrar anjos divinos assim.
Com retrato na coluna social
Recebi de um leitor censurado em outras plagas este texto sobre o polêmico maestro José Nilo Vale. Quem responderá as indagações finais?
Por Raul Perdigueiro
Maestro José Nilo Vale, da OSSCA, "vale" o quanto chora. E como chora, quer R$ 10 mil por mês do Governo do Estado para abrigar a orquestra. Ainda que com toda a sua benevolência, o secretário de Estado do Turismo, Cultura e Esportes, Gilmar Knaesel negou a proposta indecorosa. Se até dentro da secretaria o Maestro já é visto como uma presença incômoda, o mesmo não se pode dizer em outras instâncias, como a mídia.
Mas o maestro não gosta de falar, chora para não falar. Chora para receber, mas não presta contas sobre a sua gestão temerária, desafinada. Os músicos não recebem seus salários e a OSSCA está parada porque não tem dinheiro, não tem porque não pode receber do Estado diante das advertências do Tribunal de Contas do Estado que desde o ano passado bate na desorganização da administração da Ossca, mas também não leva adiante, como por exemplo, ao Ministério Público.
Só recapitulando, no mês de maio foi revelado o resultado da auditoria operacional do TCE sobre os mecanismos de incentivo à cultura do Governo do Estado. Dentre os 10 proponentes que abocanharam 55% de todo o dinheiro (R$ 25 milhões) investido pelo governo em projetos culturais no exercício de 2008 está a Associação Cultural Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (AOSSCA), com R$ 1,1 milhão. E não poderia jamais recebê-lo porque sua situação legal é capenga.
Mas aí todos sentem pena do maestro, ele chora, é emotivo, pede para não se tocar no assunto, promete entrevistas bombásticas e some do mapa, enfim desafina na gestão e dissimula na prestação. Mas ninguém pensa nos músicos, muito embora eles também contribuiem em seu silêncio ao não tomar uma atitude e denunciar a questão ao Ministério Público e Delegacia Regional do Trabalho.
O problema é que isso envolve dinheiro público, nosso, que vai para o mesmo ralo do desperdício que mensalmente despeja milhões em lugares incertos e não sabidos. Daí não podemos levar a situação como um caso folclórico. Isso é de interesse da coletividade e como tal deve estará sujeito à lupa rigorosa da lei e suas instâncias fiscalizadoras, bem como as penas previstas para os casos de malversação do dinheiro público, para não falar o pior.
O que impede o Maestro Nilo de cumprir o seu dever e prestar contas sobre a sua orquestra? E o que impede o TCE, o governo do Estado e o MP de cobrar maior responsabilidade por conta da gestão da orquestra? Ou então que cessem já essa "ópera de bufa" com o dinheiro do Estado, afinal, só o maestro aplaude.
Aliás, ninguém percebeu o nome deste espetáculo: A Ópera do Malandro!
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