Amanhecer na praia do Campeche após uma festa e tanto no Clube da Luta na última sexta.
E agora eu vou dormir por que já decorei a melodia toda do Tecendo o Saber. Boa noite pra quem é de noite e bom dia pra quem é de dia.
* E hoje, assim como todas as sextas, tem Clube da Luta na Célula. No ringue SC X RS os gaúchos Móica lançando seu disco solo e a banda Bruxa Roots, formada pelo carismático morador dos Ingleses Rafael Malenotti ( Acústicos & Valvulados), Nando Endres ( Comunidade Nin-jitsu), Júlio Porto ( Ultramen) e Didi Gloor ( Tequila Baby) .

"O mundo da nossa realidade é realidade porque estamos envolvidos no "fazer" dessa realidade. As pessoas nascem com uma auréola de força, poder, que se desenvolve e se entrelaça com o consenso dominante. As pessoas olham o mundo da forma como lhe foi ditada, com os olhos do consenso dominante. Por outro lado, "não fazer" é possível quando uma auréola extra de poder se desenvolve para formar a existência da realidade de um outro mundo. O guerreiro-pirata não escapa do "fazer" do mundo, mas luta dentro desta realidade, a realidade do consenso dominante. O que o auxilia na criação da auréola extra de poder. O ato de "não fazer" conduz ao "parar o mundo", que é o primeiro passo para "enxergar". O mundo da realidade ordinária, do dia-a-dia, nos parece do jeito que é por causa do consenso social. "Parar o mundo" significa interromper a corrente comum de interpretação do mundo, do consenso dominante, ou em outras palavras, parar o consenso é enxergar o mundo como bruxo, numa realidade não-ordinária. "Parar o mundo" é viver num espaço temporal mágico, enquanto que viver na realidade do consenso é viver num espaço temporal ordinário".