I am Sam Moore the lead voice of the duo Sam and Dave whose recording of “Hold On I’m Comin” your campaign has been using at your rallies.
Unfortunately, I have been contacted by various media outlets because of a story on yesterday’s Newsweek blog about how my signature song as part of Sam & Dave was blasting for 18,000 adoring admirers of yours at a rally in Dallas and how the crowd was singing along and even spontaneously changed the words to “Hold On Obama’s Comin”. Questions have included: Why do I want you to be President? Have we met yet? Am I honored that my song was selected to be so important to the Obama for President Campaign?
I have had no choice but to set the record straight and I have begun explaining that the song was being performed at your rallies without my permission or my endorsement of you as my choice as a candidate for President and that I was writing this to you asking you to not continue including my material at your events.
I must request that you instruct your team to cease and desist from playing the song as I was not asked if I minded that my performance, as well as my name and the little bit of fame I enjoy, was associated to your bid to win the nomination of your party as their candidate for President of The United States of America, our wonderful country.
I have not agreed to endorse you for the highest office in our land.
I reserve my right to determine who I will support when and if I choose to do so.
My vote is a very private matter between myself and the ballot box. My endorsement and support of a candidate, because I do carry some celebrity, makes is quite a different matter changing a private act to a public statement, something I wouldn’t do without considerable thought.
I therefore must stand firm on being given the respect and courtesy of being asked if I mind having my talent, name and fame associated to you or any other candidate running for office, for that matter.
I do wish you well in your quest for the nomination. Having been hit with rocks and water hoses in the streets, in the day with Dr. King as part of his artist appearance and fund raising team, it is thrilling, in my lifetime, to see that our country has matured to the place where it is no longer an impossibility for a man of color to really be considered as a legitimate candidate for the highest office in our land.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Magoou
Goin' home
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Guitarrada
Essa pérola aqui eu mesmo pesquei no YouTube. Tilda, cantora da Nigéria com a música Christiana.
Juju music porrada com guitarrinhas que mostram onde Herbert Viana se inspirou para compor Alagados.
Calhamaço

Via Biscoito Fino cheguei ao relatório completo da investigações que levaram Daniel Dantas e uma escumalha humana para a cadeia. Por pouco tempo é verdade.
Segundo o jornalista Cláudio Júlio Tognolli :
Ao longo de 210 páginas, recheadas com transcrições de interceptações telefônicas e de e-mails, relatório da Polícia Federal que investiga Daniel Dantas e o Opportunity é exaustivo na descrição dos passos seguidos pela Polícia e dos supostos indícios que permitiram aos delegados Protógenes Queiroz e Karina Murakami Souza chegar à conclusão de que “Daniel Dantas é o chefe da organização criminosa, envolvida com o cometimento de delitos contra o Sistema Financeiro Nacional, contra o mercado de capitais e de lavagem de dinheiro”.
Os delegados federais registram que ainda não há definição legal para o conceito de organização criminosa, mas apontam que as investigações encontraram quase todos os indícios de uma organização criminosa: previsão de lucros, hierarquia entre seus membros, planejamento empresarial, divisão de trabalhos, ingerência no poder estatal e na imprensa, mescla de atividade lícitas e ilícitas para dificultar a atuação dos órgãos públicos encarregados da persecução penal. “No caso em tela, encontram-se presentes todas estas características”, afirma a delegada no documento.
Há ainda a declaração de que o grupo mantém proximidade com autoridades públicas, lobistas, jornalistas, grandes empresários, “pessoas muito bem articuladas, uma vez que esses contatos nas diversas esferas públicas e privadas são necessários para que esta organização criminosa continue atuando de forma protegida”.
Assim que tiver tempo vou me embrenhar.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Agora é a hora!
Na próxima sexta-feira Floripa vai tremer e o epicentro do terremoto será no bairro João Paulo, onde acontece a volta do Clube da Luta com novas regras e a partir desta data tornando-se um evento semanal. Toda sexta na Célula.
E a nova fase começa com muito rock em três distintas versões, Aerocirco, Os Berbigão e Kratera. Esta última lançando seu novo clipe " Boca de Lobo".
Let's rock! Lembrando que chegando até às 23h é só 5 pilas.
Petisco Sonoro

O músico carioca Marcelo Frota (Momo), integrante do Fino Coletivo, mandou uma prévia de seu novo álbum solo - Buscador - disponível em seu perfil no MySpace. São 3 faixas do disco que sai na próxima terça, 22 de julho. As 10 músicas do segundo trabalho solo de Momo estarão disponíveis no site da Trama Virtual, no MySpace e em SMD.
O álbum dá continuidade aos tons invernais de A Estética do Rabisco, disco de estréia que saiu em 2007 pela Dubas Música / Universal, e além dos elogios na imprensa brasileira, entrou pra a lista de melhores discos de 2007 segundo o crítico da Down Beat e Chicago Reader, Peter Margasak. Foi ainda indicado como uma das revelações de 2007 na revista Muziq – Jazz Magazine – Paris – pelo crítico musical Dan Yvnek.
Com uma roupagem calcada no folk e pitadas de progressivo e psicodelia, o novo trabalho remete a uma sonoridade setentista - o compositor, cantor e violonista é fã dos primeiros discos de Fagner, Belchior e Clube da Esquina e foi produtor musical do projeto Álbum Duplo - Clube da Esquina, realizado no SESC Pompéia em 2007, que contou com participação de Beto Guedes.
Sorria meu bem

Uma estréia teatral agita a Célula nesta quinta, 17 de julho. Produzido pela Ponte Cultural Escritório de Produção - mesma realizadora do Teatro de Quinta - o Comédia Com Leite – Humor Expresso - é um espetáculo de stand-up comedy que fica em cartaz até 18 de setembro, todas as quintas.
"Bastante conhecida do público norte americano e cada vez mais conquistando os palcos brasileiros, stand up comedy é um tipo de humor onde o comediante apresenta – se sem o auxílio de personagens, adereços ou jogos de cena, “de cara limpa”, munido apenas de um microfone e sua capacidade de encontrar graça nas mais absurdas situações. O humorista não conta piadas conhecidas do público (sabe aquela do papagaio?) e prepara um material original através da sua observação do cotidiano.
Em outras palavras, estamos falando de pessoas cara de pau o suficiente, para se apresentarem em frente a um bando de desconhecidos, falando da vida de forma irônica e geralmente tirando sarro de suas maiores tragédias. E torcendo silenciosamente para que riam de alguma coisa, ou para que pelo menos não atirem tomates, ovos ou garrafas de cerveja".
Comédia Com Leite – Humor Expresso é um espetáculo pioneiro neste tipo de humor em Santa Catarina. Os responsáveis pelas gargalhadas são Graziela Meyer, Higor Lima, Malcon Bauer e Milena Moraes.
Na última quinta, num evento fechado para músicos e imprensa, Grazi Meyer fez um preview lá na Célula que prometeu.
Começa às 22hs e quem chega até este horário paga R$10, depois é R$15. Não vacila e bora lá.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Sweeties
Pra começar a segunda bem, The Sweet Divines, moças que fazem backing vocals para Sharon Jones e agora montaram esse grupo de neo-soul que é uma delícia.
O camarada do vídeo é muito bom. Criativo e cheio de groove. "Déshhh pau" diria a Aracy de Almeida.
O camarada do vídeo é muito bom. Criativo e cheio de groove. "Déshhh pau" diria a Aracy de Almeida.
"Do que morrem os outros"
Desde menino, todo mundo diz que a voz de João é bonita. Ele canta em aniversários, nas reuniões do clube e da escola. Os parentes, amigos e conhecidos falam sempre que João tem muito jeito, é melhor do que muito artista da televisão. Um dia, João acredita e vai ser cantor. Não há muitos caminhos a escolher. Os programas de calouros pouco podem oferecer, mas é geralmente o primeiro passo. Cedo João percebe que o mundo artístico é bem mais complicado do que imaginava. Os responsáveis pelos programas de calouros estão mais empenhados em se autopromover do que em arranjar-lhe uma oportunidade. Então ele tenta lançar um disco. Vai de gravadora em gravadora, as respostas são parecidas: "Volte na semana que vem." "Infelizmente, nosso elenco está completo." "O encarregado não está."
Alguém aconselha João a arranjar um empresário, uma espécie de quebra-galhos profissional. Pela mão do empresário, João entra numa gravadora. Faz seu primeiro compacto. Começa então a caitituar, a divulgar seu disco. Levanta de madrugada para correr as emissoras de rádio. Os disk jockeys precisam ser visitados, adulados, comprados. Muitas vezes a carreira de João fica por aí mesmo. O disco não pega, a gravadora não lhe dá mais oportunidades. João vira porteiro de boate, divulgador de emissora, faz-tudo da televisão.
Pode acontecer, porém, que o disco estoure nas paradas de sucesso. O empresário conhece muita gente, consegue notícias no jornal, fala com os produtores de tevê e João é escalado para um programa. Nessa época, acontece talvez a coisa mais importante de sua carreira. Ele passa a ser considerado como um provável futuro ídolo. João agora precisa de uma imagem e um nome. Os Beatles não eram os Beatles antes que o empresário Brian Epstein criasse sua imagem cabeluda e inconformista. Nem Roberto Carlos, nem Wanderléa, nem Elis Regina alcançaram o estrelato sem antes serem estudados, catalogados e encaixados numa figura que nem sempre corresponde à realidade. A imagem é escolhida pelo empresário. O nome também: que tal Rob Lee, ou Carlos Augusto?
Praticamente todo o futuro de João está em jogo, mas ele não decide, nem ao menos influencia nestas escolhas. O empresário segue a moda do momento. O público quer um rapaz de olhar triste, jeito tímido, que veio da pobreza: um novo Roberto Carlos, com quem os garotos se identifiquem e por quem as meninas de apaixonem. João se transformará neste personagem. Ele pode ser alegre e extrovertido, mas terá que fingir que é triste e tímido. Pode ser da classe média, inventarão que passou miséria. Se o público recusar esta imagem, haverá mais um fracassado pelas redações de jornais e revistas, pedindo uma notícia, uma reportagem. Será o eterno freqüentador dos corredores de tevê, adulando produtores e diretores, gravitando em torno de um ídolo. João não ficará sozinho. Há muita gente na mesma situação dele.
Se a imagem for aceita, João se transformou em ídolo. Sua batalha agora é manter a posição. Os astros têm saúde delicada, morrem de diversas doenças: má orientação na carreira, escolha errada da imagem, tudo isso mata lentamente, numa agonia dolorosa e prolongada. João pode ser atacado deste mal. Se não vier um segundo sucesso, a moléstia é fulminante. João teve uma música nas paradas de sucesso. O público gostou, mas ficou esperando mais. Mas João não tinha mais o que mostrar.
Falta de amadurecimento artístico, lançamento prematuro, apoiado apenas num pistolão, mata ainda mais rapidamente. João cometeu o mesmo erro de tantos outros. Não tinha música nas paradas, nem era conhecido, mas conseguiu a proteção de um sujeito importante na tevê. Foi lançado como astro nos principais programas de uma emissora. O público não se deixou enganar. João não tinha o que mostrar. O público não teve pena de crucificá-lo.
Tirado daquela seção de editoriais não-assinados nas primeiras páginas da revista Realidade, década de 60.
Um dos excelentes artigos sobre música republicados no não menos excelente blog Vitrola.
Extra!Extra!
"Hey Al Capone, vê se te emenda..."
- CASAIS. Governador Luiz Henrique da Silveira embarcou, quinta-feira, num avião em Roma, encerrando férias na Europa, com a mulher Ivete e o casal Iolanda e Fernando Marcondes de Mattos.
Via Cacau Menezes
Via Cacau Menezes
Viver de olhos fechados é fácil
Ben Harper e os Innocent Criminals gravaram esta versão de uma das canções mais emblemáticas dos Beatles para a trilha do filme I Am Sam:
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Pérola
Stephen Stills, compositor, cantor e multi-instrumentista que conta com uma "capivara" e tanto no rock - só pra ficar nas mais conhecidas cito Buffalo Springfield e Crosby, Stills, Nash & Young - acaba de encontrar um tesouro perdido no meio de suas tralhas: um disco gravado com Jimi Hendrix.
Seu brother Graham Nash está ajudando na recuperação das fitas e o álbum deve ser lançado pra geral.
No primeiro disco solo do músico, lançado em 1970, o fantástico guitarrista canhoto de Seattle deu o ar de sua graça aqui:
Stephen Stills & Jimi Hendrix - Good Times, Old Times
Bom paca hein? Imagina o que deve vir por aí.
Ignorância
Aqueles que confundem o não-essencial como sendo essencial
E o essencial como sendo não-essencial,
Abrigando pensamentos incorretos,
Jamais chegam ao essencial.
Dhammapada 1 | 11
Via Samsara
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Emite acordes dissonantes
Programa Arquivo N da Globonews que fala sobre os 40 anos do disco Tropicália. Ficou meia boca mas vale a pena ver pela entrevista com Tom Jobim.
O mestre sempre arguto mandou essa: " No Brasil você pode matar, pode roubar, só não pode dizer a verdade".
Freak show
O alucinado Glauber Rocha entrevista Antônio Carlos Magalhães, o Toninho Malvadeza, em seu programa Abertura que foi ao ar semanalmente de fevereiro a junho de 1979 na Tv Tupi.
terça-feira, 8 de julho de 2008
"Caminante no hay camino..."
Eu não chegaria a afirmar como o Fábio Bruggemann que a elite catarinense "é a pior o mundo". Mas do Brasil chega perto.
Nesta entrevista como convidado do Conversas de Sábado na TvCom, ele lembra de um fato cultural simbólico que é o atraso de 30 anos de nossa terra em relação ao mundo. Isso por conta do conservadorismo e moralismo da sociedade catarinense.
O amigo Fábio cita o surgimento do Grupo Sul tentando trazer a Semana de Arte Moderna de 22 para cá...30 anos depois. O coletivo de jovens artistas, que incluia talentos como Meyer Filho, Hassis, Eglê Malheiros, Salim Miguel, Adolfo Boos Jr e Ody Fraga, foi muito hostilizado. Depois do golpe de 64 a livraria que Salim Miguel tinha no Centro, foi quebrada e os livros queimados em praça pública. É mole?
Uns dois anos atrás Salim escreveu sobre o episódio num artigo de jornal e falou que um dos mais inflamados no papel de inquisidor ainda estava na vida pública.
Na época eu morava no mesmo prédio que o escritor e sua esposa, a também escritora Eglê Malheiros e volta e meia os encontrava em suas caminhadas. Quando os vi no portão do condomínio cumprimentei-os e não resisti à curiosidade de perguntar quem era o cidadão incendiário.
Salim só me disse que era um que não valia a pena e ficamos nos olhando, ele deu um sorriso e seguiu no passeio.
Marcadores:
conversas cruzadas,
eglê malheiros,
fábio bruggemann,
florianópolis,
grupo sul,
história,
memórias,
salim miguel,
santa catarina,
sociedade catarinense,
televisão,
tvcom
Assinar:
Postagens (Atom)