
Como muitas pessoas têm comentado, o segundo álbum do duo Gnarls Barkley não tem um hit instantâneo como "Crazy" ( a meu ver uma canção das mais fantásticas do século XXI), o que não quer dizer que não seja um belo disco.
Calcado em sonoridades vintage, o álbum traz grandes canções que ganham profundidade na interpretação de Cee-lo, dono de uma voz fantástica, grande fraseado e um soulman de mão cheia que consegue dar graça até à tolice adolescente de Whatever.
Tou ouvindo direto e destaco as faixas Would-Be Killer, Blind Mary - uma deliciosa declaração de amor sobre uma batida que lembra o clássico "Everybody Neeeds Somebody" de Wilson Pickett - e Surprise, com os corinhos à la Mamas & The Papas.
Confira.












