sábado, 9 de fevereiro de 2008

Filho de peixe


Minha garota leu, me recomendou e eu repasso pois gostei bastante. O livro Banalogias de Francisco Bosco. São ensaios bem humorados sobre o Brasil, a morte, tatuagem, Michael Jackson, futebol,o cotidiano, Casa Grande & Senzala, música e tudo isso num texto nada hermético.

O autor é ensaísta e letrista,editor da revista Cultura Brasileira Contemporânea publicada pela Biblioteca Nacional, doutorando em Teoria Literária pela UFRJ e colunista da revista Cult. E filho de um dos maiores músicos do Brasil, João Bosco.

Polititica




MáiBróda Frank Maia mandou essa.

Soulful

Ladies and Gentlemen! Here it is! Nicole Willis & The Soul Investigators - com If This Ain't Love (Don't Know What Is).

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Comece a semana bem...

...com uma ótima festinha na próxima segunda, dia 11 de fevereiro. É o Enterro das Cinzas quando a amiga Juliana Bassetti comemora seu aniversário e bota pra ferver lá no Pomar das Artes, espaço que pertence ao seu irmão, o Jacques, e onde sempre rola coisa boa.

Vai ter uma banda de Carazinho(RS), a Algayver, tocando Raul! E nos CDJs este que vos escreve ao lado de Freak Zuleika, Eduardo Galvani, Fábio "Mutley" Bianchini e Grazi Meyer. Bora lá chacoalhar minha gente.

Segue o mapa.

Telmo, tell me what to do




Dos arquivos do mestre Paulinho Guitarra. Ensaio na Seroma em 1973 com Tim Maia no baixo, Luiz Carlos Fuína na bateria e o Paulinho, na guitarra é claro.

O menino ali eu acho que é o Márcio Leonardo que foi na Seroma pra brincar e tocar seu violão, seu piano.

Conexão Floripa-Maceió




O comparsa Wado, amigo de infância da Esquerda Festiva e florianopolitano criado em Maceió, acaba de finalizar seu novo disco. O músico e compositor criou um bonito site onde disponibilizou o álbum, chamado Terceiro Mundo Festivo , além de seus três discos anteriores. Baixa lá e curte que é coisa linda.

Quem sabe, sabe

"Pessoas bem resolvidas usam a técnica do cavalo e simplesmente espantam as moscas que as importunam com uma chicotada do rabo. Nem viram a cabeça para ver de que cor a mosca era".

Rosana Hermann lá no seu blog, o Querido Leitor.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Antes tarde do que mais tarde

Dois comparsas da pesada entraram no bloguismo e quero registrar aqui: Diógenes Botelho, o Diabotelho, pai do Pedro e marido da Adriane, abriu o Botelheco e o Emerson "Tomate" Gasperin retornou com o Fancaria.

Como dizia o grande filósofo Edson Cury, o Bolinha, " Isso é coisa que meu povo gosta!".

I like you too




'I Like You' por Ilona Nelson

Wilson Pickett




"Wicked" Wilson Pickett mandando brasa em "Everybody Needs Somebody ( To Love)".

Será?

No blog da revista Wired li que surgiu uma tecnologia de amostragem de som, ou sample, que a partir da nota tocada gera "bolhas" harmônicas que ressoam. Segundo o inventor, Jason VanAnden " nós não estamos mais fazendo música linear mas música caleidoscópica". É ouvir pra crer, quem sabe?

Mas eu ainda acho que o lance é investir no vinil. Fabricando aparelhos e lançando discos, do catálago e de novos artistas. Quem não gostaria de ter um bolachão novinho em folha e ouvir aquele grave aveludado?

No terça-feira Gorda fizemos um churrasco na casa do Ledoux e o Seu Adriano "Baga"
Rotini, baixista da banda Brasil Papaya e um colecionador de discos de vinil, apareceu com o The BBC Sessions do Jimi Hendrix. Um disco triplo com uma arte linda. Saca só:

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Bob Dylan Repaginado




Remix que Mark Ronson, com uma ajuda e tanto dos The Dap Kings, fez de um clássico de Bob Dylan, Most Likely You Will Go Your Way (& I'll Go Mine) do álbum Blonde on Blonde de 66. Ficou legal até aquela gaita fuleira.

Um bom fim de semana para todos.

The Light




Uma das grandes cenas do fabuloso filme The Blues Brothers de John Landis: James Brown interpretando o reverendo Cleophus. Foi um dos primeiros contatos que tive com a música do mestre e sempre me deixou arrepiado. Mr Dynamite dá um show!

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Por que hoje é sábado de Carnaval


O Hino do Manezinho composto pelo maestro André Calibrina.

Diga três vezes



A casa do Besouro Suco

Um pilantra renascentista


A história da música brasileira nunca teria sido a mesma sem Carlos Imperial. O "Gordo" jogou nas 11. Foi ator, cantor, compositor, produtor, apresentador de TV, disc-jóckei, jornalista, colunista, cineasta, roteirista, e o diabo a quatro.

Dos anos 50 aos 80, Imperial esteve em todas. Ajudou a lançar Roberto Carlos e Erasmo, Wilson Simonal e Fábio. Compôs e produziu músicas para Tim Maia, Elis, Clara Nunes, Jair Rodrigues, e uma miríade de artistas . Foi parceiro de Ataulfo Alves, Eduardo Araújo e outros tantos.

Era enturmado com o pessoal da Bossa Nova mas lançou o rock no Brasil e nos anos 60 criou um estilo que chamou de Pilantragem, cujo maior representante foi Wilson Simonal, ex-secretário do Gordo.

A vida de Imperial ilustra perfeitamente aquela frase famosa de Chico Science: "Diversão levada à sério". Segue um texto dele sobre a Pilantragem:



“Nascimento, mudanças e apogeu da Pilantragem”

O negócio aconteceu assim: Simonal me pediu para inventar uma nova jogada. Sugeri então em transformar o samba em compasso quaternário, pois assim o cantor ficaria mais à vontade para se mostrar. Bolamos o estilo e eu compus então a primeira música de Pilantragem: “Mamãe passou açúcar ni mim”. Peruzzi foi chamado e bolamos que, como o Iê-Iê-Iê estava na onda, o negócio tinha que ser com guitarras. Criamos então o Samba-Jovem e nós definíamos: “Batida de samba e môlho de Iê-Iê-Iê”. Aí entrou Cesar Camargo Mariano na jogada com o seu Som 3 e começou a bolar novos arranjos. Nonato Buzar, amigo antigo e compositor de música tradicional, juntou-se a mim para fazermos músicas juntos. Fizemos “Carango”, que Buzar achava horrível e deprimente. Um dia propôs-me: “Se você acha que a música é realmente sensacional e que vai dar muita grana, me dá 100 contos agora que ela fica sendo só sua”. Foi um custo para convence-lo de que o samba-jovem ia dar pé. Quando “Carango” estourou e Buzar recebeu uma grana violenta como meu parceiro, foi correndo para casa e jogou fora tôdas as músicas sertanejas e dias depois veio a safra de “Uni-du-ni-tê”, “Vesti azul”, etc.

Eu, Simonal e Cesar Mariano trabalhávamos juntos na TV Record e a palavra que mais usávamos era Pilantragem. Tudo era Pilantragem e resolvemos oficializar a mudança do Samba-Jovem para Pilantragem. Eu compus então, “Nem vem que não tem”, cuja letra define bem o sentido da Pilantragem. Cesar Mariano fêz os arranjos (Toninho na Bateria e Sabá de Baixo para dar o môlho) e Simonal gravou como se estivesse tomando banho: completamente à vontade. No início da música, Simonal, com aquela voz de Pila (falar com os lábios fazendo bico) disse: “Vamos voltar à Pilantragem”. Estava definitivamente lançada a Pilantragem como música, arranjo e filosofia (veja letra de “Nem vem que não tem”).

Pilantragem é a apoteose da irresponsabilidade consciente.


*Texto retirado da contracapa do disco “Pilantrália

Tempos de terra devastada

Um respiro de poesia nesse mar de caretice que assola o planeta e que cresceu muito depois de 11 de setembro de 2001. Do blog Por Um Punhado de Comida.

Up to Date

Antigamente, as pessoas eram mais modernas.

Zelador



Nos anos 80 um dos maiores personagens de piadas aqui em Florianópolis era o então prefeito de São José, Germano Vieira. Me lembro das aulas de PPT no colégio, que era quando a gente aprendia a fazer coisas utílissimas como cinzeiros de argila, amendoim torrado e caixas de madeira. O professor era um conhecedor profundo de anedotas de Germano e passavámos a aula inteira rindo.

Encontrei esta foto do Germano dando uma olhada nos estragos das chuvas dos último dias, no blog Contexto Local.

Dá-lhe Coalhada!


Grande noite de sexta de Carnaval ontem no baile com as bandas Gente da Terra, Tijuquera e o DJ Zé Pereira lá na Célula Cultural.

As figuras locais dão um show à parte também. Não é à toa que o João Paulo ( ex-Saco Grande) é o bairro mais musical da Ilha.

"Você está muito apavorado?"

Nos últimos dias choveu ininterruptamente uma carga de água tremenda em Florianópolis. E encontrei no Youtube um vídeo engraçadíssimo sobre o alagamento da Avenida Rio Branco esta semana.

É o humor gaiato do mané. Olha só a risada da figura que encerra o vídeo.