Os próximos rounds serão bem mais interessantes.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Tour de la folie
Mais uma boa dica do amigo Alexandre Raposo.
"Numa manhã de Agosto de 1978, Claude Lelouch montou uma camara de filmar no para-choque da frente de um Ferrari 275 GTB e com a colaboração de um amigo e piloto profissional de F1, conduziu o carro pelas ruas de Paris.
O filme foi limitado, por razões técnicas a apenas 10 min de duração.
O percurso inicia-se na Porte Dauphine, passa pelo centro de Paris, pelo Louvre e acaba na Basilica de Sacre Coeur. Nenhuma rua foi fechada nem especialmente preparada. Claude Lelouch fez o filme sem autorização. O piloto, cujo nome nunca foi revelado, completou o percurso em cerca de 9 min, atingindo velocidades de 250 Km/h em alguns pontos do percurso. O filme mostra também algumas passagens de sinais vermelhos, fininhos em operários e condução na contra-mão em ruas de mão única.
Na sequência da projeção pública do filme, Claude Lelouch foi preso, mas nunca revelou a identidade do piloto e o filme passou à clandestinidade até ter sido editado em DVD há uns anos atrás.
Uma pérola para os Ferraristas. Um achado para os Cinéfilos".
Me lembrou os filmes que eu assistia na Festa da Laranja no cinema 180 graus. Eu adorava aquilo.
"Numa manhã de Agosto de 1978, Claude Lelouch montou uma camara de filmar no para-choque da frente de um Ferrari 275 GTB e com a colaboração de um amigo e piloto profissional de F1, conduziu o carro pelas ruas de Paris.
O filme foi limitado, por razões técnicas a apenas 10 min de duração.
O percurso inicia-se na Porte Dauphine, passa pelo centro de Paris, pelo Louvre e acaba na Basilica de Sacre Coeur. Nenhuma rua foi fechada nem especialmente preparada. Claude Lelouch fez o filme sem autorização. O piloto, cujo nome nunca foi revelado, completou o percurso em cerca de 9 min, atingindo velocidades de 250 Km/h em alguns pontos do percurso. O filme mostra também algumas passagens de sinais vermelhos, fininhos em operários e condução na contra-mão em ruas de mão única.
Na sequência da projeção pública do filme, Claude Lelouch foi preso, mas nunca revelou a identidade do piloto e o filme passou à clandestinidade até ter sido editado em DVD há uns anos atrás.
Uma pérola para os Ferraristas. Um achado para os Cinéfilos".
Me lembrou os filmes que eu assistia na Festa da Laranja no cinema 180 graus. Eu adorava aquilo.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Quarta Venenosa

Jean Mafra, vocalista da Samambaia Sound Club, apresenta-se em trabalho-solo no Panorama de Música do Sesc Santa Catarina nesta quarta, 21 de novembro, às 19 horas, no Teatro do Sesc Prainha.
No show o saracoteante e agitador Conselheiro Mafra apresenta canções que estarão em seu primeiro álbum solo, em fase de produção, e conta com a participação de seus companheiros de banda, Daniel Gomes e André Guesser, além de Paula Braun, Lígia Estriga, Marco Antônio Lourenço e Silvio Mansani.
Bora lá e depois esticar no Deluxe, onde Erlon "Speedfire" e este que vos escreve detonam a Venenosa, uma festa de groove, mash ups, rock, funk e soul que estreou bem na semana passada e vai rolar todas as quartas no inferninho mais simpático do Centro.
Na foto, nosso padrinho ( ele que batizou a festa) Marcos Espíndola num papo animado na noite de estréia no último dia 14 de novembro. Rolamos som das 21 às 4 h non-stop!
"Festa, rebu, rebuliço!..."
Trechos da novela global O Rebu, de 1974. A trilha sonora foi composta por Raul Seixas - e Paulo Coelho - com o próprio interpretando as canções ao lado de Alcione, Fábio, Sônia Santos, Orquestra Som Livre, Elza Soares, Trama e Betinho.
O enredo é bem criativo. A novela se passa numa festa onde ocorre um assassinato e conta a história dessa noite. Até os capítulos finais ninguém sabe quem matou, e nem quem morreu.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Ziriguidum

Amanhã, sábado 17 de novembro, o Coletivo Operante recebe a banda porto-alegrense Renascentes para uma noitada daquelas no Clube da Sinuca. Bora lá!
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Groove de quarta

Quem adivinhar o nome da estrela do rock florianopolitano - que na foto saracoteia ao som dos grooves venenosos que a Esquerda Festiva colocou na festa de lançamento do Ep do Daca, lá no Deluxe - ganha um ingresso para a estréia da festa Venenosa que eu o Erlon vamos fazer todas quartas no inferninho rocker do Centro de Floripa.
Vale mandar resposta até hoje, terça à meia-noite. Ganham os 2 primeiro(a)s que mandarem a resposta correta.
Venenosa apresenta grooves , mash ups, rock, soul e funk da pesada desde os anos 50 até a semana passada. É dançar pra valer e curtir a véspera de feriado.
Bora lá tomar umas Heineken de garrafa 600 ml a R$4? Mais R$4 de ingresso pra dançar com gente fina, elegante e sincera num ambiente roqueiro, vermelho, bem refrigerado e ventilado para absorver as emanações do funk da pista.
A partir das 21 h com entrada até a meia-noite.
O Deluxe fica no final da Rua General Bittencourt quase esquina com a Victor Meirelles, que é a rua dos Correios que sai da praça XV. Facinho de achar.
Exibir mapa ampliado
Festinha
A banda curitibana Sabonetes toca "Quando Ela Tira o Vestido" durante a última edição da festa Rocket, no dia 19 de outubro, quando 420 pessoas piraram o cabeção no Clube da Sinuca.
domingo, 11 de novembro de 2007
Seja punk mas não seja burro
Na última quarta, dia 7 de novembro, Gastão Moreira lançou oficialmente em Florianópolis seu documentário Botinada- A Origem do Punk no Brasil com uma exibição na telona do Cinesystem no Shopping Iguatemi.
A sessão iniciou com uma falha na projeção e foi interrompida quando não havia se passado nem 1 minuto do início. Bem humorado Gastão levantou-se e declarou: " Tudo bem pessoal, obrigado. Era isso aí...". Algumas risadas e enfim...
Foram 77 minutos de um mergulho na cultura da juventude classe média baixa de São Paulo e ABC, onde o punk fermentou uma cena impressionante no fim dos anos 70 e início dos 80. A pesquisa de imagens e textos do Gastão foi profunda e deu um caráter bem abrangente ao documentário. E a edição de Raul Machado, num timing perfeito, destacou bem as declarações de diversos partipantes ativos do movimento: João Gordo, Redson do Cólera, Wander Wildner, Fábio do Olho Seco e muitos outros.
Dividindo a produção executiva e dando hilários depoimentos está Clemente da banda Os Inocentes, um dos protagonistas mais agilizados que escreveu num manifesto da época os objetivos dos punks brasileiros: "pintar de negro a asa branca, atrasar o trem das onze, pisar sobre as flores de Geraldo Vandré e fazer da Amélia uma mulher qualquer".
Absolutamente indispensável esse qualificado registro do punk na história da música brasileira.
sábado, 10 de novembro de 2007
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Verdade inconveniente

Esta ilustração é um pedacinho da coluna Mal Necessário do Arnaldo Branco, publicada na revista Zé Pereira #3.
No site/blog da publicação, Eduardo Souza Lima escreveu hoje:
Ninguém neste país jamais foi preso por crimes no trânsito. Você pode encher a cara e depois atropelar um bando de incautos que não vai dar em nada. Também pode bater na sua mulher que ninguém vai meter a colher. Mas fumar um baseado ou vender um comprimido para um amigo maior de idade pode dar cadeia. Quem decide que substâncias um cidadão que paga impostos pode ingerir? Quem decide quem é criminoso ou cidadão de bem? Se o sujeito comete um delito sob a ação de drogas, que seja processado - como seria quem fizesse o mesmo de cara limpa. Sejamos adultos e responsáveis. Ao Estado cabe educar e punir quem atentar contra outrem. Botar a culpa no usuário é uma saída covarde. Assassinar traficantes é crime. Deixemos de hipocrisia. Quando o assunto é droga, só uma questão importa: é uma violência contra os direitos individuais proibir o cidadão de fazer o que bem entender com os próprios corpo e mente. E violência gera violência. Simples assim. O resto é conversa de sociólogo para boi dormir.
Bandido Corazón

E para quem não tem medo de textos longos na net, Pedro Alexandre Sanches publica em seu blog uma entrevista com Ney Matogrosso que tá ducaralho.
O "Monstro moral"
Otto Lara Resende entrevista Nélson Rodrigues na TV em 1979. Na época Nélson estava lançando o livro O Reacionário. Apesar da saúde debilitada o escritor, que temia voar tanto quanto o Tim Maia, veio de carro até Florianópolis para uma noite de autógrafos. Absolutamente ninguém compareceu.
E viva o YouTube!
E viva o YouTube!
Não é verdade?
Quero retomar um assunto que deixei de comentar por causa dos problemas que tive com a conexão de internet: a morte da estudante na UFSC, no mês passado.
A onda sensacionalista em cima deste lamentável fato me deixou enojado. Pois bem, lendo o blog da Bianca, o Moving The Relation, vi que ela fez um post muito pertinente e que é o que eu gostaria de ter dito, portanto reproduzo trechos e assino embaixo:
A Bianca é casada com meu grande camarada Andrey e os dois vivem em Montreal no Canadá. É o local ao qual ela se refere como aqui.
A onda sensacionalista em cima deste lamentável fato me deixou enojado. Pois bem, lendo o blog da Bianca, o Moving The Relation, vi que ela fez um post muito pertinente e que é o que eu gostaria de ter dito, portanto reproduzo trechos e assino embaixo:
"...É assustador como a enorme maioria das pessoas culpa a realização de festas e happy hours no campus pela morte da garota.
Dizem que Universidade é lugar de "aprender" estudar", ralar, como se só se aprendesse através do sofrimento ou enfurnado em laboratórios.
Desde Platão, Sócrates (e provavelmente quilênios antes), o aprendizado estava ligado à leituras, escrita e aos passeios, caminhadas em grupo. E é essa a grande função da universidade, o agrupamento, do qual o lazer (responsável, obviamente) faz parte.
Em qualquer conferência ultra-mega-cult-high-level do mundo as melhores discussões ocorrem durante as confraternizações.
É impressionante o discurso mega conservador que reina na classe média catarinense. O problema do abuso de álcool é sim um sintoma social, mas se a proibição fosse a melhor solução a década de 30 não teria precedido uma Guerra.
O campus da Ufsc, além de ser um local de estudos e pesquisa é uma das poucas áreas públicas em Florianópolis que não está dominada pelas relações de comércio e por isso é um ambiente agradável e arborizado para confraternizações após o fim do expediente.
Falam em proibir festas na área, mas se a morte tivesse ocorrido em uma casa não continuaria sendo ainda o abuso do álcool entre os jovens um problema de saúde pública?...
...Aqui sempre há festas na universidade, inclusive com bebida paga pelo governo, inserida no budget do semestre. Às vezes algum idiota fica mais bêbado do que deveria, a segurança ajuda com rapidez. Agora, demoraram 6 horas pra achar a menina estatelada no chão...isso sim é uma vergonha...
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A Bianca é casada com meu grande camarada Andrey e os dois vivem em Montreal no Canadá. É o local ao qual ela se refere como aqui.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Hot Friday night

Na próxima sexta uma miríade de dejotas vai selecionar a trilha para a festa Get On Your Dancin' Shoes que acontece no Clube da Sinuca. A troupe se reúne para comemorar o fim do inferno astral e aniversário da querida Ariela Grubert, que também vai detonar nos CD-J. Bora lá.
Volume Um no talo
O pocket-show de Rodrigo Daca apresentando as músicas de seu EP Volume Um foi uma festinha e tanto que reuniu a brodagem rocker ontem à noite no Deluxe Studio Lounge. A banda liderada pelo vocalista e compositor ilhéu tava nos cascos. Olha só a turma: Maurício Peixoto ( Aerocirco) na guitarra, Xuxu (Pipodélica) na outra guitarra, Rylde Janeiro ( Pipodélica) no baixo e Márcio na bateria.
O público apreciou sem moderação alguma as canções do Daca e depois seguiu chacoalhando na pista.
As músicas do disco estão sendo postadas no blog criado para o lançamento. Confira.
UPDATE: E olha o clipe da canção " Quem Se Importa", dirigido pelo Antonio Rossa.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Quanto vale o show?
Imagine a cena:
Um músico faz um show-festa no dia do seu aniversário e convida amigos para uma canja. Após tocarem a última música todos vão se encaminhando para ir embora e um cara chega nele e pede pra tocar mais umas do Roberto Carlos para sua esposa que está de aniversário também. O músico diz que " não, já estamos desmontamos tudo...não dá". O verdugo então oferece 5 mil reais por mais algumas canções. Ele diz ser impossível. O figura insisti na oferta. Os ânimos se elevam. O músico diplomaticamente faz uma contraproposta: ele toca as músicas do Roberto com o violão só para o casal, de graça. O homúnculo não aceita e sai andando furioso em direção ao dono do bar. Chega nele e pergunta retoricamente: Tás precisando de dinheiro né? Então dobra a oferta, 10 mil reais, para que o músico nunca mais toque naquele local. Negócio fechado.
Isso aconteceu este mês em um bar da Lagoa.
Um músico faz um show-festa no dia do seu aniversário e convida amigos para uma canja. Após tocarem a última música todos vão se encaminhando para ir embora e um cara chega nele e pede pra tocar mais umas do Roberto Carlos para sua esposa que está de aniversário também. O músico diz que " não, já estamos desmontamos tudo...não dá". O verdugo então oferece 5 mil reais por mais algumas canções. Ele diz ser impossível. O figura insisti na oferta. Os ânimos se elevam. O músico diplomaticamente faz uma contraproposta: ele toca as músicas do Roberto com o violão só para o casal, de graça. O homúnculo não aceita e sai andando furioso em direção ao dono do bar. Chega nele e pergunta retoricamente: Tás precisando de dinheiro né? Então dobra a oferta, 10 mil reais, para que o músico nunca mais toque naquele local. Negócio fechado.
Isso aconteceu este mês em um bar da Lagoa.
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