quarta-feira, 26 de setembro de 2007
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Dizem que sou louco

Arnaldo Baptista saiu dos Mutantes mais uma vez e anuncia uma pá de projetos novos: uma biografia; um documentário longa-metragem produzido pelo Canal Brasil; uma exposição de suas pinturas, gravuras, desenhos, histórias em quadrinhos, camisetas e objetos; o lançamento em CD de dois álbuns de sua fase ao lado do Patrulha do Espaço; uma turnê, com shows-happening onde em cada cidade haverá um convidado especial. E para terminar (ufâ), o lançamento, pela Editora Rocco, de seu livro de ficção "Rebelde Entre os Rebeldes". Que fôlego!
E, sinal dos tempos (?), enquanto escrevo isto o Willian Waack anuncia a seguinte manchete no Jornal da Globo; " O maníaco da Cantareira desafia a polícia de São Paulo".
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Phunkybuddhismo
Apesar de sentirmos amor e afeição pela nossa família e amigos, no momento da morte embarcamos sozinhos para um lugar desconhecido. Temos repetido a mesma experiência em todas nossas vidas passadas, deixando para trás todos conhecidos e abandonando nossas posses.
Não importa quanta felicidade e abundância tenhamos reunido neste tempo de vida, isso é tão insubstancial quanto o que sonhamos na noite passada. Entender que nada dura, que tudo passa como um sonho, é entender a impermanência e a morte.
Se simplesmente fosse o caso de que nossa vida acaba no nada, como água que secou ou uma chama se extinguindo, seria perfeito. Não haveria nada para se preocupar. Mas sinto muito em dizer que não é assim; porque nossa consciência não é algo que pode morrer.
Após a morte, somos forçados a vivenciar o efeito de nossas ações cármicas passadas. Devido à ignorância, temos vagado infinitamente no samsara, incapazes de nos libertarmos, continuamente circulando entre os três reinos inferiores e os três superiores, um após o outro. Para nos libertarmos dos seis reinos da existência samsárica, temos que praticar o Dharma sagrado agora, enquanto temos a chance.

Tulku Urgyen Rinpoche
Via Samsara
domingo, 23 de setembro de 2007
One, two, three, four...

Hilly Krystal, fundador do legendário inferninho CBGB's onde o punk rock nasceu em Nova Iorque, morreu recentemente aos 76 anos e agora a família dele, que achava que o old punk tava quebrado, descobriu que o cara possuía cerca de 3,7 milhões de dólares. Tá rolando aquela briga pelo espólio.
Via Brooklyn Vegan
sábado, 22 de setembro de 2007
Namoradinha do Brasil
A medrosa Regina Duarte em campanha por FHC para prefeito de São Paulo em 1985. Na época o que a assustava eram os nazistas.
Aliás, vocês conhecem o blog dedicado a ela, o Meu Nome é Regina? Hilário.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Comemoração
domingo, 16 de setembro de 2007
Make Love not War

Esta é uma das imagens do editorial de moda que Steven Meisel, fotógrafo que fez o livro Sex com Madonna, acaba de publicar na revista Vogue italiana. Pornografia de alto nível.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Procuradores enfrentam o monopólio da RBS
Direto do RS Urgente.
Quem leu o brilhante texto de Jaques Mick para o Observatório da Imprensa, em que ele conta os bastidores da negociação de compra pela RBS do jornal A Notícia, fica com a impressão de que o modus operandi do grupo gaúcho é bem semelhante ao de uma famosa organização italiana.
Procuradores da República entrarão com uma ação na Justiça Federal em Santa Catarina contra o grupo RBS, informa matéria de Raquel Casiraghi, da Agência Chasque. Eles acusam a empresa da prática de monopólio e de ter mais de duas emissoras no Estado, o que é ilegal. A RBS, segundo os procuradores, também desrespeita a legislação que estipula que as TVs cedam espaços em suas programações para iniciativas locais. Segundo Celso Três (foto), Procurador da República em Tubarão, a idéia da ação surgiu após a RBS comprar, em agosto de 2006, o jornal A Notícia, de Joinvile. Com o negócio, a empresa passou a dominar ainda mais o mercado de jornais em Santa Catarina, o que, na avaliação do procurador Celso Três, é prejudicial à população. Além do A Notícia, a RBS é proprietária dos jornais Diário Catarinense e Jornal de Santa Catarina. Situação semelhante ocorre no Rio Grande do Sul, onde a RBS é proprietária dos jornais Zero Hora, Diário Gaúcho, Pioneiro e Diário de Santa Maria.
O procurador disse à Agência Chasque: “Como em qualquer lugar o monopólio da mídia é terrível, é pior do que o monopólio em qualquer outro setor. Ele evidentemente trás danos ao consumidor. Quando falamos em mídia a situação é pior ainda, já que tratamos do princípio da pluralidade que está na Constituição. Não existe democracia sem imprensa livre, mas a liberdade de imprensa pressupõe a pluralidade, não existe liberdade de imprensa tendo um monopólio”.
Os procuradores querem anular a compra do jornal A Notícia, fazendo com o que o mesmo volte para antigo proprietário ou seja vendido para terceiros. Além disso querem alterações no sistema de televisão da RBS. Segundo Celso Três, a empresa possui seis emissoras em Santa Catarina, quando a lei permite até duas. Ele apresentou um exemplo dos efeitos negativos do monopólio midiático: “na última eleição em Santa Catarina passamos a campanha inteira ouvindo da RBS que sequer teria segundo turno, através do Ibope. Ocorreu o segundo turno, em que a RBS afirmava que a diferença entre os dois candidatos era de mais de vinte pontos percentuais, e no final, a diferença foi de 5%. Todo mundo sabe que a indução maciça eleitoral em favor de um ou outro candidato influi diretamente no eleitorado. E para resolver isso não adianta impedir as pesquisas, querer tirar do ar a emissora, a questão está justamente em permitir a pluralidade”.
Quem leu o brilhante texto de Jaques Mick para o Observatório da Imprensa, em que ele conta os bastidores da negociação de compra pela RBS do jornal A Notícia, fica com a impressão de que o modus operandi do grupo gaúcho é bem semelhante ao de uma famosa organização italiana.
John McLaughlin & Paco de Lucia
O guitarrista inglês toca sua composição " Florianópolis" junto com o mestre espanhol.
Salve!

Hoje é aniversário do meu primo Caio e quero desejar tudo de bom para ele. Aquele abraço!
Em nossa infância em Itajaí curtimos muito a música que estava rolando nos anos 80. Na época do primeiro Rock In Rio e o boom do Brock. Nosso primeiro show, levados pelo tio Jorge, foi o RPM em Revoluções Por Minuto no Autocine em Balneário Camboriú.
Eu e ele compramos guitarrinhas de plástico e dublávamos Rod Stewart, Yes, Titãs, Ultraje, Blitz, Ira!, Cure, Cult na sala do apartamento da nosso avó.E quando ela comprou um videocassete alugamos os dois o filme Woodstock. Pela primeira vez assisti aos clássicos Hendrix, Who, Sly Stone, Santana, Joe Cocker, Ten Years After. E eu pirei. Assistir Jimi tocando aquela jam melancólica no final do festival me fez mais do que tudo querer tocar com aquele sentimento um dia e ter uma Stratocaster cor creme com escala escura.
Éramos abastecidos ainda pela extensa discoteca do tio Jorge, roqueiro e curtidor do progressivo ao reggae. E ali no centro de Itajaí haviam 3 ótimas lojas de discos.
Nossas tardes nas férias de verão eram muitas vezes ficar ligados nas rádios gravando as músicas. Telefonávamos pedindo aquela canção.
Fico pensando que não há maneira mais legal de ouvir música com alguém, compartilhar a apreciação, a boa vibração, a reflexão, a dança, enfim estar juntos. Hoje em dia com os fones, I-pods, mp3 players, discmans, etc acabamos ficando muitas vezes isolados na apreciação desse alimento saboroso para a alma.
"É o samba-rock meu irmão!"

Na semana passada o grande músico paulista Marco Mattoli, do Clube do Balanço, esteve em Floripa discotecando na super festa Nação Balanço do querido DJ Marcelo Pimenta que acontece toda as quartas.
No dia seguinte, a convite do DJ Zé Pereira, Mattoli colocou o povo pra chacoalhar no Clube da Sinuca na noite que ainda contou com a banda Samambaia. Rolou canja com a rapaziada funk e no final do set subimos Ledoux, Nilinho e eu para tocar algumas músicas do Jorge Ben com o Mattoli. O povo tava animado e pediu bis umas 4 vezes. Grande sangue bom!
O Mattoli é outro fã do Loronix e indiquei o Luiz Henrique, que ele não conhecia. Alíás vocês já ouviram o fantástico Luiz Henrique?
Falando no músico florianopolitano, espero que o documentário No Balanço do Mar , da Ieda Beck, chegue no DVD e seja melhor divulgado. Até agora me pareceu que foi apenas um filme feito para a família e alguns amigos que assistiram a pré-estréia no CIC. Tem que chegar no povo, que é quem paga a realização de filmes através da grana pública dos editais.
I'm back

Salve pessoal. Dei uma sumida da blogosfera. Estive com problemas com o provedor e uma lida ocupada. O blog aqui tava com um problema na configuração e acabei migrando para o novo blogger. Eu ainda usava o antigo e tinha preguiça de atualizar. Agora foi na marra né.
Quero mandar um abraço para o César e agradecer a indicação para receber o Certificado Blog. A idéia é receber e indicar mais 5 blogs que proporcionam momentos virtuais deliciosos.
É uma boa oportunidade para citar outros 5 blogs que me amarro e complementar a lista que fiz no Blog Day. Essas listas sempre são pequenas para a gente escolher entre tanta gente boa na blogosfera. Os links aqui ao lado são de gente da pesada que vale a pena conferir.
Pois bem, quero agraciar com o Certificado os blogs:
Impressão Digital
Blog do Alon
Loronix
De Olho na Capital
Nassif
R.I.P

Uma semana de grandes perdas para a música. Na terça, 11 de setembro, foi Joe Zawinul, pianista austríaco que tocou com Miles Davis entre outros e vinha correndo o mundo atualmente com seu Zawinul Syndycate aos 75 anos. Zawynul foi um dos fundadores do famoso grupo de fusion Weather Report, que teve o baixista Jaco Pastorius em uma das formações.

Ontem, quarta dia 12, foi a vez de Bobby Byrd, cantor e braço direito de James Brown. Era o famoso Bobby que acolhia James com o manto na sua encenação. Também era o cantor que respondia James com os gritos de get it on up! em Sex Machine.
Já escrevi algo sobre a história dele e James Brown aqui.
Conheci Zawinul em 1996 quando ele tocou num festival de jazz em Florianópolis. Durante uma semana rolaram shows incríveis e eu e vários amigos de banda, músicos, curtidores e freaks conseguimos entrar na faixa em todas as noites. E como os jazzistas são low-profile , e Florianópolis era beeem mais tranquila, a segurança era inexistente. Após os shows o acesso ao camarim era facinho, facinho e íamos lá tietar e bater papo com o Naná Vasconcelos, Hermeto, Egberto Gismonti, e Joe Zawinul e sua banda com músicos americanos, europeus e africanos.
O bonachão músico austríaco estava em um canto sozinho com uma garrafa fechada de Passport nas mãos. Puxamos papo sobre Weather Report e quando perguntamos como era tocar com o genial e crazy people baixista Jaco Pastorius, ele parou, olhou sério para o alto exclamando: " Jaco was really something else!" e foi embora despedindo-se. A garrafa de Passport ficou conosco.
Salve Zawinul e Bobby Byrd que nos deram grooves, melodias e sentimentos expressados através do som que ficam. Alimento para a alma.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
"Tudo solto badalando"
Aracy de Almeida foi a cantora preferida de Noel Rosa mas tornou-se conhecida mesmo como a jurada casca grossa do programa Sílvio Santos. Impagável. Isso que é Trash 80's.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
É o Phunky Buddha!
Absolutamente fantástica a festa de 1 ano da Contracapa do DC, sob a batuta de Marcos Espíndola. O camarada fez o convite e reunimos a Phunky Buddha para um show. Sinceramente não sei se rolará outro antes de 2112, mas a noite de sábado, 1 de setembro de 2007, mostrou que a coisa pega fogo quando a gente toca. Quem ouviu, viu. E pegou fogo literalmente.
Minutos antes do show começar alguns problemas com a superlotação do Vecchio Giorgio criaram uma certa tensão, completamente dissolvida ao primeiro acorde de Mamangava, uma canção instrumental nossa que foi usada no notório vídeo Sete Mares Numa Ilha, de Kátia Maheirie e André Gassen. A máquina funk estava azeitada e a todo vapor.
Inesquecível tocar com aquela vibe, olhando aquelas pessoas amigas curtindo paca, nós quatro só rindo e tocando o funk-rock que sempre foi o forte do nosso caldo. Com a ajuda do fabuloso Júlio Lemos, que operou o P.A e gravou todo o aúdio, do Zé e do Seno, parceiros do Clube da Luta.
A produção ficou a cargo da Kadabra ( Tomate, Lu e Gastão) que armou o circo com o apoio da Atlântida e da RBS, que por incrìvel que pareça - numa demonstração de atitude mais nobre com a cultura catarinense - abriu o cofrinho e soltou uns cobres em vez de ficar naquela de mídia e camarim. Parabéns à vocês todos.
As 400 almas presentes saíram lavadas de funk, dub, eletro, rock, mash-ups e o escambau detonado através dos falantes pela banda e pelos seletores Emerson "Tomate" Gasperin, Ligia, Marcos Espíndola, Fábio "Mutley" Bianchini e este que vos escreve dando uma palhinha na finalêra.
Não tenho muito mais o que dizer além de obrigado a todos os amigos e amigas que fizeram da noite do último sábado, inesquecível. Ainda não deu para assimilar tudo.
Fiquem com as fotos de Cassiano, Lu, minhas e do Caio Cezar.













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Minutos antes do show começar alguns problemas com a superlotação do Vecchio Giorgio criaram uma certa tensão, completamente dissolvida ao primeiro acorde de Mamangava, uma canção instrumental nossa que foi usada no notório vídeo Sete Mares Numa Ilha, de Kátia Maheirie e André Gassen. A máquina funk estava azeitada e a todo vapor.
Inesquecível tocar com aquela vibe, olhando aquelas pessoas amigas curtindo paca, nós quatro só rindo e tocando o funk-rock que sempre foi o forte do nosso caldo. Com a ajuda do fabuloso Júlio Lemos, que operou o P.A e gravou todo o aúdio, do Zé e do Seno, parceiros do Clube da Luta.
A produção ficou a cargo da Kadabra ( Tomate, Lu e Gastão) que armou o circo com o apoio da Atlântida e da RBS, que por incrìvel que pareça - numa demonstração de atitude mais nobre com a cultura catarinense - abriu o cofrinho e soltou uns cobres em vez de ficar naquela de mídia e camarim. Parabéns à vocês todos.
As 400 almas presentes saíram lavadas de funk, dub, eletro, rock, mash-ups e o escambau detonado através dos falantes pela banda e pelos seletores Emerson "Tomate" Gasperin, Ligia, Marcos Espíndola, Fábio "Mutley" Bianchini e este que vos escreve dando uma palhinha na finalêra.
Não tenho muito mais o que dizer além de obrigado a todos os amigos e amigas que fizeram da noite do último sábado, inesquecível. Ainda não deu para assimilar tudo.
Fiquem com as fotos de Cassiano, Lu, minhas e do Caio Cezar.

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Tropa de Elite
Dica do músico Lucas Santanna no site/blog dele, o Diginóis. Um lugar do caralho.
Como já é público e notório o filme Tropa de Elite, que será lançado em outubro, foi pirateado e está sendo vendido nas esquinas das cidades de todo o Brasil. E claro, alguém já colocou no You Tube. E eu assisti inteiro. 12 capítulos. A qualidade de som e imagem não é lá essas coisas mas valeu.
O diretor José Padilha disse que esta é uma cópia do terceiro corte (uma pré-edição) e que o filme mudou bastante. Eu vi, adorei e com certeza vou querer assistir na telona e imagino que muitos pensam assim. No YouTube o primeiro capítulo já foi assistido por 39.000 pessoas.
Se não foi tudo uma jogada de marketing genial, o que a comemoração de Padilha pela prisão do pirateador indica, eu aposto algumas fichas que o filme será um sucesso, em boa parte pelo boca a boca gerado.
E como disse o Lucas :
Como já é público e notório o filme Tropa de Elite, que será lançado em outubro, foi pirateado e está sendo vendido nas esquinas das cidades de todo o Brasil. E claro, alguém já colocou no You Tube. E eu assisti inteiro. 12 capítulos. A qualidade de som e imagem não é lá essas coisas mas valeu.
O diretor José Padilha disse que esta é uma cópia do terceiro corte (uma pré-edição) e que o filme mudou bastante. Eu vi, adorei e com certeza vou querer assistir na telona e imagino que muitos pensam assim. No YouTube o primeiro capítulo já foi assistido por 39.000 pessoas.
Se não foi tudo uma jogada de marketing genial, o que a comemoração de Padilha pela prisão do pirateador indica, eu aposto algumas fichas que o filme será um sucesso, em boa parte pelo boca a boca gerado.
E como disse o Lucas :
"Se o diretor do filme está feliz por terem pego o copiador deveria ficar ainda mais por conta da película em questão entrar para a história do cinema brasileiro justamente pelo mesmo fato. O primeiro longa metragem brasileiro a ter se manifestado na era digital e com todas as questões que a envolvem.
E aproveitando vou me ater a uma questão para mim preciosa e da qual já falei aqui no diginois.
Um filme financiado com dinheiro público deveria ter DVD's baratos para serem vendidos nas ruas, caso contrário o crime "organizado" vai lá e faz. Nem todo mundo tem dinheiro para ir ao cinema.
Não precisamos ter um modelo audiovisual que imite o modelo americano com apenas o sistema filme-distribuidora-(poucas) salas de cinema. Podemos inventar o nosso modelo e ele pode passar por uma maior democratização da cultura num país fudido".
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Chama a mãe que o pai tá doido
Depois de muita procura achei algo no YouTube sobre o histórico momento da TV catarinense: o dia em que um policial militar invadiu o estúdio da TV Cultura em Florianópolis na década de 80. Era domingo de madrugada e estava no ar um bate-papo sobre futebol com a presença de Hélio Costa, Roberto Alves, Miguel Livramento e, de vermelho segurando um maço de cigarros e as chaves do carro, o jornalista e atual comentarista esportivo da RBS Paulo Brito. Confirmei com o próprio que estava presente no Vecchio Giorgio no último sábado naquela noite memorável.
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