Destaque merecido pela dedicação e talento desse istepô. Dá-lhe Biluz.
Confira o resumo no site.


Acabei de ler essa.

Baterista genial ganha perfil no ritmo certo
Não se pode dizer que o Catarina Festival de Documentário seja um sucesso de público. A divulgação na cidade é precária, e o evento acaba sofrendo do mesmo mal que aflige tantos festivais de cinema de cidades pequenas e médias: a distância entre suas ótimas intenções e os resultados visíveis. Mesmo assim, a sessão oficial (embora não-competitiva) da noite de ontem teve gosto de festa. Após a exibição do bastante conhecido e saboroso curta A Maldita, de Tetê Mattos – que relembra a odisséia da Rádio Fluminense FM –, vimos o longa catarinense Sistema de Animação, uma ótima surpresa...

"Parece que, finalmente, a campanha começou. Primeira providência: calar a boca de quem não elogia.
“Professor,
Não vou comentar a decisão da Justiça. Cumpri e agora tenho o direito de recorrer.
Mais curiosa que a decisão é o conteúdo dos posts elencados pelo alcaide candidato.
Abrangem a cobertura da Moeda Verde, da Lei da Hotelaria, da cassação do Marcílio Ávila e do Juarez Silveira, da revista Perfil Magazine (não tem?), do Bradesco, LHS, Dário Berger, Marco Tebaldi, Coruja, críticas à cobertura da mídia catarina, aeroporto Hercílio Luz, Fatma, e por aí vai.
São 90 posts, 60.000 palavras 359.000 caracteres e centenas de imagens da fina gente barriga verde.
Mas os tempos são outros. E há juizes em Berlim.”
O momento musical em que vive a Ilha de Santa Catarina pode ser considerado sem precedentes. Não que a música autoral catarinense nunca tenha sido fomentada, tentada e batalhada pelos nossos músicos. Desde os anos 80 Floripa teve momentos cíclicas e diversas bandas que levantaram a bandeira – Expresso, Engenho e Tubarão são exemplos claros de um tempo onde nossa música era forte e sobrevivia, inclusive com o apoio da grande mídia. No decorrer dos anos 90, as coisas ficaram mais difíceis, mas mesmo assim tivemos ótimas bandas, como Stonkas Y Congas, Primavera nos Dentes, Phunky Buddha, John Bala Jones, Tijuquera, Iriê e nós mesmos, do Dazaranha.
Agora vivemos um momento único, cujo epicentro é o nosso bairro, João Paulo, que também nos oferece o Gente da Terra, Luciano Bilu entra outros promissores nomes. E este epicentro se consolida com o advento da Célula – centro cultural que abriga shows e eventos originados pelo Clube da Luta. Trata-se de uma reunião de bandas nunca vista na Ilha e que promete catapultar nossa música autoral para níveis nunca antes alcançados. Articulados, os grupos começam a se unir para tomar de assalto à cena nacional. E os primeiros frutos já estão aparecendo, como o portal My Space, que dedica o mês de julho à cena catarinense. Tudo está apenas no início e ninguém perde por esperar o que está por vir.