
Padre Carli está disparadíssimo em primeiro lugar na preferência dos leitores do prêmio Darwin.
Para votar clique aqui. Vamo lá gente, é o Brasil bem na fita nas gringa.
E do blog do César Valente peguei esse link para um joguinho.


// A MÃE DO MACACO
Especial de lançamento do curta "A Mão do Macaco", da Vinil Filmes.
//Exibição.do.filme
22:00h.pontualmente
//Super.Set
1# gothic city! [gente que veste preto, pinta o olho e não é emo]
2# it's alive, alive! [música elétrica]
3# Hits cocks! [só sucesso]
//Seleção.de.clipes.fantásticos!
//Zuleika.Game.horrores!
//O.dom.do.carão!
A famosa dança dos peitos de Elvira, A rainha das trevas!
//Panelão.da.Zuleika!
O fogo do inferno!
//Urna.mortuária!




... Um servidor da Polícia Civil chegou ao local, pouco antes do início do show da banda carioca Autoramas, e solicitou o alvará de funcionamento da Floram.
Gastão Moreira, um dos sócios do estabelecimento, apresentou a documentação. O 'policial', então, ligou para o seu superior e depois pediu para medir os decibéis do som. Tudo em ordem. Novamente falou com o seu 'superior' ao telefone que o teria orientado a solicitar o alvará da polícia. Como a casa só tinha o protocolo da requisição junto a Polícia Civil (requerido na sexta-feira), o policial mandou fechar. Prejuízo para a casa e para o público que não viu seu show. Estranho foi o fato do dito policial deixar o local sem se identificar nominalmente e sem deixar qualquer notificação que confirme a operação. Então ela não existiu? Estranha 'polícia'... Estado crítico!









"Na música "L´amour ne s´achete pas" eu estava dizendo para as prostitutas para pararem de encher a cara e dormir com caras por 2000 ou 3000-CFA*, dizia que elas estavam desperdiçando as suas vidas. Ah cara, quando aquela canção foi lançada eu tive todo tipo de problemas com as prostitutas de Cotonou, elas me fizeram passar maus bocados, mas eu não tô nem aí..........é isso, foi minha última gravação."

JS – Muda-se a pergunta, então. Como é que um jovem autor de peças teatrais herméticas encenadas nos palcos da Florianópolis da década de 1950 terminou como um bem-sucedido produtor e diretor de peças de sexo?
Ody – Acho que naquela época a gente era ilhéu até de espírito e eu refletia isso no que escrevia. Refletia crises, problemas espirituais, místicos, existenciais. Hoje eu sou um tranqüilíssimo ateu.
JS – Mas tem gente que vive dos financiamentos da Embrafilme. E faz bons filmes.
Ody – Tem. Mas eu sempre me recusei a participar desse jogo, porque a Embrafilme é um rio que vai desembocar em algum lugar. Vai desembocar, em longo prazo, na estatização do cinema. Não acredito neste pessoal dito de esquerda, que aceita o jogo da Embrafilme e faz o chamado filme engajado. Acho impossível você fazer um filme revolucionário com apoio oficial. Esta é uma esquerda profissional, que está aí para ser comprada.
JS – Diz-se que no Brasil não há cinema inteligente. Como é que você encara essa afirmação?
Ody – Eu tenho uma outra opinião: acho que não há crítico inteligente no Brasil. E posso citar um exemplo, de um nome muito famoso, muito em moda atualmente: já publicou dois livros sobre cinema e não escreveu nenhum. É um autor entre aspas.
JS – Quem é?
Ody – É o Rubens Ewald Filho. Um crítico americanista. A carteira de identidade dele e dos outros é um acidente sideral: não tem nada a ver com ele. São americanos e caíram por aqui.
JS – Por quê?
Ody – Porque eles analisam e estudam o cinema brasileiro com padrões de cultura, de técnica e arte americanos. Nós não temos nada a ver com isso: temos que criar uma linguagem de cinema nosso.
JS – E os filmes de Walter Hugo Khoury? Não estariam numa linha de sexo mais intelectualizada?
Ody – O Walter Hugo Khoury, para mim, não é um intelectual: é um bolo sem recheio. É o "barroco do vazio".
JS – Há quem o considere como o "Bergman brasileiro"...
Ody – Ele tem um pecado capital: é não ser o Bergman sueco. Porque, tentar ser o "Bergman brasileiro", como se diz, resultou num péssimo carbono. E tão ruim que quase levou o A. P. Galante à bancarrota.






"A Veja veio para explicitar um pensamento conservador reativo que existia sem visibilidade porque as pessoas tinham vergonha de se posicionar dessa forma. Ela apresenta um jogo forte sendo feito e para isso lança mão de manchetes sensacionalistas, de uma constante criação de pautas. O que Nassif faz, em sua análise, é indicar a explicitação de uma linha editorial que existia de uma forma velada".
"É claro que todo mundo que leu a Veja, porque muita gente deixou de lê-la, tinha essa impressão de uma linha editorial conservadora. No entanto, o Nassif veio explicitar uma constatação em vários meios. A revista é muito estudada nos cursos dentro da linha de um jornalismo construído. Desse modo, é importantíssimo o que o Nassif vem fazendo, além de muito corajoso, pois está sendo criminalizado, interpelado judicialmente".
"É preciso haver um movimento de apoio a ele, de apoio a uma analista contra uma corporação. Levar essa questão às escolas de comunicação e às mídias independentes é muito importante, além da divulgação desse dossiê. E, veja você, o Nassif é um economista que escreve em jornais e conseguiu por meio de um blog uma repercussão enorme no meio comunicacional. Perceba só o poder que apenas um indivíduo, sem uma relação com nenhum meio da grande imprensa, tem contra uma grande corporação".

" Neil, companheiro da banda de rock mais importante do mundo desde seus dias de infância, era mais do que um simples candidato ao posto de quinto Beatle - patente que talvez caiba melhor ao produtor George Martin por incitar o processo criativo do grupo -, ele era feito do mesmo material que os quatro de Liverpool. Amigo de escola de Paul McCartney e de George Harrison desde os doze anos de idade, ele acompanhou a formação da banda e seus primeiros shows bem de perto, a ponto de assumir o posto de road manager do grupo - em outras palavras, motorista. A partir daí, não largou mais o grupo - e, ao lado de outro compadre de Liverpool, o grandalhão Mal Evans (que morreu em 1976), acompanhou uma das grandes aventuras do século 20. Mas enquanto Mal era apenas um ex-segurança do Cavern Club, Neil era um Beatle. Sempre foi. Quieto e prestativo, tornou-se o principal executivo da Apple e o grande responsável pela volta da banda nos anos 90 com o projeto Anthology ".

Um lugar com palco grande e som de qualidade. Um ambiente para as pessoas dançarem, se conhecerem, se divertirem. Um espaço focado na música, mas também aberto ao teatro, à literatura, à moda, às artes plásticas e às demais manifestações artístico-culturais. Bem-vindo à Célula, cuja inauguração ocorre nesta quinta (20/3) com festa para 300 convidados embalada pelos DJs Kid Vinil e Kerem Ulken.
Sob a direção de Gastão Moreira, o novo núcleo da cultura alternativa de Florianópolis vai sediar shows todas as sextas e sábados. Neste primeiro final de semana de atividades, a Célula promove mais uma edição do Clube da Luta no dia 21 e, no dia 22, recebe a banda Dazaranha. Além de uma estrutura completa para apresentações ao vivo, a casa é composta por bar, estúdio de gravação e local para oficinas.
A atração principal da estréia da Célula, Kid Vinil, é figura emblemática do pop nacional. Punk, new wave, rock: não houve estilo nestes últimos 30 anos em que ele não estivesse envolvido, seja como artista, radialista ou agitador. Atualmente, Kid Vinil divide o tempo entre sua banda e as discotecagens, nas quais recorre a todo o seu vasto conhecimento musical para encher a pista com as últimas novidades sonoras.
O outro DJ da noite, Kerem Ulken, traz para a ilha a vibração com que rege a noite multiétnica Shanta em Baltimore (EUA), movida a elegantes sets de trip hop, lounge e house.
SEXTA 21
O Clube da Luta invade o palco da Célula com três bandas, cada uma com suas armas. O Kratera mostra sua força arrastando peso. Andrey & a Baba do Dragão de Komodo dispara rajadas de rock concreto. E Mekron exibe toda a sua “paixão indemoniada [sic]” pelo lado sombrio da alma humana.
SÁBADO 22
Referência no circuito musical do Estado com quatro discos lançados em quinze anos de estrada, a banda Dazaranha joga em casa: o grupo surgiu e ensaia no mesmo bairro onde está localizada a Célula. Com a torcida a favor, então, a expectativa é de goleada.












O Buda descreveu o que chamamos de "eu" como um conjunto de elementos agregados de mente e corpo, que funcionam de maneira interdependente, criando a aparência de mulher ou homem. Nós, então, nos identificamos com essa imagem ou aparência, fazendo dela "eu" ou "meu", imaginando que ela tem alguma auto-existência inerente.
Por exemplo, acordamos de manhã, olhamos no espelho, reconhecemos um reflexo e pensamos "OK, sou eu de novo". Então, adicionamos todo tipo de conceito a essa sensação de "eu": sou mulher ou homem, tenho tantos anos, sou uma pessoa feliz ou infeliz, e a lista continua.
Quando examinamos nossa vivência, contudo, vemos que não há nenhum ser central a quem ela se refere. Em vez disso, são simplesmente fenômenos vazios se desenrolando. Vazios no sentido de que não há ninguém particular por trás dos fenômenos surgindo e mudando.
Um arco-íris é um bom exemplo disso. Vamos para fora após uma tempestade e sentimos aquele momento de deleite quando surge um arco-íris no céu. Na maioria das vezes, simplesmente curtimos a visão sem investigar a natureza do que está acontecendo. Mas quando olhamos mais profundamente, se torna claro que não há nenhuma coisa chamada "arco-íris", separada das condições particulares do ar, umidade e luz.
Cada um de nós é como esse arco-íris: uma aparência, uma aparição mágica, surgindo de nossos vários elementos de mente e corpo.
Joseph Goldstein