quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

É hoje!




Seu George "Harrison" Peixoto, pai dos camaradas músicos Maurício( Aerocirco ) e Marcelo Peixoto ( Os Berbigão), está se despedindo da publicidade, onde atuou por 40 anos, para dedicar-se à Arte.

E começa a nova fase com uma exposição chamada " Peixodelic" que abre nesta noite de quinta, às 20 horas, no Museu de Artes de Santa Catarina, o Masc. É sua primeira exposição individual onde além de obras inéditas, apresenta sua história, através de fotos e depoimentos de amigos e colegas.

E vai rolar sonzera, é claro, com os filhos do artista, um primo deles, o Chico Peixoto e Daniel Bez. Segue uma amostra da psicodelia tropical peixotiana. Bora lá.





terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Selvageria do Rock





Cena do filme "Sherlock de Araque" de 1958, dirigido por Victor Lima. No elenco uma plêiade de mitos do showbizz brasileiro do século 20: O palhaço Carequinha, Costinha, o onipresente Wilson Grey, Maurício Sherman, Carlos Imperial e a banda Calypso Rock com o vocalista Paulo Silvino.

Funky Soul Brothers





Reparem se o Joe Pimp, criado pelo Arnaldo Branco, não é cara do Frank Maia. Salve mônego!

Deu no New York Times

O famoso jornal norte-americano abriu já faz algum tempo seu arquivo na rede. Fui lá pesquisar notícias sobre Florianópolis e encontrei esta do dia 7 de setembro de 1895:





Aussie News


Peter Garret, ex-vocalista da banda Midnight Oil, virou ministro do Meio Ambiente e da Cultura na Austrália.

O nome do músico foi anunciado pelo novo primeiro-ministro, eleito neste fim de semana, Kevin Rudd, do Partido Trabalhista.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Filho de peixe


Minha garota leu, me recomendou e eu repasso pois gostei bastante. O livro Banalogias de Francisco Bosco. São ensaios bem humorados sobre o Brasil, a morte, tatuagem, Michael Jackson, futebol,o cotidiano, Casa Grande & Senzala, música e tudo isso num texto nada hermético.

O autor é ensaísta e letrista,editor da revista Cultura Brasileira Contemporânea publicada pela Biblioteca Nacional, doutorando em Teoria Literária pela UFRJ e colunista da revista Cult. E filho de um dos maiores músicos do Brasil, João Bosco.

Polititica




MáiBróda Frank Maia mandou essa.

Soulful

Ladies and Gentlemen! Here it is! Nicole Willis & The Soul Investigators - com If This Ain't Love (Don't Know What Is).

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Comece a semana bem...

...com uma ótima festinha na próxima segunda, dia 11 de fevereiro. É o Enterro das Cinzas quando a amiga Juliana Bassetti comemora seu aniversário e bota pra ferver lá no Pomar das Artes, espaço que pertence ao seu irmão, o Jacques, e onde sempre rola coisa boa.

Vai ter uma banda de Carazinho(RS), a Algayver, tocando Raul! E nos CDJs este que vos escreve ao lado de Freak Zuleika, Eduardo Galvani, Fábio "Mutley" Bianchini e Grazi Meyer. Bora lá chacoalhar minha gente.

Segue o mapa.

Telmo, tell me what to do




Dos arquivos do mestre Paulinho Guitarra. Ensaio na Seroma em 1973 com Tim Maia no baixo, Luiz Carlos Fuína na bateria e o Paulinho, na guitarra é claro.

O menino ali eu acho que é o Márcio Leonardo que foi na Seroma pra brincar e tocar seu violão, seu piano.

Conexão Floripa-Maceió




O comparsa Wado, amigo de infância da Esquerda Festiva e florianopolitano criado em Maceió, acaba de finalizar seu novo disco. O músico e compositor criou um bonito site onde disponibilizou o álbum, chamado Terceiro Mundo Festivo , além de seus três discos anteriores. Baixa lá e curte que é coisa linda.

Quem sabe, sabe

"Pessoas bem resolvidas usam a técnica do cavalo e simplesmente espantam as moscas que as importunam com uma chicotada do rabo. Nem viram a cabeça para ver de que cor a mosca era".

Rosana Hermann lá no seu blog, o Querido Leitor.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Antes tarde do que mais tarde

Dois comparsas da pesada entraram no bloguismo e quero registrar aqui: Diógenes Botelho, o Diabotelho, pai do Pedro e marido da Adriane, abriu o Botelheco e o Emerson "Tomate" Gasperin retornou com o Fancaria.

Como dizia o grande filósofo Edson Cury, o Bolinha, " Isso é coisa que meu povo gosta!".

I like you too




'I Like You' por Ilona Nelson

Wilson Pickett




"Wicked" Wilson Pickett mandando brasa em "Everybody Needs Somebody ( To Love)".

Será?

No blog da revista Wired li que surgiu uma tecnologia de amostragem de som, ou sample, que a partir da nota tocada gera "bolhas" harmônicas que ressoam. Segundo o inventor, Jason VanAnden " nós não estamos mais fazendo música linear mas música caleidoscópica". É ouvir pra crer, quem sabe?

Mas eu ainda acho que o lance é investir no vinil. Fabricando aparelhos e lançando discos, do catálago e de novos artistas. Quem não gostaria de ter um bolachão novinho em folha e ouvir aquele grave aveludado?

No terça-feira Gorda fizemos um churrasco na casa do Ledoux e o Seu Adriano "Baga"
Rotini, baixista da banda Brasil Papaya e um colecionador de discos de vinil, apareceu com o The BBC Sessions do Jimi Hendrix. Um disco triplo com uma arte linda. Saca só:

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Bob Dylan Repaginado




Remix que Mark Ronson, com uma ajuda e tanto dos The Dap Kings, fez de um clássico de Bob Dylan, Most Likely You Will Go Your Way (& I'll Go Mine) do álbum Blonde on Blonde de 66. Ficou legal até aquela gaita fuleira.

Um bom fim de semana para todos.

The Light




Uma das grandes cenas do fabuloso filme The Blues Brothers de John Landis: James Brown interpretando o reverendo Cleophus. Foi um dos primeiros contatos que tive com a música do mestre e sempre me deixou arrepiado. Mr Dynamite dá um show!

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Por que hoje é sábado de Carnaval


O Hino do Manezinho composto pelo maestro André Calibrina.

Diga três vezes



A casa do Besouro Suco

Um pilantra renascentista


A história da música brasileira nunca teria sido a mesma sem Carlos Imperial. O "Gordo" jogou nas 11. Foi ator, cantor, compositor, produtor, apresentador de TV, disc-jóckei, jornalista, colunista, cineasta, roteirista, e o diabo a quatro.

Dos anos 50 aos 80, Imperial esteve em todas. Ajudou a lançar Roberto Carlos e Erasmo, Wilson Simonal e Fábio. Compôs e produziu músicas para Tim Maia, Elis, Clara Nunes, Jair Rodrigues, e uma miríade de artistas . Foi parceiro de Ataulfo Alves, Eduardo Araújo e outros tantos.

Era enturmado com o pessoal da Bossa Nova mas lançou o rock no Brasil e nos anos 60 criou um estilo que chamou de Pilantragem, cujo maior representante foi Wilson Simonal, ex-secretário do Gordo.

A vida de Imperial ilustra perfeitamente aquela frase famosa de Chico Science: "Diversão levada à sério". Segue um texto dele sobre a Pilantragem:



“Nascimento, mudanças e apogeu da Pilantragem”

O negócio aconteceu assim: Simonal me pediu para inventar uma nova jogada. Sugeri então em transformar o samba em compasso quaternário, pois assim o cantor ficaria mais à vontade para se mostrar. Bolamos o estilo e eu compus então a primeira música de Pilantragem: “Mamãe passou açúcar ni mim”. Peruzzi foi chamado e bolamos que, como o Iê-Iê-Iê estava na onda, o negócio tinha que ser com guitarras. Criamos então o Samba-Jovem e nós definíamos: “Batida de samba e môlho de Iê-Iê-Iê”. Aí entrou Cesar Camargo Mariano na jogada com o seu Som 3 e começou a bolar novos arranjos. Nonato Buzar, amigo antigo e compositor de música tradicional, juntou-se a mim para fazermos músicas juntos. Fizemos “Carango”, que Buzar achava horrível e deprimente. Um dia propôs-me: “Se você acha que a música é realmente sensacional e que vai dar muita grana, me dá 100 contos agora que ela fica sendo só sua”. Foi um custo para convence-lo de que o samba-jovem ia dar pé. Quando “Carango” estourou e Buzar recebeu uma grana violenta como meu parceiro, foi correndo para casa e jogou fora tôdas as músicas sertanejas e dias depois veio a safra de “Uni-du-ni-tê”, “Vesti azul”, etc.

Eu, Simonal e Cesar Mariano trabalhávamos juntos na TV Record e a palavra que mais usávamos era Pilantragem. Tudo era Pilantragem e resolvemos oficializar a mudança do Samba-Jovem para Pilantragem. Eu compus então, “Nem vem que não tem”, cuja letra define bem o sentido da Pilantragem. Cesar Mariano fêz os arranjos (Toninho na Bateria e Sabá de Baixo para dar o môlho) e Simonal gravou como se estivesse tomando banho: completamente à vontade. No início da música, Simonal, com aquela voz de Pila (falar com os lábios fazendo bico) disse: “Vamos voltar à Pilantragem”. Estava definitivamente lançada a Pilantragem como música, arranjo e filosofia (veja letra de “Nem vem que não tem”).

Pilantragem é a apoteose da irresponsabilidade consciente.


*Texto retirado da contracapa do disco “Pilantrália

Tempos de terra devastada

Um respiro de poesia nesse mar de caretice que assola o planeta e que cresceu muito depois de 11 de setembro de 2001. Do blog Por Um Punhado de Comida.

Up to Date

Antigamente, as pessoas eram mais modernas.

Zelador



Nos anos 80 um dos maiores personagens de piadas aqui em Florianópolis era o então prefeito de São José, Germano Vieira. Me lembro das aulas de PPT no colégio, que era quando a gente aprendia a fazer coisas utílissimas como cinzeiros de argila, amendoim torrado e caixas de madeira. O professor era um conhecedor profundo de anedotas de Germano e passavámos a aula inteira rindo.

Encontrei esta foto do Germano dando uma olhada nos estragos das chuvas dos último dias, no blog Contexto Local.

Dá-lhe Coalhada!


Grande noite de sexta de Carnaval ontem no baile com as bandas Gente da Terra, Tijuquera e o DJ Zé Pereira lá na Célula Cultural.

As figuras locais dão um show à parte também. Não é à toa que o João Paulo ( ex-Saco Grande) é o bairro mais musical da Ilha.

"Você está muito apavorado?"

Nos últimos dias choveu ininterruptamente uma carga de água tremenda em Florianópolis. E encontrei no Youtube um vídeo engraçadíssimo sobre o alagamento da Avenida Rio Branco esta semana.

É o humor gaiato do mané. Olha só a risada da figura que encerra o vídeo.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Mulher rendeira

Via blogporno.

Soul do século XXI


Gnarls Barkley, o duo formado pelos fanfarrões Cee-lo e Danger Mouse soltou uma nova pérola, a canção Run. É só uma prévia do álbum que a dupla deve lançar em abril, chamado The Odd Couple.

Depois de atingir enorme sucesso com o single Crazy, uma das melhores coisas que ouvi nos últimos anos, a dupla volta com uma música excelente com aquela sonoridade vintage e o vocal potente de Cee-lo. "Run away, run away, run children...". Coisa linda-da-da-da!

Baixe aqui esta sonzeira.

Despetalou


Showzaço o de Rebeca Matta e a Orquestra Sônica no último sábado lá na Célula Cultural. A cantora e compositora baiana mostrou ao que veio junto com uma banda estupenda, com destaque para o baterista Emanuel Venâncio e o guitarrista Cássio Nobre. Os dois mostraram uma grande sintonia, fruto de longa amizade, segundo o Cássio.

Ao vivo a banda deu um tremendo peso rocker às canções do disco Rosa Sônica e para algumas versões, entre elas uma baita execução de " O Mistério do Planeta" dos Novos Baianos. E debaixo desse peso roqueiro surgiam as referências brasileiras aqui e ali num mosaico sonoro que teve um grande impacto no público. Nota 10 para o VJ que criou um clima e tanto para acompanhar a boa música.

Espero que Rebeca leve bem a sério a idéia de morar em Floripa. A baiana manifestou essa vontade durante e após o show. Leia lá no site/blog dela, onde está reproduzida a cobertura do acontecimento feita por Júlia Eleguida, querida leitora do Esquerda Festiva, para o site Tô Puto.

Depois do show a rapaziada foi curtir a festa realizada no puteiro Fênix, lá no Centro. Mas não tava muito legal e fomos num pequeno grupo tomar umas e outras no carro de lanche na cabeceira da ponte Hercílio Luz. E ali tava rolando o maior clima. Boteco cheio e todo mundo cantando sambas. Era gente vinda de várias nights se encontrando lá. Inclusive muitos fantasiados, até uma família com um bebê de colo. Tava muito legal e fechou a noite com chave de ouro. "Se você pensa que cachaça é água..."

E essa vinda da cantora e compositora baiana rendeu ainda a gente ter conhecido o grande Kuru, produtor da turnê, um mineiro sangue boníssimo e alto astral que certamente vai ser grande parceiro de luta em 2008.

Kuru e o baterista Emanuel Venâncio, uma figuraça que não deixou a cerveja nos faltar jamais, estão aqui nesta foto que fiz ao amanhecer. Da esquerda para a direita, Natascha, Ariela, Gustavo, Emanuel e Kuru.



PS: A foto da Rebeca é de Cassiano Ferraz.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Brasil, mostra tua cara

Hoje trago um dos melhores programas da TV brasileira, o Provocações de Antônio Abujamra e Gregório Bacic.

Neste dia o foco foi a prostituição e o convidado no estúdio foi Oscar Maroni, controverso empresário do ramo da putaria. Aliás, pelo que me consta, foi o único punido na queda do avião da TAM em São Paulo no ano passado. Nessa zona que é o Brasil a história é bem simbólica. Leia um pouco sobre ela aqui.

Voltando ao Provocações, reparem só na entrevista com a Candelária, presidente da Associação Sergipana de Prostitutas e na matéria de rua feita em Aracaju.










sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Política Cultural em SC? Cadê?

Carlos Damião mandou muito bem neste post hoje em seu blog, recomendadíssimo.

"Santa Catarina já teve o maior prêmio cultural do Brasil, o concurso de literatura Cruz e Sousa, criado no governo de Jorge Bornhausen e reeditado na administração de Esperidião Amin. A repercussão nacional foi extraordinária, tanto na primeira, quanto na segunda fase. Hoje, o maior prêmio do gênero no País é o de Minas Gerais, que distribuirá mais de R$ 200 mil para os vencedores (a maior parte do prêmio para escritores mineiros).

Qual a relevância cultural de Santa Catarina no plano nacional hoje?

Nenhuma.

Não há qualquer evento que se destaque. Simplesmente porque o atual governo não tem uma política cultural. Apóia iniciativas isoladas, que não contribuem para a projeção nacional do Estado
".



Apesar desse governo babaca, nouveau-riche, tem gente que trabalha, sem um puto dos cofres públicos, para fazer algo pela cultura deste Estado. Enquanto isso eles apóiam campeonato de golfe em campo de propriedade de um senador que nunca recebeu voto algum.

Sorteio

Salve amigos e amigas. Tou com 2 convites para o show da Rebeca Matta no sábado lá na Célula Cultural Mané Paulo/Bye Bye Brasil(leia o post anterior) e estou dando para os dois primeiros leitore(a) s que postarem um comentário com o nome completo. Os mais agilizados ganham 1 ingresso que vai ficar a disposição na porta do evento.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Pétalas vibrando


E a Célula Cultural Mané Paulo/Bye Bye Brasil recebe no próximo sábado, 26 de janeiro, a cantora e compositora baiana Rebeca Matta numa produção local da amiga Ariela Grubert da Floripaorama Produções. Pela primeira vez em Florianópolis, a artista vêm lançar seu terceiro álbum, Rosa Sônica , numa turnê que já passou por Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre.

Rebeca une as raízes brasileiras com o trip-hop e o pop industrial resultando num som bem pop e experimental na medida certa. Em Rosa Sônica ela traz sonoridades bizarras, agressivas e densas à serviço de ótimas canções que ao vivo devem ficar bem interessantes tocadas pelo power trio formado por Emanuel Venâncio (bateria), Marcos Kiêta (baixo) e Cássio Nobre (guitarra) junto às programações de Boing pilotando o laptop.

Quem ainda não conhece precisa visitar a Célula Cultural Mané Paulo/Bye Bye Brasil. O lugar, que também a casa nova do Clube da Luta, será palco de grandes momentos da música em 2008 podem crer. Embaixo o mapa, lembrando que é só clicar na imagem para ampliar.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

"São muitas manobras..."

No último dia 14 de janeiro, uma segunda, eu e meus comparsas de Coletivo Operante, Luiz Maia e Guilherme Ledoux acompanhamos a lenda Valdir Agostinho num show na Mostra Multicultural de Florianópolis, no Sol da Terra , na Lagoa da Conceição.

Após uma noite de apenas 2 horas de sono, fui passar o som e por conta de outros compromissos e do trânsito infernal fiquei com a roupa do corpo e sem banho até a hora do show. Vendo meu abatimento e estado deplorável Valdir fez uma das suas preparações espirituais e realmente me fez sentir-me bem melhor.

E no espetáculo Valdir deu um show de carisma. O pequeno teatro do Espaço Cultural Sol da Terra estava lotado e com uma vibração incrível. É sempre um prazer tocar lá. A acústica é excelente e o pessoal da casa recebe muito bem. Em especial o amigo Airton Perrone, que num papo antes do show estava contando sobre uma história absurda que envolvia o delegado Elói - aquele que prendeu Gilberto Gil com uma bagana em 1976 - a juventude de Floripa nos anos 70, os surfistas e uma certa noite de guerra na Beira-mar Norte. Vou apurar sobre este caso e conto aqui no futuro.

Vários vídeos desta apresentação foram colocados no YouTube pelo Djgajeta.Dá uma olhada.


"Joaquina"


"Vida de Pescador"


"História do Lixo"

Guitar hero




Acabei de ler a autobiografia de Eric Clapton. Vivendo a melhor época de sua vida, ao lado da esposa Melia e das três filhinhas, o grande guitarrista abriu o verbo e conta tudo sobre a vida de sexo, drogas e blues.

Deixo vocês com o parágrafo que encerra o livro:


"A cena musical como a vejo hoje é pouco diferente de quando eu estava crescendo. Os percentuais são aproximadamente os mesmos: 95% de lixo e 5% puro. Contudo, os sistemas de marketing e distribuição estão no meio de uma enorme guinada, e por volta do final desta década creio ser improvável que qualquer uma das gravadoras ainda esteja no negócio. Com todo o respeito a todos os envolvidos, isto não seria grande perda. A música sempre vai achar um caminho até nós, com ou sem negócios, política, religião ou qualquer outra baboseira ligada a ela. A música sobrevive a tudo e, como Deus, está sempre presente. Não precisa de ajuda, e não é obstruída. Ela sempre me encontrou e, com a benção e permissão de Deus, sempre haverá de encontrar".

Geléia geral


Cada um, cada um

"Um peixe nada no oceano e -- independente de quão longe nade -- não há fim para a água. Um pássaro voa no céu e -- independente de quão longe voe -- não há fim para o ar. Contudo, o peixe e o pássaro jamais deixaram seus ambientes. Quando as atividades deles são amplas, seu campo é amplo. Quando as necessidades deles são pequenas, seu campo é pequeno. Assim, cada um cobre totalmente sua área, e cada um experimenta completamente sua realidade. Prática, iluminação e pessoas são assim".

Zen Master Dogen, em "Moon in a Dewdrop".

Via Samsara.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Glamour, suor, rock e sinuca





Absolutamente fantástica a noite de ontem no Clube da Sinuca. Zuleika e Os Confirmados e Cabaret (RJ) criaram o clima e galera despirocou. Destaque para o Zimmer, dos Ambervisions, que estava possuído, como pode se ver na foto.

Zuleika está com a banda nos cascos, afinadíssima e quebrando tudo. E os cariocas do Cabaret, com o carismático frontman Marvel, apresentaram um glam-rock contraditoriamente sem frescuras, ou seja rock sujo, pesado e dançante.

Vinil Reloaded



E depois do pesar de ficar sabendo, através do blog do Marquinhos, que a Polysom - última fábrica de vinil do Brasil - vai fechar, veio a ótima notícia: a Monstro Discos de Goiânia adquiriu uma prensa para fabricar as bolachas.

Quem avisa é o Zimmer, que prepara o lançamento do novo disco dos Ambervisions no formato analógico pela gravadora goiana.

Mais informações e um papo do André Seben, chapa jornalista e guitarrista da banda Os Chefes, com Willian de Carvalho, dono da Polysom, você pode ler aqui.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Um ano e tanto



2008 começou com tudo para o Clube da Luta em duas festas no Clube da Sinuca que levaram o povo de Floripa de volta às noites de verão da Lagoa, lotada de turistas.

Agora na próxima sexta, 18 de janeiro, inaugura a sede própria na Célula Cultural Mané Paulo/ Bye bye Brasil , empreendimento encabeçado pela banda Tijuquera e tocado cooperativamente. No excelente e espaçoso palco do Mané Paulo travarão o bom combate contra a mediocridade, as bandas Missiva, Stereo Maracanã - convidada do Rio de Janeiro - Coletivo Operante, John Bala Jones e o guitarrista Luciano Bilu.

E a presença do Clube da Luta no Planeta Atlântida, realizado em Floripa no último final de semana, marcou um passo à frente para toda a música catarinense e se tornou uma noite histórica. Não pude estar presente mas a festa está muito bem relatada e comentada pelo Marcos Espíndola, um entusiasta e parceiro de primeira hora, em seu blog e nesta matéria dele no DC. Imagens podem ser vistas lá no site do Clube da Luta nas fotos de Cassiano Ferraz, outro grande lutador.

E isso aí minha gente. Pra frente é que se anda com mais prática e menos blá-blá-blá.

Subindo...





E no sábado outra baita festa-show acontece no Clube da Sinuca: a Rocket de Tiaguinho Franco que traz a banda paulista Forgotten Boys, os florianopolitanos da Dellamarck e três duplas de Dejotas, Fábio "Mutley" Bianchini & Marcos Espíndola, Loli Menezes & Grazy Meyer e Punktun & Manu. A casa vai cair podes crer.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Rir é o melhor remédio




Charge do Jaguar, lembrando que é só clicar na imagem para ampliá-la.

















Segue um causo envolvendo o cartunista em uma visita à Florianópolis. O texto é de Emerson Gasperin:


O crepúsculo nem tão festivo da esquerda


Parecia uma boa idéia. Realizar a palestra com o histórico intelectual de esquerda em um bar, habitat natural das conspirações festivas que ele integrara. A euforia causada pelo álcool imprimiria um tom descontraído à conversa e, com sorte, estimularia o convidado ilustre a revelar inconfidências que não poupariam nem seus antigos sócios no monopólio da resistência. Jornalistas de ontem, hoje e amanhã lotariam as dependências para ouvir daquele senhor um relato impressionante sobre o período verde-oliva do Brasil, enquanto bebericavam algo e conferiam as silhuetas das jovens que flanavam pelo local. No mínimo, seria mais divertido do que ler os livros de Elio Gaspari. Correu tudo conforme o combinado. Ou seja, deu tudo errado.

Ultrapassando as expectativas etílicas a seu respeito, o histórico intelectual já chegou de porre. Havia passado a tarde inteira e o começo da noite em um boteco regando o verbo e alimentando sua lenda pessoal. Às 11, hora marcada para o compromisso, sua dicção estava mais embaralhada do que seu raciocínio. Até aí, nada que empanasse o folclore. A disputa pela atenção enfrentaria obstáculos mais graves: a abundância de espécimes felinas mais interessantes que o palestrante e o retorno ao Brasil de um colega que ficou 14 meses viajando pela parte do planeta que a administração Bush pretende transformar em uma gigantesca quadra de basquete. De repente, escutar as últimas de Cabul com um olho na estagiária ao lado seria mais útil à profissão do que descobrir métodos para driblar a Censura.

Contra o lendário subversivo, o colega tinha a seu favor todo o mistério do Islã e a cumplicidade de seus velhos conhecidos. Para arrematar, não se entendia nem escutava nada do que o tiozinho tentava falar, salvo o movimento de perdigotos em direção ao microfone. Não demorou muito para se perceber de onde viriam as revelações surpreendentes. O colega contava seu relacionamento com o Taleban (“é um movimento gay”), a difícil sobrevivência em um ambiente de guerrilha (“pelo menos, o cigarro é barato”) e o rigor das muçulmanas (“não interagi com nenhuma”). À guisa de lembrança, sacou uma burca, medalhas alusivas à ocupação soviética, uma bandeira vermelha com o perfil de Lênin e um item que imediatamente se tornou objeto de culto e adoração: uma nota de 250 dinares com a efígie de Saddam Hussein, contrabandeada por soldados americanos.

Era novidade demais diante dos lugares comuns que o convidado tinha para expor. Inconscientemente ou não, ele reconheceu a batalha pelos holofotes como perdida e levantou-se, acometido por um ímpeto urinário. Acompanhado por um chargista (seu fã), dirigiu-se ao único banheiro do local. Ocupado. O chargista bateu na porta alertando para a emergência da situação, sem resposta. Então o intelectual declarou com a língua enrolada: “Não vai mais ter palestra nenhuma”. E baixou o olhar. A mancha escura em sua calça cáqui reproduzia o mapa do Chile, um filete que ia da virilha até a canela. O chargista ainda alegou que, se derrubasse cerveja em sua roupa, ninguém ia notar nada. Mas o clima - ou a atmosfera - já estava irremediavelmente comprometido. O sonho acabara.

Quase ninguém acusou a retirada do intelectual. Humilhado, o veterano de grandes causas perdidas, exemplo de valentia na sala de tortura e ícone da luta pela liberdade, voltou para o hotel sozinho, tendo de convencer um taxista a levá-lo naquele estado. Na saída, ainda foi interpelado por outro admirador: “Oi, sempre me inspirei em seu trabalho e...” “Pô, vocês aqui são foda!”, interrompeu o prócer da imprensa combativa antes de evaporar. Lá dentro, na mesa do fundo, o colega continuava com o ibope alto devido à milonga afegã, sem se importar com o destino de sua cédula de dinar. No banheiro, alheios ao drama nefrológico do intelectual, dois amigos do viajante faziam o que nem todo o poderio militar do Pentágono conseguiu: deixar o ditador iraquiano de cabelos brancos.

Mais Tim


Essa recolhi do blog Quem é Doido? do baiano Marcelo Stern:






"Na platéia, presente ao Parque de Exposições Agropecuárias da Bahia, o alívio veio assim que o apresentador anunciou:

- E atenção, galera: Tim Maia já chegou!

Agora, sim! O cara já tinha chegado. Todo mundo estava morrendo de medo do cara não aparecer e ficarmos sem show, ou pior, condenados a assistir às demais apresentações previstas na noite, cujo espírito era mais, digamos, afeito ao local. Mas o Tim era o Tim e valia o ingresso. E veio o homem, com sua blusa azul brilhante e o vozeirão característico. Estavam, ele e a Banda Vitória-Régia, inspirados. Súbito, lá pela metade do show, o inevitável aconteceu:

- Banda Vitória-Régia, pára tudo, pára a música!

Pronto, pensamos. Agora, os intermináveis "Mais graves, mais agudos, mais retorno!" e lá se vai o show (aliás, diz uma piadinha que, certa vez, internado num hospital, o médico perguntou ao Tim qual era o seu estado e ele respondeu "mais grave, mais agudo, cadê a enfermeira, eu quero um médico!"). Mas, ao invés de se dirigir ao operador de som, Tim dirigia-se a uma pequena confusão surgida no meio da platéia. A polícia levava um rapaz, que se debatia. Tim interveio:

- Boa-noite! Porque é que estão levando o rapaz? Como? O quê? Um baseadinho? E é só ele que o senhor vai prender? Então, tem que prender todo mundo... ou soltar o rapaz! Bota a luz aqui em cima do rapaz!

Como primeiro efeito da luz, soltaram as mãos do rapaz e o liberaram da "gravata" que ele estava levando de um soldado. Um atônito oficial, no meio dos soldados, respondia ao Tim, visivelmente desconcertado com a súbita notoriedade que o artista lhe conferia. Respondeu, com gestos, que iria levar o rapaz. Mas era tarde. O Tim já tinha comprado a briga.

- Então, tenente, é o seguinte: ou solta o rapaz ou acaba o show aqui. E que todos fiquem sabendo que foi a PM que acabou com o show.

Em delírio, a multidão respondeu:

- TIM MAIA, TIM MAIA, TIM MAIA TIM MAIA!

E eis que a multidão vai apertando o círculo aberto em torno dos PMs, pedindo show. Com medo do que poderia acontecer, o a essas alturas desesperado tenetnte ordenou que o rapaz fosse solto. Do palco, Tim gostou:

- Atenção, Banda Vitória-Régia! O show vai continuar! E você, rapaz, não dá mole, não. Já viu que os "homi" querem você, cumpade! Atenção, segurança: libera a entrada do rapaz no camarim. Vai pra lá que o lugar é bom pra ver o show e depois a gente toma um uísque... guardou a ponta ou tomaram de você? Beleza, rapaz esperto... guarda ela direitinho...

E seguiu o show! O melhor do Tim Maia a que eu tive oportunidade de assistir. A todo momento, víamos, ao fundo do palco, o tal rapaz, se divertindo como nunca e, a partir daquele dia, com uma história sensacional para contar para os netos. Se é que algum dos dois conseguiu se lembrar depois do uísque. E da ponta, é claro... nem me passou pela cabeça que o Tim estivesse pensando em mandar o rapaz se livrar do flagrante..."

Al Green - Take Me To The River




Um cantor incrível e uma banda suingadíssima.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Noitadas excelentes



Duas grandes festas marcaram a volta do Clube da Luta e o início de 2008. No último fim de semana 6 bandas apresentaram-se no Clube da Sinuca na sexta e no sábado para um público empolgadíssimo.

Foram duas noites quentes mas os abnegados pioneiros e pioneiras que participam da criação de uma cena em Florianópolis não arredaram pé dos shows para se refrescar no deck à beira da lagoa. Foi bonito de ver.

Na sexta tocaram as bandas Aerocirco, os Berbigão e Dacaverna. No sábado foram Kratera, Samambaia Sound Club e o Coletivo Operante que trouxe Valdir Agostinho. Ele cantou a sua "Joaquina" com a banda e depois mandou ainda outras três músicas: New York, Paris , História do Lixo e Floripa.

Valdir, que como convidado foi o autor do momento mais emocionante do show de 15 anos da banda Dazaranha em dezembro no Floripa Music hall, mostrou mais uma vez porque é o artista mais carismático que já conheci, além de um grande amigo.

Leia mais sobre as festas no site Tô Puto. Sobre a noite de sexta aqui e sobre sábado aqui.

Fotos: Tôputo

E eu também me pergunto



Um adesivo de vidro de carro que fotografei na Lagoa da Conceição.

Leia o livro




Absolutamente ducaralho este vídeo do Tim.

Ganhei no Natal a biografia do mestre do funk-samba-soul escrita pelo Nelson Motta. É imperdível mesmo. Li em 2 dias. O amigo de Tim o coloca em seu lugar de direito dentro da música brasileira: entre os melhores de todos os tempos.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Clube da Luta 2008



Salve minha gente amiga. Começo a postar em 2008 com boas notícias. O ano inicia com o retorno movimentado do Clube da Luta para dar um porraço no marasmo sonoro. No próximo fim de semana acontecem 2 rounds no Clube da Sinuca na Lagoa. Na sexta, dia 4, sobem ao palco as bandas Aerocirco, Os Berbigão e Dacaverna. Na noite seguinte apresentam-se Samambaia Sound Club, Coletivo Operante e Kratera.

O objetivo destas duas datas é divulgar a inauguração da sede própria do Clube da Luta, a Célula Cultural Mané Paulo no bairro João Paulo (ex-Saco Grande). O local abre para o público no dia 18 de janeiro com uma edição especial com 4 bandas e uma festa e tanto.

A Célula Cultural Mané Paulo tem um blog onde podem ser obtidas mais informações.

E ainda teremos 6 bandas do Clube da Luta participando do Planeta Atlântida, no dia 12 de janeiro.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Sem cor mas não virou bolor




Arnaldo Baptista e Gilberto Gil dão entrevista logo após a apresentação de "Domingo no Parque" no no III Festival da Música Popular Brasileira da TV Record, em outubro de 1967.

sábado, 29 de dezembro de 2007

Clics




Fotaça dos Beatles que encontrei no blog Pure Rock, dica quentíssima do meu chapa de Coletivo Operante, Luiz Maia.

O blog publica somente fotos de músicos, no palco e no cotidiano. Vale a pena.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Coisa linda




Por conta da festa Venenosa que faço toda quarta no Deluxe, voltei a frequentar a Kibelândia para jantar, o que não fazia há anos.

O tradicional bar florianopolitando serve um sanduíche espetacular, o cheese-salada italiano que é pão de hamburguer, alface e tomate, e um hamburguer enorme feito de patinho moído puro com umas 5 fatias de provolone. Acompanhado da maionese caseira é imbatível.

Claro. Não vou nem comentar sobre o kibe frito na hora.

Superbad



Há quase 1 ano, quando timidamente estreei no mundo blogueiro aqui neste sítio, o Soulbrother Number One foi assunto do primeiro post. Infelizmente as nóticias não eram boas. Anteontem, dia de Natal 25 de dezembro, fez um ano da morte do Mr. Dynamite, o rei do funk James Brown.

Organizei uma coletânea para meus queridos 15 leitores com várias pérolas, clássicos e algumas raridades.

É só clicar aqui.

Na foto de Penna Prearo, James se apresenta no Brasil em 1978.

Em casa




Baby Consuelo e os Novos Baianos com "A Menina Dança".

O futuro da blogosfera

O amigo Alexandre Gonçalves hoje "puxou a brasa para a sardinha blogueira" lá no Coluna Extra e eu por aqui andava pensando esta semana que é inegável o crescimento dos blogs e da internet como fonte de informação. E sobre a relevância deste fato.

Mas será que o crescimento dos blogs vai ser a causa de sua morte também como afirmou o jornalista Marcelo Träsel no Martelada?:
"Os blogs terminaram. Acabaram. Foram comer capim pela raiz. São um ex-formato de mídia alternativa na Web. E o motivo principal dessa desaparição é justamente o sucesso que o formato blog obteve, tornando-se onipresente".


Ele mostra argumentos bem convincentes neste texto.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

O Retorno



O que será, que será? Que andam suspirando pelas alcovas? O certo é que o Clube da Luta Floripa retorna em janeiro de 2008 com tudo. Com sede própria, na Célula Cultural Mané Paulo, no bairro Joaõ Paulo, mais conhecido como Saco Grande e com a participação de 6 bandas no Planeta Atlântida.

2008 desponta com a promessa de ser o melhor ano da história da música pop feita em Floripa e SC.

Dazimba

Dia desses fiz a bela descoberta dos blogs do artista plástico Eduardo Lunardelli, de Imbituba ( aí pessoal do +D1!), que me levou a conhecer também seu trabalho artístico. Olha só que coisa linda esse quadro onde ele retrata a Lagoa de Ibiraquera:




Um dos blogs do Eduardo, o Chapa, é uma prévia de um projeto de livro de fotos sobre os chapas, assim bem definidos pelo artista:

" Você já deve ter visto nas margens das estradas e rodovias brasileiras, umas pessoas "acampadas" , próximo da entrada das cidades. Geralmente, se identificam, como CHAPA.
São os GUIAS para motoristas, no perímetro urbano, e ajudam nas cargas e descargas do material transportado".






Eduardo está fotografando os chapas e se envolvendo em diversas situações engraçadas e algumas mais sinistras. Olha um perfil de um chapa camarada, o Márcio Jeferson Caetano, 42 anos e chapa há 3 anos. Esse é chapa!

Ê, ê, ê fumacê. Ah, ah, ah fumaça




Eu acho a Esquadrilha da Fumaça uma das coisas mais legais que tem no Brasil.

Via blog Boa Leitura de Luiz Santilli Jr., trago estas fotos de Ricardo Beccari, fotógrafo oficial da Esquadrilha da Fumaça. Confere lá outras fotos baita.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Quieramashhhhhhhhhh



Ói o Frank mandando brasa aí de novo.

Um pouco de sacanagem neste fim de ano




O atualmente famoso desenhista de histórias em quadrinhos eróticas que fizeram descalavrar a cabeça de diversas gerações, Carlos Zéfiro, ganhou página-tributo com diversos "catecismos" na íntegra e outras cositas.

Descobri o link no excelente blog do diretor de TV, escritor e jornalista Ricardo Soares.