segunda-feira, 31 de março de 2008

Soul Fire





Teaser do filme "The Upsetter", biografia do mestre do dub Lee "Scratch" Perry que deve sair até o final do ano.

Dion diria: "Porrashhhhh...".

Via You & Me on a Jamboree.

African pop





De Benin, África vem Charles Rodrigues & His Psychedelic Organ. Descobri esse cara e sua curiosa biografia via Analog Africa um blog fantástico baseado em Frankfurt, Alemanha.

Começou a tocar em 1958 e logo entrou numa banda que viajava por toda a África Negra: Zaire, Benin, Nigéria, Costa do Marfim...Até que em meados dos anos 60 resolve voltar para casa. "Tudo que encontrei foram membros da família irados me dizendo que eu era um Rodrigues, um Agouda ( descendente de portugueses) e estava manchando o nome da família"

Em agosto de 1973 Charles abandonou a música depois de gravar "L´Amour Ne S´achete Pas".

Sobre esta canção ele disse:

"Na música "L´amour ne s´achete pas" eu estava dizendo para as prostitutas para pararem de encher a cara e dormir com caras por 2000 ou 3000-CFA*, dizia que elas estavam desperdiçando as suas vidas. Ah cara, quando aquela canção foi lançada eu tive todo tipo de problemas com as prostitutas de Cotonou, elas me fizeram passar maus bocados, mas eu não tô nem aí..........é isso, foi minha última gravação."


Ouça "L'amour Ne S'achete Pas".

*(nota do editor: não tenho idéia de quanto dá em reais mas deve ser uma merreca)

Evangelizando


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Lançado na última quinta com grande festa na Célula, o clipe de Michê da Samambaia Sound Club foi liberado na rede pela banda.

Produção independente que reuniu um pessoal da pesada. Marco Stroisch dirigiu, Guto Lima produziu e a banda atuou ao lado da atriz Paula Braun ( O Cheiro do Ralo). Destaque para o Jaguarito encarnando o pastor evangélico televisivo.

Jean Mafra asseverou que durante as gravações quando foram abordados pela polícia " foi a primeira vez que falamos com eles e não fomos revistados".

Com os custos reduzidos o que não teve limite foi a criatividade e o objetivo claro de mostrar a cara da banda e situá-la em Floripa.

O roteiro final acabou sendo uma criação coletiva como ressaltou Marco Stroisch, em entrevista com a banda e a produção na última quarta. Ele ainda afirmou: " Minha vida mudou depois desse trabalho do clipe".

Converteu-se à fé do groove, do suingue. A Igreja do The One.

domingo, 30 de março de 2008

"Isso é coisa que meu povo gosta"




Grande dica do brother José Rafael Mamigoniam: o blog Pornochancheiro, onde se encontram fotos, vídeos e textos sobre o cinema brasileiro dos anos 70 que levava milhões de pessoas às salas e lucrava horrores sem ter um centavo de dinheiro público na produção.

Um dos gurus da Boca do Lixo - epicentro da Pornochanchada - foi o manezinho Ody Fraga, diretor de "A Fêmea do Mar" rodado na Ilha de Santa Catarina em 1980. Ody era um dos mais ativos personagens da cultura catarinense nas décadas de 40 e 50. Participou do Grupo Sul, na área teatral, onde foi o primeiro diretor a encenar um texto de Jean-Paul Sartre no Brasil.

No início dos anos 60, após alguns anos no Rio, mudou-se para São Paulo e trabalhou nas TVs Cultura, Bandeirantes, Record e Tupi antes de radicar-se de vez na Boca do Lixo, onde roteirizou mais de 50 filmes e dirigiu mais de 20, colecionando vários sucessos de bilheteria como a comédia "Histórias que Nossas Babás não Contavam". Morreu em 1987, aos 59 anos.

O jornalista Carlos Damião publicou em 2007, no blog Identidade Catarinense, uma entrevista feita por ele com Ody Fraga em abril de 1980 para o Jornal da Semana. Alguns trechos do cineasta sem papas na língua.

JS – Muda-se a pergunta, então. Como é que um jovem autor de peças teatrais herméticas encenadas nos palcos da Florianópolis da década de 1950 terminou como um bem-sucedido produtor e diretor de peças de sexo?

Ody – Acho que naquela época a gente era ilhéu até de espírito e eu refletia isso no que escrevia. Refletia crises, problemas espirituais, místicos, existenciais. Hoje eu sou um tranqüilíssimo ateu.


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JS – Mas tem gente que vive dos financiamentos da Embrafilme. E faz bons filmes.

Ody – Tem. Mas eu sempre me recusei a participar desse jogo, porque a Embrafilme é um rio que vai desembocar em algum lugar. Vai desembocar, em longo prazo, na estatização do cinema. Não acredito neste pessoal dito de esquerda, que aceita o jogo da Embrafilme e faz o chamado filme engajado. Acho impossível você fazer um filme revolucionário com apoio oficial. Esta é uma esquerda profissional, que está aí para ser comprada
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JS – Diz-se que no Brasil não há cinema inteligente. Como é que você encara essa afirmação?

Ody – Eu tenho uma outra opinião: acho que não há crítico inteligente no Brasil. E posso citar um exemplo, de um nome muito famoso, muito em moda atualmente: já publicou dois livros sobre cinema e não escreveu nenhum. É um autor entre aspas.

JS – Quem é?

Ody – É o Rubens Ewald Filho. Um crítico americanista. A carteira de identidade dele e dos outros é um acidente sideral: não tem nada a ver com ele. São americanos e caíram por aqui.

JS – Por quê?

Ody – Porque eles analisam e estudam o cinema brasileiro com padrões de cultura, de técnica e arte americanos. Nós não temos nada a ver com isso: temos que criar uma linguagem de cinema nosso.


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JS – E os filmes de Walter Hugo Khoury? Não estariam numa linha de sexo mais intelectualizada?

Ody – O Walter Hugo Khoury, para mim, não é um intelectual: é um bolo sem recheio. É o "barroco do vazio".

JS – Há quem o considere como o "Bergman brasileiro"...

Ody – Ele tem um pecado capital: é não ser o Bergman sueco. Porque, tentar ser o "Bergman brasileiro", como se diz, resultou num péssimo carbono. E tão ruim que quase levou o A. P. Galante à bancarrota.



Valeu, Zé!

PS: Para quem estiver em São Paulo no mês de abril vai a dica da Mostra Ody Fraga - O Gênio do Sexo que acontece na Sala CINEMATECA/PETROBRAS no Largo Senador Raul Cardoso, 207, próxima ao Metrô Vila Mariana. Veja aqui a programação.

Dose cavalar




Em 1973 no primeiro show de uma turnê pelos EUA alguém no backstage teve a brilhante idéia de dar 8 tranquilizantes para cavalo ao baterista do The Who, o notório porra-louca Keith Moon. Alertado de que metade de uma das pílulas com uma dose de conhaque dava um barato interessante, Keith foi o mais Keith possível e disse: " Metade de uma pílula! Eu sou Keith Moon!" e engoliu todas.

No meio da primeira música do show, em que oscilou o andamento e batucou a esmo, Keith voltou ao backstage onde lhe aplicaram uma injeção de cortisona e retornou para tocar metade da próxima música e ter um colapso.

Seguindo a máxima de que "o show deve continuar" ,o guitarrista Pete Townsend perguntou se havia alguém na platéia que sabia tocar bateria.

O jovem Scott Halpin, de 19 anos, subiu ao palco e teve seu momento de glória tocando com o The Who. Devidamente registrado.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Céu de brigadeiro




Foi o Lula chamar a Dilma de "mãe do PAC" que a oposição fuleira ( leia-se-se mídia golpista) desse Brasil já veio com mais um factóide para aterrorizar a tradicional família brasileira. Imagina se esse "dossiê" da Dilma é o Estado policialesco em ação. Ah vão catar coquinho!

O Jornal Nacional de hoje também citou o arremedo de reportagem da Veja. Sobre o verdadeiro dossiê: o de Luís Nassif, nada. Esse é o Q de qualidade e de pluralização de opiniões.

Leia um pouco mais aqui e aqui.

Aoow!




Essa música é um chicletão dos bons. Produzida pelo Calvin Harris, a dupla Mitchell Brothers brinca com o desejo de dançar como Michael Jackson e com uma levada que não deve nada às melhores do garoto-prodígio do pop. Quem nunca quis se mover e deslizar no palco como o Michael?

quarta-feira, 26 de março de 2008

Orgulhosamente apresenta




Salve minha gente. Próxima sexta, 28 de março, Valdir Agostinho, o menestrel da Barra, estréia no Clube da Luta. E tu vai perder essa?

Depois de um acachapante momento proporcionado pelo esperto marketeiro Mekron, agora é a vez da musicalidade de um dos grandes artistas de Floripa chegar na Célula.

E pra não se perderem por aí, segue o mapa da rota que leva ao espaço cultural mais legal que já pintou nessa ilha de casos e ocasos raros: a Célula.

Eu sou você amanhã



Floripa segue neste mesmo caminho cada vez mais congestionado.

Cidadã instigada


"Qualquer sujeito, hoje, pode se tornar um produtor de mídia. Esse me parece o horizonte da universalização dessa atividade que já foi pensada como uma atividade de especialista. Hoje, é uma demanda de cidadania a produção de informação, análise, interpretação. Além da diversidade em relação ao que é produzido"

Ivana Bentes, jornalista, doutora e diretora da Escola de Comunicação da UFRJ.

Ladeira abaixo



Revista Rolling Stone Brasil desse mês tá fodaça. Destaco o Dossiê Britney Spears que aponta a cantora como " a celebridade perfeita para o declínio dos Estados Unidos".
Diz o jornalista Steven Daly que " assim como o presidente Bush, Britney simplesmente não está nem aí, mas pelo menos os norte-americanos não vão ter passar o resto da vida consertando seus estragos".

Quando chegar no fundo a nação do Norte pode quem sabe adquirir aquilo que os pedreiros lá na casa do Ledoux tiveram um trabalho e tanto pra conter: " a humildade".

No ínicio do ano pude ter um contato peculiar com a arrogância ianque. Às 6 da manhã num carro de cachorro quente na Lagoa, eu e o brother Zé Pereira aguardávamos numa fila de baladeiros quando dois caras chegaram tocando o terror. Aos berros, em inglês obviamente, queriam ser atendidos na hora e na frente de todos que esperavam. Estavam quase agredindo o pobre do carinha que estava ali a cerca de 8 horas fazendo cachorros-quentes.

Certos de que ninguém os entendia, soltavam palavrões e xingamentos. " Em Nova Iorque isto não aconteceria!", " Isto deveria ser fast-food", "Your son of a bitch", blá. blá, blá.

Eu então, injuriando, lhes disse: "Wait just like everybody else!". Os caras arregalaram o olho e tentaram se explicar. O povo todo ali já tava olhando feio. Não resisti, e apoiado pelos olhares cúmplices da raça ali faminta arrematei: " Aqui é Florianópolis, não é Nova Iorque e as coisas são diferentes man. É melhor vocês irem comer em outro lugar pois daqui a pouco todo esse pessoal pode dar um cacete em vocês". Olharam em volta e bateram em retirada rosnando baixinho.

terça-feira, 25 de março de 2008

Vai que é tua



Caiu na rede é peixe né mermão? O novo disco dos Racounters já está rolando por .

E trago um bônus, cortesia do blog The Leather Canary: uma versão de It Ain't Easy de David Bowie, ao vivo na Rádio BBC.

Luís Nassif X Veja


Um dos fatos do ano sem dúvida é a série de reportagens que o jornalista e blogueiro Luís Nassif está publicando sobre a revista Veja .A extensa pesquisa do jornalista levantou uma série de perguntas não respondidas que mexem fundo nesse vespeiro fedorento que se tornou a revista semanal mais encontrada em todos os consultórios do Brasil.

Fato também importante é o silêncio que a grande mídia dedica ao assunto.

Hoje Nassif reproduziu parte de uma interessante entrevista com Ivana Bentes, jornalista e diretora da Escola de Comunicação da UFRJ. Seguem alguns trechos:

"A Veja veio para explicitar um pensamento conservador reativo que existia sem visibilidade porque as pessoas tinham vergonha de se posicionar dessa forma. Ela apresenta um jogo forte sendo feito e para isso lança mão de manchetes sensacionalistas, de uma constante criação de pautas. O que Nassif faz, em sua análise, é indicar a explicitação de uma linha editorial que existia de uma forma velada".


"É claro que todo mundo que leu a Veja, porque muita gente deixou de lê-la, tinha essa impressão de uma linha editorial conservadora. No entanto, o Nassif veio explicitar uma constatação em vários meios. A revista é muito estudada nos cursos dentro da linha de um jornalismo construído. Desse modo, é importantíssimo o que o Nassif vem fazendo, além de muito corajoso, pois está sendo criminalizado, interpelado judicialmente".


"É preciso haver um movimento de apoio a ele, de apoio a uma analista contra uma corporação. Levar essa questão às escolas de comunicação e às mídias independentes é muito importante, além da divulgação desse dossiê. E, veja você, o Nassif é um economista que escreve em jornais e conseguiu por meio de um blog uma repercussão enorme no meio comunicacional. Perceba só o poder que apenas um indivíduo, sem uma relação com nenhum meio da grande imprensa, tem contra uma grande corporação".

R.I.P



Acabo de ler no Trabalho Sujo que morreu Neil Aspinall:

" Neil, companheiro da banda de rock mais importante do mundo desde seus dias de infância, era mais do que um simples candidato ao posto de quinto Beatle - patente que talvez caiba melhor ao produtor George Martin por incitar o processo criativo do grupo -, ele era feito do mesmo material que os quatro de Liverpool. Amigo de escola de Paul McCartney e de George Harrison desde os doze anos de idade, ele acompanhou a formação da banda e seus primeiros shows bem de perto, a ponto de assumir o posto de road manager do grupo - em outras palavras, motorista. A partir daí, não largou mais o grupo - e, ao lado de outro compadre de Liverpool, o grandalhão Mal Evans (que morreu em 1976), acompanhou uma das grandes aventuras do século 20. Mas enquanto Mal era apenas um ex-segurança do Cavern Club, Neil era um Beatle. Sempre foi. Quieto e prestativo, tornou-se o principal executivo da Apple e o grande responsável pela volta da banda nos anos 90 com o projeto Anthology ".

quinta-feira, 20 de março de 2008

Bora lá que é hoje



Rapeize, hoje inaugura oficialmente a Célula. Como eu queria ter postado este anteriormente e a falha de conexão aqui durou muito, o tempo ruge e reproduzo o serviço muito bem feito do brother Tomate do blog Fancaria, que assim como eu é um stakeholder. Gostei dessa meu camarada.



Um lugar com palco grande e som de qualidade. Um ambiente para as pessoas dançarem, se conhecerem, se divertirem. Um espaço focado na música, mas também aberto ao teatro, à literatura, à moda, às artes plásticas e às demais manifestações artístico-culturais. Bem-vindo à Célula, cuja inauguração ocorre nesta quinta (20/3) com festa para 300 convidados embalada pelos DJs Kid Vinil e Kerem Ulken.

Sob a direção de Gastão Moreira, o novo núcleo da cultura alternativa de Florianópolis vai sediar shows todas as sextas e sábados. Neste primeiro final de semana de atividades, a Célula promove mais uma edição do Clube da Luta no dia 21 e, no dia 22, recebe a banda Dazaranha. Além de uma estrutura completa para apresentações ao vivo, a casa é composta por bar, estúdio de gravação e local para oficinas.

A atração principal da estréia da Célula, Kid Vinil, é figura emblemática do pop nacional. Punk, new wave, rock: não houve estilo nestes últimos 30 anos em que ele não estivesse envolvido, seja como artista, radialista ou agitador. Atualmente, Kid Vinil divide o tempo entre sua banda e as discotecagens, nas quais recorre a todo o seu vasto conhecimento musical para encher a pista com as últimas novidades sonoras.

O outro DJ da noite, Kerem Ulken, traz para a ilha a vibração com que rege a noite multiétnica Shanta em Baltimore (EUA), movida a elegantes sets de trip hop, lounge e house.

SEXTA 21
O Clube da Luta invade o palco da Célula com três bandas, cada uma com suas armas. O Kratera mostra sua força arrastando peso. Andrey & a Baba do Dragão de Komodo dispara rajadas de rock concreto. E Mekron exibe toda a sua “paixão indemoniada [sic]” pelo lado sombrio da alma humana.

SÁBADO 22
Referência no circuito musical do Estado com quatro discos lançados em quinze anos de estrada, a banda Dazaranha joga em casa: o grupo surgiu e ensaia no mesmo bairro onde está localizada a Célula. Com a torcida a favor, então, a expectativa é de goleada.


Tenho aqui comigo dois convites que leva quem primeiro deixar seu e-mail aqui na caixa de comentários.

Aí malandragem!

Documentário sobre Bezerra da Silva com diversas entrevistas com os compositores gravados pelo mestre. Sabedoria, suingue e malandragem esperta. Se liga.





Ré menor com sétima


Meu momento PapelPop.

Amy Winehouse posou peladinha para uma campanha contra o câncer de mama. A cantora freak foi fotografada por Carolyn Djangoly e as imagens vão sair na revista feminina britânica "Easy Living" em abril.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Unplugged




Os caras mandam bem à beça. Cover de Kashmir do Led Zeppelin em arranjo para teclado, violão de nylon, caixa de papelão e voz. Como diria a Aracy de Almeida: "Déshhhhh Pau!".

sábado, 15 de março de 2008

Om Tare Tam Soha


"tapa n/kra soceidade"




Muito tosco e muito legal. Fiquei conhecendo o Cersibon através do blog With Lasers do Paulo Terron.

Quem semeia vento...



Briga intestina no clã dos Magalhães. Filhos de Toninho Malvadeza estão se digladiando pela herança. Tereza Helena Matta Pires, filha mais velha do ex-senador , e o marido, César Matta Pires, sócio majoritário da construtora OAS, moveram uma ação para avaliação judicial de obras de arte que estão no apartamento de Arlete Magalhães, a viúva.

Na última terça, oficiais de justiça chegaram ao apartamento e na ausência da proprietária chamaram um chaveiro. Os agentes abriram cofres e revistaram todos os armários da casa.

O espólio do ex-senador inclui peças sacras do período barroco, quadros de Cândido Portinari e Di Cavalcanti entre outras obras de arte valiosas.

O falecido político baiano provavelmente julgava-se imortal pois não deixou testamento. Podia ter poupado sua esposa dessa humilhação. Imagina cada sapo que essa senhora deve ter engolido.

Foto de Lula Marques/FolhaOnline

À mão




Pensou que fosse uma foto? Que nada. O espanhol Juan Francisco Casas usa até 14 canetas BIC para criar suas obras gigantes.

Ad infinitum




A Via Láctea numa imagem deste site da NASA que publica uma foto nova por dia.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Quer perder alguns minutos do seu dia?



Vá ao site da banda Black Keys da qual eu falava ontem. O duo blueseiro lança no próximo primeiro de abril o álbum Attack & Release , produzido pelo Danger Mouse e criou um joguinho bem legal para divulgar.

Mate alguns nerds b4 ouvindo uma sonzeira.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Perigoso



O produtor Danger Mouse, metade do Gnarls Barkley, está trabalhando no novo disco de Beck. Coisa boa vem aí.

E estou curioso para ouvir também o material que ele gravou com Ike Turner e a banda Black Keys, pouco antes do pioneiro do rock falecer.

Psicodelia




Banda muito legal que faz um rock sessentista altamente influenciado por The Who, Kinks, Cream e outros grupos aditivados: The Black Hollies.

A música se chama Paisley Pattern Ground , aqui tocada num show no Cafe Nine, em New Haven, Connecticut, no dia 29 de fevereiro último.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Shotgun





Conhece esse guitarrista canhoto tocando ao fundo dessa dupla engraçadinha? A apresentação é de 1965. Um ano depois esse cara estaria na Inglaterra formando um trio que entraria para a história com o nome de The Jimi Hendrix Experience.