segunda-feira, 6 de abril de 2009

Quem sabe faz agora

A noite do último sábado teve um sabor todo especial com a estréia do programa Paredão na Atlântida FM de Florianópolis. E não digo isso somente por que a primeira música a tocar neste já histórico programa - dedicado exclusivamente à produção musical catarinense - foi o mais recente single do Coletivo Operante. O que obviamente me honrou e alegrou muito.

Quando Marcos Espíndola abriu a voz no microfone lá no alto do Morro da Cruz sua previsão irradiou pela atmosfera e estávamos lá na sala de casa colados no radinho. Eu, Zé Pereira e Marcinho Sorriso.

A pergunta era só uma. Há quanto tempo eu não fazia isso? Certamente mais ou menos desde que Pena e Zeca mandavam ver no Sincronia Total, no fim dos anos 80 e início dos 90.

Agora tenho motivo para sintonizar todo sábado às 20 h no 100.9. Ouvir uma cobertura ampla da cena musical catarinense destacada pelo trabalho profissional e de qualidade.

Nesta estréia rolou um panorama da produção musical de diversas cidades do Estado. E a nostalgia não foi só sentida em nossos corações mas também reavivada com o som dos Pistoleiros.

Marquinhos passou do jornalismo impresso para o radiofônico com desenvoltura, mandando muito bem ao lado do Bola. Bastante música, um breve papo e quadros fixos em uma hora que passou rápido.

Bora divulgar pra geral aí que a meta é chegar à outras praças.

Programa Paredão - sábados 20 h na Rádio Atlântida Floripa 100.9

e-mail: floripa@atlantida.com.br


telefone: (48) 3201 1009

7 comentários:

Alexandre Gonçalves disse...

Como disse lá no blog, "ouça o que é bom pra tosse". E por um arranjo do destino, saí do jogo do Avaí no sábado, fui pro carro, liguei o rádio no momento em que tocava Pistoleiros. Quanto tempo esperamos pra isso acontecer? Emocionante à beça pela amizade com o Diógenes, mas sobretudo pela qualidade da música. É aquela coisa do "tanto bate até fura". Furou.

Parabéns pra vocês (tu, Clube, Marquinhos...) pela luta e pelas vitórias.

Abs.

jean mafra em minúsculas disse...

concordo em número e grau, ulaissa!!!

é ótimo poder ter esse programa para ouvir, e agora só nos resta torcer para as canções nele tocadas se espalharem pelos outros horários da rádio.

abração.

(e parabéns ao marquinhos!)

Ulysses Dutra disse...

Salve Alex

A brodagem é elemento essencial na nova música mas nunca vai superar a qualidade. Por isso viva a música catarinense não por que é daqui mas por que é boa e tenho dito.

Valeu!

Oi Jean

A luta continua!

abração

Dauro Veras disse...

Palmas pra eles e pra vocês todos! Gostei muito do single do Coletivo, ele mereceu ter aberto o programa - que ainda não tive a chance de conferir, mas com certeza vou. Legal cê ter recordado o Sintonia, foi um momento especial no rádio catarinense. Ah, com certeza você já sabe, mas vale o registro: a rádio Udesc é outro espaço que valoriza bastante o som do estado. E a Rádio Campeche. Já ouvi vocês nas duas.

Ulysses Dutra disse...

Grande Dauro

Muito bem lembrado e sincronizado. Rádio Campeche é assunto de um próximo post.

E a Rádio Udesc, como você lembrou, também é um espaço privilegiado para a música local.

Um abração

marcos espindola disse...

A todos, só tenho que agradecer as palavras carinhosas e a força. Me lancei neste desafio na base do amor à causa (jornalística) mesmo. Não recebo por isso, mas me senti na resposabilidade de levar adiante este projeto, depois de tantos apelos e muitas vezes críticas às nossas rádios por mais abertura. Não poderia me furtar neste momento. Agora temos que tocar adiante. Particularmente, foi um dos momentos mais bacanas na minha vida.
Pistoleiros foi a primeira banda escolhida. Fiz consciente de que era preciso mostrar a que viemos.Foi emblemático, ter aquela banda ali, tocando numa rádio que sequer tinha conhecimento da existência deles. E pela proposta, pela qualidade e pelo que representam dentro deste cenário que boa parte dos ouvintes estão conhecendo um pouco a partir do Paredão. E assim será daqui para frente, até onde conseguirmos levá-lo. Podemos ter altos e baixos, mas fiquem certos de que a premissa é aquela e disso eu não abrirei mão. Ou vocês acham que eu fiz isso tudo para ter que aturar um "um malandro de Tramandaí" posando de nativo Itajaiense! Como diria o Pipi: "Apára,né?" eheheheh

Ulysses Dutra disse...

Salve Marquinhos e viva os peixeiros!