sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Aqui não!


Li por aí nos redutos reaças-nazi-pfelóides-tucanistas pessoas dizendo que crimes bárbaros, como o assassinato do menino carioca, não acontecem aqui no Sul , terra de gente ordeira, belos jardins, e nível sócio-ecônomico digno dos países nórdicos. Até neve a gente tem aqui. Mas crime não! Essa gente odeia o Brasil e os brasileiros (caso patológico sério de baixa auto-estima!).

É por essas e outras que, apesar de nutrir uma simpatia pela idéia de criarmos no Brasil uma Federação nos moldes dos EUA, em que cada Estado tem legislação penal própria; tenho receio do que nós aqui em Santa Catarina, por exemplo, iríamos fazer. Imaginem do que seria capaz uma Assembléia Legislativa como a nossa.

E mudando um pouco de assunto, mas nem tanto. Mino Carta em seu blog hoje comenta a democratização dos meios de comunicação. Diz ele:
" Ligo a tevê, em um dos canais da Globo passa o anúncio da revista Época. Loas variadas a uma publicação que, diz o anúncio, se notabiliza por suas opiniões. Promessas de presentes suntuosos para quem fizer sua assinatura. E eis aí a enésima prova de que o Brasil está longe, muito longe, da contemporaneidade do mundo democrático. Em outros países, a publicidade de uma revista da Globo em um canal da própria seria impossível, sem contar o vulto dos tais presentes. Isto chama-se dumping. Mas aqui tudo é possível."

Que é isso Mino? Aqui em Santa Catarina não!

2 comentários:

Sarinha S. disse...

Aqui acontece um pouco pior, mas ninguém fica sabendo...
Outro dia eu soube que mais ou menos na mesma época do menino ser arratado, a policia subiu um dos morros da ilha e estava prendendo um "meliante". Diante da cena, o filho de 8 anos do sujeito, resolveu implorar aos policiais para não levarem seu paizinho.
Para tanto, usou os recursos que um garoto dessa idade conhece. Chorou, implorou, etc.
O policial, paciencia para tanto barulho, deu-lhe um tiro na cabeça.

Sarinha S. disse...

Aqui acontece um pouco pior, mas ninguém fica sabendo...
Outro dia eu soube que mais ou menos na mesma época do menino ser arratado, a policia subiu um dos morros da ilha e estava prendendo um "meliante". Diante da cena, o filho de 8 anos do sujeito, resolveu implorar aos policiais para não levarem seu paizinho.
Para tanto, usou os recursos que um garoto dessa idade conhece. Chorou, implorou, etc.
O policial, paciencia para tanto barulho, deu-lhe um tiro na cabeça.