
Em Tábua de Esmeralda, Jorge manda brasa e castiga o violão e a garganta num clima espontâneo de festa no estúdio, com seu canto chorado e suíngue malandro de samba 4/4. O mestre do samba-rock-afro-soul faz balançar com levadas tortas e letras que misturam ocultismo e textos alquímicos com celebrações. Discaço.
Um comentário:
Valeu! Adorei.
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